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ars ad hoc

Surgido em 2018 no seio da Arte no Tempo, o ars ad hoc cumpre o sonho já antigo de criar um novo espaço para a interpretação e divulgação da grande música de câmara, com elevados padrões de exigência. Na sua primeira temporada, o ars ad hoc porá em confronto a música de dois grandes vultos do século XIX– Franz Schubert (1797-1828) e Johannes Brahms (1833-1897)– com o trabalho de um dos mais interessantes criadores do nosso tempo, o compositor suíço-austríaco Beat Furrer (Schaffhausen, 1954), que, em Março de 2019, marcará presença na segunda edição da bienal Reencontros de Música Contemporânea.

1ª temporada ars ad hoc
28 de Setembro de 2018 | 10h45
Museu de Aveiro / Santa Joana | Igreja do Convento de Jesus
• actividade para escolas

29 de Setembro de 2018 | 18h00
Museu de Aveiro / Santa Joana | Igreja do Convento de Jesus
Álvaro Pereira <violino> Pedro Vaz <violoncelo>
João Casimiro Almeida <piano>
Programa de trio com piano
• Beat Furrer (1954) | Retour an dich (1986)
• Filipe Pires (1934-2015) | Figurações II (1969), para piano solo
• Franz Schubert (1797-1828) | Trio nº 2 em Mi bemol maior, D 929 (1827) 

25 de Janeiro de 2019 | 10h45
Museu de Aveiro / Santa Joana | Igreja do Convento de Jesus
• actividade para escolas

26 de Janeiro de 2019 | 18h00
Museu de Aveiro / Santa Joana | Igreja do Convento de Jesus
Programa de quinteto com piano
• Beat Furrer (1954) | Spur (1998)
• Johannes Brahms (1833-1897) | Quinteto com piano em fá menor op. 34 (1864)

26 de Abril de 2019 | 10h45
Museu de Aveiro / Santa Joana | Igreja do Convento de Jesus
• actividade para escolas

27 de Abril de 2019 | 18h00
Museu de Aveiro / Santa Joana | Igreja do Convento de Jesus
Programa de quinteto com clarinete
• Beat Furrer (1954) | Intorno al bianco (2016) 
• Johannes Brahms (1833-1897)| Quinteto com clarinete op. 115 (1891)

Paralelamente
“Tudo Nunca Sempre o Mesmo Diferente Nada”
ópera de Tiago Cutileiro (Fevereiro/Março 2019)

Beat Furrer | programa monográfico
integrado nos Reencontros de Música Contemporânea (Março 2019)

Do ars ad hoc fazem parte músicos ainda jovens que, depois de se terem notabilizado em Portugal, complementaram os seus estudos no estrangeiro, como o violoncelista Pedro Vaz (Setúbal, 1988– que fez o curso profissional na Covilhã, seguindo directamente para o Conservatório Superior de Música e Dança de Paris, onde se formou, prosseguindo ainda estudos na Alemanha, onde reside); o clarinetista Horácio Ferreira (Pinheiro de Ázere, 1988, que depois do curso profissional em Espinho e de estudos superiores no Porto, estudou com Michel Arrignon, na Escuela Superior de Musica Reina Sofia, e com Nicolas Baldeyrou, em Paris); o violinista Álvaro Pereira (Guimarães, 1986– actual concertino da Orquestra Clássica do Sul que, depois de estudar na Artave e na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, completou a sua formação no Conservatório de S. Petersburgo e em Detmold); o violetista Ricardo Gaspar (Lisboa, 1991, que depois da Superior de Lisboa rumou a Londres, onde estudou na Royal Academy of Music, integrando actualmente a International Menuhin Music Academy Gstaad); e o pianista João Casimiro de Almeida (Cabeceiras de Basto, 1994– formado também pela ESMAE e, posteriormente, pelo Conservatório Superior de Música e Dança de Paris).