Retomámos as sessões Que música ouvimos? e fomos surpreendidos por uma nova dinâmica. A proximidade do público torna as tardes de partilha musical ainda mais familiares. Depois de uma breve apresentação por Andreia Vale Lourenço (convidada da sessão de Novembro!), na companhia de Paula Pinheiro ouvimos música variada, de Haendel a Leo Brouwer, com uma passagem por Chico Buarque reinterpretado. A Arte no Tempo respondeu 2.5 Nightmares, for Jessie, de Natacha Diels, que o ars ad hoc haveria de interpretar na tarde seguinte em Serralves, se um dos músicos não tivesse sido forçado, na véspera, a imobilizar um pulso por tempo indeterminado.


O programa 0901S do ars ad hoc foi, então, adiado para 17 de Janeiro, adiando-se também a estreia de Rust II, de Inés Badalo. Deste modo, só em Novembro se inicia verdadeiramente a temporada do grupo.

Depois de mais um breve período de residência na Central Eléctrica, com a presença da compositora Chiyoko Szlavnics, e da passagem pelo Cais Criativo da Costa Nova, Uma Linha de Luz na Água materializou-se no Teatro Aveirense na noite de 24 de Outubro, chegando no final da semana seguinte a Famalicão. Vale a pena recordar os dois anteriores espectáculos da trilogia – A fog machine e outros poemas para o teu regresso; radiografia – para perceber o caminho que Aroso, Reis e Pedro Fonseca, com Tomás Quintais, trilharam até chegar a um momento porventura mais contemplativo, com as palavras de Andreia C. Faria.







Apresentamos as nossas desculpas pelo facto de não termos conseguido publicar na data prevista o episódio de Chaya Czernowin do podcast Vortex Temporum. Contamos agora fazê-lo no mês de Novembro.
[31.10.2026]