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Junho 2026

Ainda sem conseguir carregar imagens para o nosso site, já conseguimos editar texto e recordamos aqui o mês em que contámos com Gonçalo Lélis como convidado da sessão ‘Que música ouvimos?‘, a última da temporada.

O segundo fim-de-semana do mês teve a particularidade de ser o único com actividade pública. No sábado, ficámos a saber que obra Gonçalo Lélis descobriu ainda muito pequeno, num video que visualizou inúmeras vezes, descobrindo o fascínio da música e o encanto do violoncelo com “A Truta” tocada por Jacqueline du Pré e outras jovens estrelas. A resposta da Arte no Tempo foi um registo “caseiro” de Gonçalo Lélis a interpretar o Estudo para instrumento de cordas nº 3, de Simon Steen-Andersen (1976), nos Reencontros de Música Contemporânea de 2021. José António Christo mostrou aos presentes a peça do mês: “uma escultura do Sagrado Coração de Jesus, datada do século XVIII e executada em madeira entalhada, dourada e policromada, proveniente do antigo Convento de São João Evangelista das Carmelitas de Aveiro”.

No dia seguinte, 14 de Junho, o ars ad hoc encerrou a sua mini-temporada 2026/27 em Serralves – o primeiro em que conta com o apoio da Fundação Ernst von Siemens para a Música, além do apoio da Direcção-Geral das Artes e da Fundação “la Caixa” – destacando-se a estreia da primeira parte da obra Residual objects #1, de Mariana Vieira (1997), resultante de co-encomenda da Arte no Tempo e o Projecto DME.

[03.07.2026]