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George Lewis

📷 Maurice Weiss

George E. Lewis (Chicago, 1952) é um compositor, musicólogo e trombonista americano. É Professor Edwin H. Case de Música Americana e presidente da área de Composição na Universidade de Columbia. Em 2020-21, foi membro do Wissenschaftskolleg zu Berlin (Instituto de Estudos Avançados) e actualmente é director artístico do International Contemporary Ensemble. É membro da Academia Americana de Artes e Ciências e da Academia Americana de Artes e Letras, membro correspondente da Academia Britânica, membro da Akademie der Künste Berlin e membro honorário da Sociedade Americana de Musicologia. Algumas das suas distinções são o Doris Duke Artist Award (2019), uma bolsa MacArthur (2002) e uma bolsa Guggenheim (2015). Lewis é membro da Association for the Advancement of Creative Musicians (AACM), desde 1971, e o seu trabalho é apresentado por agrupamentos um pouco por todo o mundo, sendo publicado pela Edition Peters. Artista Yamaha, Lewis é reconhecido enquanto pioneiro na criação de programas de computador que improvisam em concerto com músicos humanos.
As suas principais áreas de estudo incluem a história e a crítica de música experimental, música por computador, meios interactivos e improvisação, particularmente na medida em que estas áreas se entrelaçam com as dinâmicas de raça, género e descolonização. Os seus artigos mais citados sobre esses temas incluem “New Music Decolonization in Eight Difficult Steps” (VAN Outernational, 2020) e “Improvised Music after 1950: Afrological and Eurological Perspectives” (Black Music Research Journal, 1996). O seu aclamado livro A Power Stronger Than Itself: The AACM and American Experimental Music (University of Chicago Press, 2008) recebeu o American Book Award e o Music in American Culture Award da American Musicological Society. Lewis é co-editor (com Harald Kisiedu) do volume bilingue Composing While Black: Afrodiasporic New Music Today/Afrodiasporische Neue Musik Heute (2023), bem como (com Benjamin Piekut) do Oxford Handbook of Critical Improvisation Studies (2016), em dois volumes. As suas muitas publicações sobre tecnologia incluem «Too Many Notes: Computers, Complexity and Culture in Voyager» (Leonardo Music Journal, 2000) e «Why Do We Want Our Computers To Improvise?» (Oxford Handbook of Algorithmic Music, 2018). Lewis é doutor honoris causa pelas Universidade de Edimburgo, Universidade de Harvard, Universidade da Pensilvânia, Oberlin College, Escola do Instituto de Arte de Chicago, Conservatório de Nova Inglaterra, New College da Flórida e Universidade da Cidade de Birmingham, entre outras instituições.

(última actualização: 2025)