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	<title>Arte no Tempo</title>
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	<title>Arte no Tempo</title>
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		<title>Junho 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[wp_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Arte no Tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[Ainda sem conseguir carregar imagens para o nosso site, já conseguimos editar texto e recordamos aqui o mês em que contámos com Gonçalo Lélis como&#8230;]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Ainda sem conseguir carregar imagens para o nosso site, já conseguimos editar texto e recordamos aqui o mês em que contámos com <a href="https://artenotempo.pt/goncalo-lelis/">Gonçalo Lélis</a> como convidado da sessão &#8216;<a href="https://artenotempo.pt/que-musica-ouvimos-2025-26/">Que música ouvimos?</a>&#8216;, a última da temporada. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo fim-de-semana do mês teve a particularidade de ser o único com actividade pública. No sábado, ficámos a saber que obra Gonçalo Lélis descobriu ainda muito pequeno, num video que visualizou inúmeras vezes, descobrindo o fascínio da música e o encanto do violoncelo com &#8220;A Truta&#8221; tocada por Jacqueline du Pré e outras jovens estrelas. A resposta da Arte no Tempo foi um registo &#8220;caseiro&#8221; de Gonçalo Lélis a interpretar o Estudo para instrumento de cordas nº 3, de <a href="https://artenotempo.pt/Simon-Steen-Andersen/">Simon Steen-Andersen</a> (1976), nos <a href="https://artenotempo.pt/rmc-2021-c01-ars-ad-hoc/">Reencontros de Música Contemporânea</a> de 2021. José António Christo mostrou aos presentes a peça do mês: &#8220;uma escultura do Sagrado Coração de Jesus, datada do século XVIII e executada em madeira entalhada, dourada e policromada, proveniente do antigo Convento de São João Evangelista das Carmelitas de Aveiro&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia seguinte, 14 de Junho, o ars ad hoc encerrou a sua mini-temporada 2026/27 em Serralves – o primeiro em que conta com o apoio da Fundação Ernst von Siemens para a Música, além do apoio da Direcção-Geral das Artes e da Fundação &#8220;la Caixa&#8221; – destacando-se a estreia da primeira parte da obra <em>Residual objects #1</em>, de Mariana Vieira (1997), resultante de co-encomenda da Arte no Tempo e o Projecto DME. </p>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">[03.07.2026]</p>
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		<title>FIP especial 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[wp_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FIP]]></category>
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					<description><![CDATA[Completada a primeira ronda pelas cidades em que se situam as instituições portuguesas de ensino superior em que é ministrado curso de percussão, a Arte&#8230;]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Completada a primeira ronda pelas cidades em que se situam as instituições portuguesas de ensino superior em que é ministrado curso de percussão, a Arte no Tempo inicia a temporada de 2026/27 realizando uma segunda edição especial do <strong>Festival Itinerante de Percussão</strong>.<br>Mário Teixeira volta a dirigir um grupo de sete profissionais ligados a essas mesmas instituições, num concerto que retoma alguns dos septetos que têm sido encomendados pela Arte no Tempo e estreados por alunos do ensino superior, em diferentes edições do festival.<br>Cobrindo diferentes gerações de compositores portugueses, o concerto combina o questionamento filosófico de Luís Antunes Pena (1973), o reconhecível mundo expressivo de Isabel Soveral e a poética de um António Pinho Vargas sem alturas definidas, com o cruzamento de brinquedos e instrumentos convencionais de João Moreira (2004). As partituras destes quatro septetos, cuja interpretação ficará documentada em registo videográfico, passam, então, a estar disponíveis em edição da Arte no Tempo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Festival Itinerante de Percussão | especial 2026</strong><br>Sábado, 5 de Setembro de 2026 | 18h00<br>Casa da Música</h4>



<p class="wp-block-paragraph">PROGRAMA<br><a href="https://artenotempo.pt/luis-antunes-pena/">Luís Antunes Pena</a> (1973) | <em>OUT OF SYNC</em> [2024] ca 9&#8242;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://artenotempo.pt/isabel-soveral/">Isabel Soveral</a> (1961) | <em>Configurations du poète</em> [2023] ca 9&#8242;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://artenotempo.pt/joao-moreira-comp/">João Moreira</a> (2004) | <em>Spielen</em> [2024] 9’ &#8211; 13&#8242;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://artenotempo.pt/antonio-pinho-vargas/">António Pinho Vargas</a> (1951) | <em>Dissolves me into geometrics</em> [2025] ca 15&#8242;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://artenotempo.pt/joao-dias/">João Dias</a> [UA]<br><a href="https://artenotempo.pt/andre-dias/">André Dias</a> [ESART]<br><a href="https://artenotempo.pt/miquel-bernat/">Miquel Bernat</a> [ESMAE] <br><a href="https://artenotempo.pt/vasco-ramalho/">Vasco Ramalho</a> [UÉ]<br><a href="https://artenotempo.pt/marco-fernandes/">Marco Fernandes</a> [ESML]<br><a href="https://artenotempo.pt/miguel-herrera/">Miguel Herrera</a> [Metro]<br><a href="https://artenotempo.pt/joao-braga-simoes/">João Simões</a> [UM]</p>



<p class="wp-block-paragraph">Direcção: <a href="https://artenotempo.pt/mario-teixeira/">Mário Teixeira</a> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ficha técnica<br>Direcção | <a href="https://artenotempo.pt/wp/mario-teixeira/">Mário Teixeira</a> e <a href="https://artenotempo.pt/wp/diana-ferreira/">Diana Ferreira</a><br>Design | Carlos Santos</p>
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		<title>Mateo Sforza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[wp_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 01:40:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores]]></category>
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					<description><![CDATA[Mateo Servián Sforza (Assunção, 1991) é um compositor paraguaio que, actualmente, frequenta o mestrado em composição no Conservatório de Fermo, sob orientação de Marco Momi,&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1066" height="1066" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Mateo-Sforza-edited.jpg" alt="" class="wp-image-14826" style="width:249px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Mateo-Sforza-edited.jpg 1066w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Mateo-Sforza-edited-300x300.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Mateo-Sforza-edited-1024x1024.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Mateo-Sforza-edited-150x150.jpg 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Mateo-Sforza-edited-768x768.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Mateo-Sforza-edited-45x45.jpg 45w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Mateo-Sforza-edited-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 1066px) 100vw, 1066px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Mateo Servián Sforza (Assunção, 1991) é um compositor paraguaio que, actualmente, frequenta o mestrado em composição no Conservatório de Fermo, sob orientação de Marco Momi, além de estudar com Aaron Cassidy na Hochschule für Musik, Theater und Medien Hannover, no âmbito do Programa Erasmus+. <br>Estudou composição com Mario Garuti, no Conservatório de Milão, e com Pierluigi Billone em aulas particulares, em Viena e em vários seminários. Participou em masterclasses ministradas por Alberto Posadas, Salvatore Sciarrino, Sarah Nemtsov e Michael Maierhof.<br>As suas composições têm sido apresentadas em importantes festivais de música contemporânea, como os Darmstädter Ferienkurse (Alemanha), o Festival Impuls em Graz (Áustria), o Festival Milano Musica e o Festival Mondi Sonori de Trento (Itália), a Trobada de Percussió em Pollença (Espanha), nas temporadas de concertos do Centro Cultural Recoleta (Argentina) e do Núcleo de Música Nueva de Montevidéu (Uruguai), no Festival MusicAhora em La Serena e no Festival de Música Contemporânea do Instituto de Música UC em Santiago (Chile), bem como nas Jornadas de Música Nueva em Assunção (Paraguai).<br>Trabalhou com agrupamentos como o Divertimento Ensemble, mdi, MotoContrario, PERCEUM, Auros e com solistas como Jonathan Chazan, Ramón Gardella, Matteo Savio e Silvia Cignoli, entre outros.<br>Recebeu o Prémio de Composição do Programa Ibermúsicas por duas vezes (nas edições de 2021 e 2022) e uma Menção Especial no Prémio Nacional de Música do Senado do Paraguai, em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.mateoserviansforza.com/">mateoserviansforza.com</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Abril 2026)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>João Ricardo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[wp_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 01:28:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores]]></category>
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					<description><![CDATA[João Ricardo (1993) foi aluno particular de Luís Soldado e é, actualmente, doutorando na Universidade de Évora, sob orientação de Pedro Amaral. Participou em workshops&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><img decoding="async" width="651" height="651" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/HEADSHOOT-HD-color-2-edited.jpeg" alt="" class="wp-image-14821" style="width:234px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/HEADSHOOT-HD-color-2-edited.jpeg 651w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/HEADSHOOT-HD-color-2-edited-300x300.jpeg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/HEADSHOOT-HD-color-2-edited-150x150.jpeg 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/HEADSHOOT-HD-color-2-edited-45x45.jpeg 45w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/HEADSHOOT-HD-color-2-edited-500x500.jpeg 500w" sizes="(max-width: 651px) 100vw, 651px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">João Ricardo (1993) foi aluno particular de Luís Soldado e é, actualmente, doutorando na Universidade de Évora, sob orientação de Pedro Amaral. Participou em workshops e masterclasses com mentoria de compositores como Carlos Marecos, Jessie Marino, Sara Carvalho, Alastair White e Sérgio Azevedo, entre outros. <br>Foi compositor Residente com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras em 2022, e galardoado em concursos internacionais como o 6th Mauricio Kagel Composition Competition (2º prémio) ou a edição de 2022 do Concurso Internacional de Música Terras de Santiago (1º prémio). A sua música operática tem sido interpretada pela Inestética, Réptil, Quarteto Contratempus, e a sua música de câmara está incluída em álbuns como <em>Novos Caminhos II</em>, <em>Oboé e Piano em Português</em>, vol. 2, ou <em>Motirõ</em>.<br>Os seus textos académicos encontram-se em publicações como “Paisagens Sonoras em Expansão” e “New Approaches to Sound, Music, and Media”, entre outras. Está afiliado no CESEM e colabora regularmente com a AREPO em edição musical. </p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Abril 2026)</p>
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		<item>
		<title>Guillermo Leonardini</title>
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		<dc:creator><![CDATA[wp_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 01:20:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Guillermo Daniel Leonardini Gutiérrez (1991) é um compositor e violinista boliviano com uma vasta formação académica em música contemporânea. É titular de um Diploma Técnico&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Guillermo-Leonardini-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-14816" style="width:254px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Guillermo-Leonardini-1024x1024.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Guillermo-Leonardini-300x300.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Guillermo-Leonardini-150x150.jpg 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Guillermo-Leonardini-768x768.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Guillermo-Leonardini-45x45.jpg 45w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Guillermo-Leonardini-500x500.jpg 500w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Guillermo-Leonardini.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Guillermo Daniel Leonardini Gutiérrez (1991) é um compositor e violinista boliviano com uma vasta formação académica em música contemporânea. É titular de um Diploma Técnico Superior em Música pelo Conservatório Plurinacional de Música, de uma Licenciatura em Música pela Universidade Loyola, de um Diploma em Composição e Arranjos Musicais pela Universidade Pública de El Alto e de um Diploma em Arte Sonora pela Tsonami. Concluiu também um Mestrado em Arte Sonora na Universitat de Barcelona. Actualmente, está a frequentar um Mestrado em Criação de Música Contemporânea<br>na Musikene (Centro Superior de Música do País Basco), sob a orientação de Ramón Lazkano.<br>O seu trabalho recebeu inúmeros prémios, incluindo o Primeiro Prémio no XVII Concurso Municipal de Composição «Adrián Patiño» (2019), o Prémio Único no Concurso de Composição &#8220;Música Contemporânea Boliviana&#8221; (2019) e Menções Honrosas nos Prémios Nacionais Eduardo Abaroa pelas suas peças <em>Tiliri</em> [2017] e <em>La Partida</em> [2018]. Recebeu também várias bolsas de residência e participou no Curso de Composição do Atlântico (2022) com o Ensemble 2e2m, bem como em programas com o Ensemble Recherche e na Art Omi – Music (EUA) (2025).<br>A sua produção composicional abrange obras instrumentais a solo, música de câmara e peças orquestrais, integrando frequentemente instrumentos nativos bolivianos com abordagens eletroacústicas e experimentais.<br>Entre as suas principais obras encontra-se <em>Sawu,</em> para instrumentos tradicionais e cordas, <em>Los otros verdes en esta (nuestra) pradera</em>, estreada pelo Ensemble Recherche (Alemanha) e <em>mediante sonolaris</em>, para treze pequenos altifalantes e orquestra de câmara. <br>A sua investigação foi publicada na revista digital Música Latinoamericana Hoy e no livro Memorias del Encuentro Músicas, Medios y Tecnologías (2023). Apresentou o seu trabalho criativo em instituições como a Universidad Distrital Francisco José de Caldas (Colômbia), o Hunter College em Nova Iorque e o<br>Conservatório Plurinacional de Música, estabelecendo-se como uma das vozes emergentes mais relevantes da música contemporânea boliviana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Abril 2026)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>François Bayle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 00:44:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores]]></category>
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					<description><![CDATA[François Bayle (Madagáscar, 1932) passou a infância na savana e em Mayotte, uma das ilhas Comores, e frequentou o liceu em Tananarive. Foi na França&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="507" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Francois_Bayle.png" alt="" class="wp-image-14810" style="aspect-ratio:0.9861928683699571;width:245px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Francois_Bayle.png 500w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Francois_Bayle-296x300.png 296w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Francois_Bayle-45x45.png 45w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption class="wp-element-caption"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f7.png" alt="📷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Didier Allard / Ina-GRM</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">François Bayle (Madagáscar, 1932) passou a infância na savana e em Mayotte, uma das ilhas Comores, e frequentou o liceu em Tananarive. Foi na França do pós-guerra (1945), em Bordéus, que terminou os seus estudos, instalando-se posteriormente em Paris (1954), onde se dedicou seriamente, mas de forma autodidacta, à composição musical.<br>Inicialmente professor primário (1955-60), ingressou no Serviço de Investigação logo após a sua criação, em 1960.<br>Envolvido quase desde o início na aventura da música concreta, ao lado de Pierre Schaeffer, de quem se tornou um colaborador muito próximo, assumiu, a partir de 1966, a direcção do Groupe de Recherches Musicales (GRM), que renovou consideravelmente e que dirigiu de 1975 a 1997, no âmbito do INA, em colaboração com a Radio-France e instituições musicais nacionais e internacionais.<br>Esta actividade de animador levá-lo-á a conjugar, sob muitas formas, criação e investigação, prática e teoria, ferramentas de fazer e de ouvir.<br>Ao longo das décadas e das etapas tecnológicas, irão desenvolver-se os resultados colectivos e afirmar-se a sua própria produção criativa. Mantendo-se fiel à atitude concreta, renova as sonoridades e a linguagem através de uma abordagem diferente. A partir de 1974, dedicou-se a teorizá-la, começando por conceber um dispositivo original de projecção sonora aplicável a todas as estéticas: o «acousmonium», fórmula cuja eficácia, aos seus olhos, se assemelhava ao princípio do «desdobramento sinfónico», com as infinitas soluções formais daí decorrentes. Disto resultará, sob a sua direcção, um ciclo de concertos onde serão estreadas cerca de mil obras de várias centenas de autores convidados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como compositor, procurará aprofundar a modalidade — a que chama «acusmátiica» — de uma nova abordagem musical, a do pensamento perceptivo conduzido pelas formas e fundado nos arquétipos. Esta interpretação do mundo dos sons autónomos alimenta-se de bom grado da reflexão temporal dos poetas ou dos filósofos «naturalistas», bem como da perspectiva espacial dos «visualistas», pintores ou cineastas. No entanto, estas considerações são apresentadas pelo seu autor apenas para abrir ou orientar a audição entre a grande variedade das suas obras, muito diversas em termos de efectivos sonoros, formas e durações, texturas e figuras, espaços e movimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.francoisbayle.fr/">francoisbayle.fr</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Abril 2026)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Anders Førisdal</title>
		<link>https://artenotempo.pt/anders-forisdal/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=anders-forisdal</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[wp_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 00:09:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Intérpretes]]></category>
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					<description><![CDATA[Anders Førisdal é guitarrista e investigador. Realizou numerosas actuações com o seu grupo de música de câmara, asamisimasa, bem como com grupos internacionais como Elision,&#8230;]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Anders Førisdal é guitarrista e investigador. Realizou numerosas actuações com o seu grupo de música de câmara, asamisimasa, bem como com grupos internacionais como Elision, Apartment House, Plus-Minus ensemble e Modelo62, entre outros. Actua ainda regularmente com as principais orquestras norueguesas e com a Oslo Sinfonietta.<br>Førisdal e asamisimasa encomendaram numerosas obras, tendo estabelecido colaborações notáveis com compositores como Alvin Lucier, Brian Ferneyhough, Helmut Lachenmann, Matthew Shlomowitz, Carola Bauckholt, Luís Antunes Pena, Johannes Kreidler, Michelle Lou, Aldo Clementi, Rebecca Saunders, Øyvind Torvund, Richard Barrett e muitos outros. O seu primeiro CD a solo, com gravações de obras para guitarra eléctrica do pioneiro da vanguarda norueguesa Bjørn Fongaard, foi lançado em 2015, com grande sucesso. Realizou numerosas gravações com o asamisimasa, duas das quais foram distinguidas com o Spellemannsprisen norueguês para o disco do ano. <br>Na sua dissertação, Førisdal examina a relação entre a prática instrumental e a técnica composicional na música contemporânea a partir de uma perspectiva filosófica, tendo publicado numerosos textos sobre questões actuais da prática interpretativa e da estética.<br>Actualmente trabalha num projecto de pós-doutoramento sobre processos institucionais na formação musical na Noruega, na Escola Superior de Música de Oslo, e integra o projecto de investigação artística <em>Performing Precarity</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2026)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ying Wang</title>
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		<dc:creator><![CDATA[wp_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 16:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores]]></category>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/YingWang-2018-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-14795" style="aspect-ratio:1.4992888417882142;width:415px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/YingWang-2018-1-1024x683.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/YingWang-2018-1-300x200.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/YingWang-2018-1-768x512.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/YingWang-2018-1-1536x1025.jpg 1536w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/YingWang-2018-1-2048x1367.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f7.png" alt="📷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Maria Frodl</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ying Wang (Xangai, 1976) é uma compositora que vive em Berlim e cujo trabalho se desenvolve na intersecção entre som instrumental avançado, electrónica e pensamento musico-teatral. A sua música distingue-se por uma excepcional sensibilidade às transições sonoras: entre o tom e o ruído, o gesto físico e a estrutura abstracta, a corporeidade individual e a ressonância social.<br>Como uma das poucas compositoras internacionalmente consagradas com uma experiência profundamente enraizada na cultura sino-europeia, Wang desenvolveu uma posição estética independente, para além de qualquer atribuição cultural. As suas obras combinam precisão sonora com consciência política e social — não como ilustração programática, mas como uma atitude estruturalmente incorporada na própria música.<br>No cerne do pensamento composicional de Ying Wang reside a questão de como o som pode tornar as condições sociais fisicamente perceptíveis, em vez de se limitar a representá-las. A sua música gera espaços sonoros densos, frequentemente marcados pelo ruído, nos quais a ambiguidade, o atrito e os processos energéticos se sobrepõem. A composição é entendida menos como uma narração linear e mais como um sistema perceptivo que reorganiza a audição, a percepção e a atenção.<br>Característica do seu trabalho é o manuseamento confiante de formas sonoras híbridas: as texturas instrumentais são expandidas através de camadas electrónicas, frequências de batimento e elementos baseados no ruído. O ponto de partida é frequentemente a dimensão física da produção sonora — respiração, pressão, resistência, instabilidade — conferindo à sua música uma pronunciada presença gestual e performativa.<br>Ying Wang nasceu na China, no final da Revolução Cultural, em 1976. Filha do compositor chinês Wang Xilin, cuja biografia foi marcada pela perseguição política, desenvolveu desde cedo uma consciência da tensão entre a liberdade artística e a realidade social. No seu trabalho, porém, esta experiência não funciona de forma narrativa, mas sim estrutural — como uma sensibilidade acentuada à ruptura, às relações de poder e às ordens frágeis.<br>A sua formação levou-a para a Alemanha e França (2003–2012), onde estudou composição, música electrónica e práticas interdisciplinares. Descreve este período como uma mudança radical de perspectiva — uma experiência que moldou de forma decisiva a sua abertura artística e rigor formal.<br>Desde 2013, Ying Wang lecciona no Conservatório de Música de Xangai, onde ensina composição, bem como disciplinas teóricas e artísticas relacionadas. Encara a pedagogia como uma extensão da sua prática artística: um espaço para a independência estética, o pensamento crítico e o desenvolvimento de linguagens composicionais individuais num contexto global.<br>As obras de Ying Wang têm sido interpretadas em todo o mundo por orquestras, agrupamentos e solistas de reconhecido mérito, apresentadas nos principais festivais internacionais. O seu trabalho foi distinguido com inúmeros prémios, incluindo o Prémio de Composição da Cidade de Estugarda, o Prémio de Compositores de Heidelberg e o Prémio Irino.<br>Em 2025, o seu álbum monográfico RE:WILDING foi lançado pela editora Kairos, documentando a amplitude do seu leque estético — desde música orquestral e de câmara até obras para cena e composições electroacústicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.yingwang.de">yingwang.de</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Abril 2026)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>A_S 2026 [ca] Som A/Interior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 18:23:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[eventos A_S 2026]]></category>
		<category><![CDATA[A_S2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Sexta-feira, 1 de Maio &#124; 17h00Teatro Aveirense \ encontro na bilheteira • entrada livre • Gustavo Costa (1976)Som A/Interior* [2026]&#160; Num primeiro instante, absorvemos o&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-14719" style="width:213px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-1024x1024.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-300x300.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-150x150.jpg 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-768x768.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-1536x1536.jpg 1536w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-2048x2048.jpg 2048w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-45x45.jpg 45w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Sexta-feira, 1 de Maio | 17h00<br>Teatro Aveirense \ encontro na bilheteira</p>



<p class="wp-block-paragraph">• entrada livre •</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://artenotempo.pt/gustavo-costa/">Gustavo Costa </a>(1976)<br><em>Som A/Interior</em>* [2026]&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num primeiro instante, absorvemos o espectro audível com uma intensidade esmagadora e que se vai diluindo e expandindo à medida que criamos ligações e significados. Nascemos, já imbuídos de matéria, mas sem ainda conseguir relacionar o que ouvimos com o que somos, isto talvez porque o que somos é apenas o resultado do que ouvimos. E se partimos do ruído, caminhamos ao longo da vida em direcção ao silêncio, cuja única possibilidade parece ser o derradeiro instante da morte, em que todos os nossos sons interiores, memórias e significados se projectam no infinito.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Som A/Interior</em> é um percurso sonoro no centro da cidade de Aveiro, em que escutamos para dentro e imaginamos para fora.&nbsp;<br>G. C.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O “percurso sonoro” estará disponível, pela primeira vez, no dia 1 de Maio, sendo apresentado pelo próprio criador. Os materiais estarão disponíveis a partir desse mesmo dia, para que qualquer pessoa possa aceder-lhes através dos seus dispositivos electrónicos móveis, fruindo-os com auriculares/auscultadores, a partir de&nbsp;<a href="https://caminhada-aural.eu/">caminha-aural.eu</a>&nbsp;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">* estreia absoluta; encomenda da Arte no Tempo, financiada pela Direcção-Geral das Artes</p>
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		<title>A_S 2026 [c5] O. Beiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[wp_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 22:35:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[eventos A_S 2026]]></category>
		<category><![CDATA[A_S2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Sábado, 2 de Maio &#124; 21h30Teatro Aveirense \ Sala Principal Orquestra Filarmonia das BeirasFernando Marinho &#62; direcção Programa • Mariana Vieira (1997) &#124; Encontro inesperado com&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-14719" style="width:213px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-1024x1024.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-300x300.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-150x150.jpg 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-768x768.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-1536x1536.jpg 1536w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-2048x2048.jpg 2048w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-45x45.jpg 45w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/AVEIRO_SINTESE_2026__INSTA1-1-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Sábado, 2 de Maio | 21h30<br>Teatro Aveirense \ Sala Principal</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://artenotempo.pt/orquestra-das-beiras/">Orquestra Filarmonia das Beiras</a><br>Fernando Marinho &gt; direcção</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Programa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">• <a href="https://artenotempo.pt/mariana-vieira/">Mariana Vieira</a> (1997) | <em>Encontro inesperado com o diverso </em>[2021] ca 8&#8242;<br>electrónica sobre suporte fixo, 2 canais</p>



<p class="wp-block-paragraph">• <a href="https://artenotempo.pt/sara-glojnaric/">Sara Glojnarić</a> (1991) | <em>EVERYTHING, ALWAYS </em>[2022] ∆ ca 14&#8242;<br>para orquestra de cordas e electrónica</p>



<p class="wp-block-paragraph">• <a href="https://artenotempo.pt/kristine-tjogersen/">Kristine Tjøgersen</a> (1982) | <em>Petrichor</em> [2025] ∆ ca 25&#8242;<br>para orquestra de cordas</p>



<p class="wp-block-paragraph">∆ estreia nacional</p>
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