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ars ad hoc | Lituânia

O segundo e último programa do ars ad hoc no Convento São Francisco nesta temporada, integrado no Semestre Europeu – a Europa em Coimbra 2021 e dedicado à Lituânia, é também o encerramento da temporada 2020/21 da Arte no Tempo.

No concerto, que terá lugar a 15 de Julho (19h00), haverá espaço para a interpretação de obras recentes e antigas. De Vykintas Baltakas (1972), o ars ad hoc interpretará o quarteto de cordas b(ell tree) [2007], cuja estreia nacional fez em Maio deste ano, no concerto de abertura dos Reencontros de Música Contemporânea.

Além da estreia nacional de Tapisserie [2015], para “quinteto Pierrot”, de Justina Repečkaitė (1989), o ars ad hoc fará a estreia absoluta de Broderie [2021], trio para flauta, clarinete e piano que a Arte no Tempo encomendou à compositora, com financiamento da DGArtes.

Contrariamente a Repečkaitė e Baltakas, que vivem noutros países europeus, Mikalojus K. Čiurlionis (1875-1911) permaneceu na Lituânia e é o mais distinguido artista do seu país, movendo-se entre a pintura, a música, a literatura e a poesia. A maior parte do seu trabalho plástico encontra-se no Museu Nacional de Arte M. K. Čiurlionis. Em Coimbra, o ars ad hoc interpretará uma das suas obras mais divulgadas, o Quarteto de cordas dó m (VL83) [1901].

Os ingressos poderão ser obtidos online ou directamente na bilheteira do Convento São Francisco.

A Arte no Tempo regressa a público em meados de Setembro, com dois concertos pelo ars ad hoc (em Oslo e Porto).

Ricardo Carvalho > flauta; Horácio Ferreira > clarinetes; João Casimiro Almeida > piano; Álvaro Pereira e Diogo Coelho > violino; Ricardo Gaspar > viola; Gonçalo Lélis > violoncelo

[4. Julho. 2021]

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