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Uma Linha de Luz na Água

a última parte da trilogia, que iniciou com A Fog Machine e outros poemas para o teu regresso e prosseguiu com radiografia, conta com apoio do programa Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A..

Aveiro | Teatro Aveirense > 24 Outubro 2026
Famalicão | Casa das Artes > 30 Outubro 2026
Porto | Auditório de Serralves > 1 Novembro 2026
Monção | Cine-Teatro João Verde > 13 Novembro 2026
Bragança | Teatro Municipal > 11 Fevereiro 2027

João Reis > criação, encenação e interpretação
Nuno Aroso > criação e interpretação
pedro fonseca/colectivo ac > desenho de luz e espaço cénico
Marta Félix > voz off
João Ribeiro > fotografia
Tomás Quintais > produção sonora
arte no tempo > produção

música original: Chiyoko Szlavnics e Nuno Aroso
texto original: Andreia C. Faria

No culminar de uma trilogia que investigou e deambulou pela materialidade da dúvida – A fog machine e outros poemas para o teu regresso (2021) – e a transcendência do olhar perante a opacidade – radiografia (2023) – Uma Linha de Luz na Água é uma tentativa de mergulho nas profundezas filosóficas da água,  superfície instável e diversa e a partir da qual João Reis e Nuno Aroso – com texto original de Andreia C. Faria, desenho de luz e espaço cénico de Pedro Fonseca, música original de Chiyoko Szlavnics e do próprio Nuno Aroso – traçam uma espécie de fluxo constante de estímulos onde a água é movimento contínuo – lava, leva, atravessa, contorna, invade, resiste, preenche – traz com ela um lastro de contaminação e regeneração, de força matricial, de apelo infindável à dissolução, à fluência da memória. 
Obscuridade e transparência, reflexos, dissonâncias, clarões de luz e sombra para saber usar amiúde o dom de caminhar sobre a água.