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Orquestra XXI …ainda o prémio

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Em nome da equipa do projecto Orquestra XXI, e dos músicos que a compõem, manifestamos a nossa imensa alegria pelo 1º prémio do concurso Ideias de Origem Portuguesa, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian, que nos foi atribuído na passada 5ª Feira, no âmbito da iniciativa FAZ realizada em parceria com a Cotec Portugal.

LOGONo meio de tantos projectos tão meritórios, não podemos senão estar satisfeitos quando foi um projecto de música e de músicos que foi distinguido com este prémio de empreendedorismo social.

Aproveitamos para reforçar que a intenção do projecto é a de motivar um maior envolvimento da sociedade portuguesa na actividade musical, proporcionando aos músicos residentes no estrangeiro a possibilidade de apresentar e partilhar o seu trabalho em Portugal. Estando cientes da quantidade de excelentes músicos e projectos existentes em Portugal, pelos quais temos o maior respeito e admiração, queremos com este projecto contribuir também para uma partilha de conhecimento e oportunidades entre os músicos portugueses.

Agradecemos a todos quantos nos apoiaram e acreditaram na nossa ideia. À Casa da Música, ao Centro Cultural de Belém e aos Mosteiros de Tibães e da Batalha, pelo seu apoio imediato. À Fundação Calouste Gulbenkian, não apenas por este prémio, mas também pelo trabalho de valor inestimável que desenvolve no país. Agradecemos aos formadores do IES (e ao extraordinário mentor nos foi designado) que nos incentivaram a dar o nosso melhor, bem como às equipas dos restantes projectos que mantiveram um saudável espírito de empenhada partilha.

A Orquestra XXI surge na tentativa de incentivar a manutenção de uma ligação activa com o país junto dos jovens músicos portugueses que se encontram a desenvolver as suas carreiras no estrangeiro.

Reunindo cerca de 50 destes jovens e notáveis músicos, o projecto da Orquestra XXI empenhar-se-á em duas missões que se complementam. Por um lado, a orquestra apresentar-se-á em concerto em diferentes pontos do país, em salas privilegiadas dos grandes centros urbanos, como a Casa da Música e o Centro Cultural de Belém, e em povoações com actividade cultural menos regular, como Batalha e Tibães. Por outro, acolherá em estágio um grupo de jovens estudantes dos conservatórios e academias nacionais (com idades compreendidas entre os 14 e os 18 anos), oferecendo-lhes a oportunidade de trabalhar no contexto de uma orquestra profissional com um elevadíssimo nível de exigência, proporcionando-lhes ainda a integração de uma rede de contactos que poderá facilitar-lhes a orientação para as escolas que melhor resposta poderão dar às suas aspirações.

Assente numa vontade de viver a música partilhando-a, a Orquestra XXI vai criar agora as bases para um projecto que se pretende a longo prazo e com um impacto significativo na cultura musical portuguesa.

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