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Clamat: sob o signo do vidro

Considerando as restrições impostas aos cidadãos nipónicos para viagens à Europa, foi necessário adiar o programa Portugal|Japão, no âmbito do qual seriam estreados duos de António Chagas Rosa e Atsuhiro Gondai, a par de um solo de Inés Badalo, por Kuniko Kato e Nuno Aroso.

© Josep Pasqual Pastor Beltran

As datas previstas para esse programa foram, entretanto, ocupadas com outro programa que Nuno Aroso tinha previsto para 2021, com o seu Clamat – colectivo variável. Trata-se do concerto Vítrea – sob o signo do vidro, que se estreará na Casa da Música no dia 16, seguindo depois para Aveiro (Festivais de Outono) a 18 de Novembro e, finalmente, Lugo (Festival MIHL Sons). Nele se mantém a estreia da referida obra de Inés Badalo (1989), Glass landscapes [2021], a qual serve de pretexto para a composição de um programa diversificado em torno do vidro, a que se junta a estreia absoluta de Au-delà The blue – Pelo outono, de Ângela Lopes (1972), a estreia europeia de Cirrus [2006], de Amanda Cole (1979), e a interpretação de obras de Cesar Camarero (1962) e João Pedro Oliveira (1959), respectivamente 33 maneras de mirar un vaso de água [2004] e In The House of The Glass King [2021].

[2. Novembro. 2021]

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