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	<title>RMC2019 &#8211; Arte no Tempo</title>
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	<title>RMC2019 &#8211; Arte no Tempo</title>
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		<title>Pierre Jodlowski</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 01:09:06 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">Pierre Jodlowski (1971) vive entre França e a Polónia e desenvolve o seu trabalho no campo da nova música. Frequentemente marcada por uma importante densidade, a sua música situa-se no cruzamento do som acústico com o som eléctrico, compremetida com a dramaturgia e a política. A sua actividade condu-lo à maioria dos centros de música contemporânea, mas também a circuitos paralelos, como os da dança, teatro, artes plásticas e música electrónica. É fundador e director artístico associado do studio éole – residente em Odyssud Blagnac desde 1998 – e do festival Novelum, na região de Toulouse (de 1998 a 2014).<br>O trabalho de Jodlowski cobre actualmente diversos domínios e, na periferia do seu universo musical, trabalha imagem, programação interactiva para instalações, encenação e procura, antes de mais, questionar as relações dinâmicas dos espaços cénicos. Reivindica uma música “activa”: na dimensão física (gestos, energias, espaços), como psicológica (evocação, memória, dimensão cinematográfica). Paralelamente ao seu trabalho de composição, realiza performances a solo ou em conjunto com outros artistas.<br>Tem colaborado com o ensemble Intercontemporain (França), Ictus (Bélgica), KNM (Alemanha), o coro Les éléments (França), o Ensemble Orchestral Contemporain (França), o Nouvel Ensemble Moderne de Montréal (Canadá), Ars Nova (Suécia), Proxima Centauri, o ensemble Court-Circuit, a Berg Orchestra de Praga, L&#8217;ensemble Soundinitiative e numerosos solistas do panorama international. Tem desenvolvido colaborações privilegiadas com músicos como Jean Geoffroy (percussão), Cédric Jullion (flauta), Wilhem Latchoumia (piano), para obras musicais e pesquisas sobre a construção de instrumentos.<br>O seu trabalho sobre imagem tem-no levado a colaborar com artistas plásticos como David Coste, com quem desenvolveu diversos projectos. Trabalha igualmente no desenho do espaço cénico em obras de cruzamento disciplinar com teatro, instalação, concertos encenados ou oratória. Tem recebido encomendas do ICAM, Ensemble Intercontemporain, Ministério da Cultura Francês, CIRM, GRM, Festival de Donaueschingen, Cinemateca de Toulouse, Radio France, Concours de Piano d&#8217;Orléans, festival Aujourd&#8217;hui Musiques, GMEM, GRAME, Fundação Siemens, Théâtre National du Capitole de Toulouse, do projecto europeu INTEGRA, do estúdio EMS &#8211; Stockholm, da Fundação Royaumont, do Cabaret contemporain, da Biennale de Veneza, do Ministério da Cultura Polaco.<br>Distinguido em diversos concursos internacionais, conquistou os Prémios Claude Arrieu (2002) et Hervé Dugardin (2012), atribuídos pela SACEM. Foi artista residente na Academia de Artes de Berlim, em 2003 e 2004. De 2009 a 2011, foi compositor residente associado Odyssud &#8211; Blagnac [dispositivo iniciado e apoiado  pela SACEM e o Ministério da Cultura Francês]. Recebeu, em 2013, um Prémio da Academie Charles Cros pelo seu disco Jour 54, publicado pelas éditions Radio France. Em 2015, foi laureado do Grand Prix Lycéen des Compositeurs pela sua obra <em>Time &amp; Money</em>.<br>A sua música é publicada pelas Éditions Jobert e tem edição discográfica e video pelas etiquetas éole Records, Radio France e Kaïros. <br><a href="http://pierrejodlowski.fr">pierrejodlowski.fr</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2019)</p>
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		<title>Filipe Lopes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 00:58:11 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">Filipe Lopes (Porto, 1981) doutorou-se em 2016, em Média-Digitais, pela Universidade do Porto. É professor e compositor com fortes afinidades com a música electroacústica e novas tecnologias. Tem desenvolvido trabalho na área da composição de música electroacústica e instalação multimédia, colaborando ainda no âmbito do cinema e teatro. Em 2006, venceu o prémio Melhor Áudio Experimental no Festival Black&amp;White, promovido pela Universidade Católica do Porto e, em 2007, foi compositor residente na Miso Music Portugal (LEC). Em 2012, foi um dos vencedores do prémio Cri.D.A. organizado por Guimarães-Capital Europeia da Cultura. Em 2013, venceu o prémio europeu ECPNM para obras de música electrónica em tempo-real, com uma peça onde usa o software concebido por si “Do Desenho e do Som”, tendo recebido, em 2016, uma distinção no Festival Internacional de Animação de Atenas, pela música original que compôs para a curta metragem Macabre (2015). Entre Setembro de 2010 e Agosto de 2012, liderou o projecto Digitópia na Casa da Música e, entre Setembro de 2015 e Dezembro de 2017, coordenou o serviço educativo da Orquestra Jazz de Matosinhos. <br>Actualmente, além do trabalho criativo e pedagógico que desenvolve combinando música e novas tecnologias, é professor Adjunto na Escola Superior de Media Artes e Design, investigador integrado no CIPEM/INET-Md e uniMAD. </p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2019)</p>
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		<title>Nicolas Scherzinger</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 00:45:58 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">Nicolas Scherzinger (1968) recebeu distinções e encomendas de ASCAP, SOCAN, the Barlow Endowment, the Jerome Foundation, the Canada Council e da Eastman School of Music. A sua música tem sido tocada por todos os Estados Unidos da América, Canadá, Europa, Rússia, Taiwan e China. Recentemente, as suas obras têm sido tocadas em eventos ou espaços como International Viola Conference, World Saxophone Congress, North American Saxophone Alliance Conference, International Double Reed Conference, Aspen Music Festival, International Gaudeamus New Music Festival, Seal Bay Festival, Lincoln Center e Weill Recital Hall at Carnegie Hall. É membro da ASCAP (Sociedade Americana de Compositores, Autores e Editores), American Music Center e American Composers Forum. A sua música encontra-se publicada pela ScherziMusic Press (www.scherzimusic.com). Scherzinger é Professor Associado de Composição na Setnor School of Music da Universidade Syracuse, membro da Faculdade de Composição da Mannes Prep, New School for Music, e é também compositor residente na Kinhaven Music School em Vermont. Além do seu trabalho de compositor e pedagogo, é performer de obras com improvisação para saxofone e computador interactivo. Nicolas Scherzinger vive no Bronx (Nova Iorque) com a pianista Adrienne Kim e o filho de ambos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2019)</p>
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		<title>Luís Salgueiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 00:41:31 +0000</pubDate>
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<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2023/04/Luis-Salgueiro-2-683x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-9998" width="342" height="512" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2023/04/Luis-Salgueiro-2-683x1024.jpeg 683w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2023/04/Luis-Salgueiro-2-200x300.jpeg 200w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2023/04/Luis-Salgueiro-2-768x1152.jpeg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2023/04/Luis-Salgueiro-2-1024x1536.jpeg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2023/04/Luis-Salgueiro-2.jpeg 1200w" sizes="auto, (max-width: 342px) 100vw, 342px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong>Luís Salgueiro</strong> (1993) é compositor de música instrumental, electrónica e mista, cuja atenção ao timbre e à produção material sonora é alimentada por conceitos do campo da cognição incorporada. Recentes e futuras col­ab­o­ra­ções includem peças para a Orques­tra Gul­benkian, o Quasar Sax­o­phone Quar­tet, os Philippe Mar­ques e Duarte Pereira Mar­tins e o trio recherche.<br>A sua música tem sido tocada na Alemanha, Estados Unidos da América e pelas mais importantes salas de concerto portuguesas, como a Fundação Calouste Gul­benkian, a Sala Sug­gia da Casa da Músi­ca, o Salão do Conservatório Nacional, o Palá­cio da Aju­da, Teatro Aveirense ou Forum Luísa Todi. Participou na Euro­pean Net­work of Opera Acad­e­mies, trabalhando com a Fundação Calouste Gul­benkian, assim como com a The­at­er­akademie August Everd­ing, em cooperação com a JOiN da Staat­sop­er Stuttgart.<br>Luís Salgueiro é mestre em composição pela Hochschule für Musik, The­ater und Medi­en Han­nover, onde estudou com Ming Tsao, Gor­don Williamson e Joachim Heintz, com uma bolsa DAAD, depois de ter concluído a licenciatura também em composição na Esco­la Supe­ri­or de Músi­ca de Lis­boa, sob a orientação de António Pin­ho Var­gas, Car­los Mare­cos e Luís Tinoco.<br>É membro da direcção e coordena os esforços editoriais do movimento patrimonial pela música portuguesa (mpmp). Desenvolve ainda um trabalho significativo como copista e editor musical, em especial no campo da música contemporânea, tendo colaborado com prestigiadas editoras europeias como Peters, Casa Ricor­di e Durand – Sal­abert – Eschig.<br><br><a href="https://www.lsalgueiro.com/">lsalgueiro.com</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2022)</p>
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		<title>Matthew Burtner</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 00:13:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[RMC2019]]></category>
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					<description><![CDATA[Matthew Burtner (1971) é um compositor e artista sonoro nascido no Alasca, especializado em música de câmara e artes interactivas. O seu trabalho explora a&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/Burtner.jpeg" alt="" class="wp-image-5150" width="180" height="120"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Matthew Burtner (1971) é um compositor e artista sonoro nascido no Alasca, especializado em música de câmara e artes interactivas. O seu trabalho explora a ecoacústica e estende-se a sistemas polimétricos e baseados em ruído. Vencedor de diversos prémios, é autor de três óperas multimédia e tem dirigido residências no Banff Centre for the Arts (Canadá), Phonos Foundation/Pompeu Fabra Universidad (Espanha), Musikene (Espanha), Cité des Arts (França), IRCAM/Centre Pompidou (França) e University of Missouri Kansas City (EUA). Estudou composição, música por computador, saxofone e filosofia no St. Johns College, Tulane University (BFA), Estúdios UPIC, Peabody Institute/Johns Hopkins (MM) e no CCRMA da Universidade Stanford (DMA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2019)</p>
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		<title>Michael Beil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 00:10:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores]]></category>
		<category><![CDATA[RMC2019]]></category>
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					<description><![CDATA[Michael Beil (Estugarda, 1963) estudou piano e teoria musical na Hochschule für Musik Stuttgart, prosseguindo os estudos de composição com Manuel Hidalgo. Em 1996, ensinou&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/MichaelBeil.jpg" alt="" class="wp-image-5135" width="263" height="273" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/MichaelBeil.jpg 600w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/MichaelBeil-289x300.jpg 289w" sizes="auto, (max-width: 263px) 100vw, 263px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Michael Beil (Estugarda, 1963) estudou piano e teoria musical na Hochschule für Musik Stuttgart, prosseguindo os estudos de composição com Manuel Hidalgo. Em 1996, ensinou teoria musical e composição nos conservatórios de Kreuzberg e Neukölln, em Berlim, como director do departamento pré-universitário de música contemporânea. Paralelamente dirigiu o Klangwerkstatt – festival de música contemporânea de Berlim. Em 2000, com Stephan Winkler, fundou o team Skart para apresentar concertos baseados em conceitos interdisciplinares. Em 2007, tornou-se professor de música electrónica na Hochschule für Musik und Tanz de Colónia, bem como director do estúdio de música electrónica. <br> Enquanto compositor, Michael Beil tem colaborado com diversos solistas e agrupamentos. A sua música tem sido encomendada por festivais de música contemporânea como Ultraschall (Berlim), ECLAT (Estugarda) ou Wien Modern, sendo apresentada em concertos monográficos ou programas de rádio de estações como a Deutschlandradio, RBB, SDR e várias outras. <br> Foi bolseiro da Künstlerhaus Wiepersdorf, cité des arts (Paris) e Heinrich-Gartentor-Scholarship para video arte, em Thun (Suíça). Participou no Nachwuchsforum für junge Komponisten da Gesellschaft für Neue Musik (GNM) em colaboração com o Ensemble Modern.<br> O trabalho de Michael Beil foca a combinação de música electrónica, instrumental e video. As suas composições baseiam-se em conceitos que respeitam à situação de palco num concerto em associação com o processo de desenvolvimento da música. <br> Os instrumentistas são preferencialmente envolvidos no processo de composição e a sua participação é documentada enquanto parte da composição. Assim a formação temporal e a coerência de uma obra musical tornam-se perceptíveis e transparentes para o público durante a performance. De modo a atingi-lo, Beil recorre a som e imagem ao vivo e pré-gravados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2019)</p>
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		<title>Nadar Ensemble</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2020 23:58:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Intérpretes]]></category>
		<category><![CDATA[RMC2019]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde a sua fundação, em 2006, o agrupamento flamengo Nadar tornou-se presença assídua no circuito nacional e internacional da nova música. Como é frequente nesta&#8230;]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Desde a sua fundação, em 2006, o agrupamento flamengo Nadar tornou-se presença assídua no circuito nacional e internacional da nova música. Como é frequente nesta geração de agrupamentos de nova música, começou como um grupo de músicos com gostos semelhantes, unidos pela paixão comum pela música contemporânea, mais especificamente pelo desenvolvimento de correntes inovadoras. No entanto, Nadar é tudo menos um conjunto institucionalizado pronto para executar qualquer obra contemporânea que um produtor lhe sugira, nem se preocupa demasiado com o repertório do século anterior. Tomando o nome do pseudónimo do autor, caricaturista e pioneiro da fotografia Gaspard-Félix Tournachon (1820-1910), tem uma atitude deliberadamente independente que partilha com o artista cujo nome tomou. A sua missão artística destaca com firmeza as actuais correntes musicais, visando posições estéticas específicas, envolvendo formas de concerto alternativas, electrónica e particularmente multimédia. <br>Seja teatral, multimédia ou outra, o Nadar coloca a performance no centro da sua prática artística, desenvolvendo a sua afinidade com a vanguarda em combinação com configurações dramatúrgicas, estratégias ou conceitos que potenciam diferentes experiências do público. Preferencialmente, tal acontece em colaboração com compositores que já exploram tais estratégias na sua obra, como Steen-Andersen, Prins ou Beil.<br>De certa forma, o Nadar apresenta um modelo para o século 21 do que pode ser um agrupamento da nova música: não uma orquestra em miniatura para servir os desejos de qualquer produtor ou compositor, mas um activo parceiro artístico com uma visão estética reconhecível, encapsulada numa identidade colectiva partilhada que assume conjuntamente a responsabilidade por essa missão artística.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(Maarten Beirens, 2018)</p>
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		<title>João Carlos Pinto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2019 08:42:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores]]></category>
		<category><![CDATA[RMC2019]]></category>
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					<description><![CDATA[João Carlos Pinto (Braga,1998) estudou Piano e Composição no Conservatório Gulbenkian de Braga e licenciou-se em Composição na Escola Superior de Música de Lisboa. Participou&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/08/JCPinto-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3636" width="250" height="512"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">João Carlos Pinto (Braga,1998) estudou Piano e Composição no Conservatório Gulbenkian de Braga e licenciou-se em Composição na Escola Superior de Música de Lisboa. Participou em masterclasses e workshops com Ensemble Recherche, Tristan Murail, Thomas Adès, Alexander Schubert, John Chowning, Rebecca Saunders, João Pedro Oliveira, Panayiotis Kokoras, Stefano Gervasoni, Stefan Prins, Carola Bauckholt e Åke Parmerud, entre outros.<br>A sua música tem sido tocada em locais e eventos como Arts Incubator (KOR), CEMI Circles (EUA), Gaudeamus (NL), Porgy &amp; Bess (AUS), Festival Mixtur (ESP) e Casa da Música, Festival DME, Reencontros de Música Contemporânea, O’culto da Ajuda, Teatro Nacional São Carlos, Teatro S. Luiz, gnration, Sonoscopia (PT).<br>Tem recebido encomendas de entidades como Gaudeamus, RTP / Antena 2 e Arte no Tempo. Em 2019, foi nomeado Jovem Compositor Associado dos Estúdios Victor Córdon (parceria com Teatro Nacional S. Carlos e Companhia Nacional de Bailado) e selecionado para o Festival ManiFeste do IRCAM, onde teve aulas com Kaija Saariaho e Thierry de Mey, e trabalhou com Raphaël Cendo e o Ensemble NIKEL numa peça sketch. No mesmo ano, foi ainda selecionado para o programa de residências artísticas de Criação de Ópera “Bijloke Summer Academy”, co-ordenada pela ENOA no LOD Muziektheater (Gent, Bélgica).<br>A sua actividade enquanto performer consiste, maioritariamente, no uso de instrumentos electrónicos que o próprio constrói e modifica, de que destaca os projetos CACO.MEAL e o duo Almeida / Carlos Pinto.Possui partituras editadas e publicadas por MPMP, Scherzo Editions e Arte no Tempo.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Distinções: <br>2º prémio &#8211; VI Concurso de Composição &#8211; Banda Sinfónica Portuguesa; <br>Melhor obra no género &#8211; War movie &#8211; Film Music Competition 2016, Associazione Ravel; <br>1º prémio &#8211; Nanomúsicos Eletroacústicos 2016 &#8211; Festival DME.<br><br>Discografia: <br>Ablaze Records &#8211; Electronics Masters Vol. 7 – disponível a obra “Que ninguém conheça este meu (verdadeiro) nome…”, acusmática;MPMP / ESML 1 – disponível a obra “Nadir”, para orquestra de sopros;<br>MPMP / ESML 3 – disponível a obra “Nothingness as an emergence”, para violoncelo preparado e electrónica (+vídeo e staging).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://joaocarlospinto.com/">joaocarlospinto.com</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Julho 2020)</p>
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		<title>Rui Dias</title>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/RuiDias.jpg" alt="" class="wp-image-5097" width="260" height="305" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/RuiDias.jpg 361w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/RuiDias-257x300.jpg 257w" sizes="auto, (max-width: 260px) 100vw, 260px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Rui Dias (Braga, 1974) é Licenciado em Composição pela ESMAE-IPP (Porto), onde estudou com os professores Virgílio Melo, Cândido Lima, Filipe Pires e Carlos Guedes, e Mestre em Multimédia pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, onde frequenta atualmente o programa doutoral em Média Digitais UT Austin/Portugal.<br>Apresenta regularmente trabalho artístico como compositor, performer e como programador, tendo como áreas privilegiadas a música electroacústica, a improvisação e a criação de sistemas musicais e multimédia interactivos. Entre os eventos e concertos onde participou encontra-se o Festival Música Viva (Lisboa), Festival “Synthèse” (Bourges, França), Dias de Música Electroacústica, Unicer Laboratório Criativo, Festival Tom de Vídeo (Tondela), Festival Future Places (Porto), Guimarães 2012 capital europeia da cultura, Manobras no Porto, Suoni Inauditi (Livorno, Itália), Sonoscopia (Porto), Janeiro dos Grandes Espetáculos (Recife, Brasil), Serralves em Festa (Porto), Noite Branca (Braga), CARA Ano Zero (Matosinhos), Festival Semibreve (Braga), Phonambient Braga (GNRation) e Som Riscado (Loulé).<br>É docente, desde 2005, e coordenador, desde 2007, do curso de Música Electrónica e Produção Musical da Escola de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco (ESART-IPCB). Leccionou diversas formações em áreas ligadas à música por computador.<br><a href="http://ruidias.pt">ruidias.pt</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2019)</p>
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		<title>Orquestra das Beiras</title>
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					<description><![CDATA[A Orquestra Filarmonia das Beiras (OFB) deu o seu primeiro concerto no dia 15 de Dezembro de 1997, sob a direcção de Fernando Eldoro, seu&#8230;]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Orquestra Filarmonia das Beiras</strong> (OFB) deu o seu primeiro concerto no dia 15 de Dezembro de 1997, sob a direcção de Fernando Eldoro, seu primeiro director artístico. Criada no âmbito de um programa governamental para a constituição de uma rede de orquestras regionais, tem como fundadores diversas instituições e municípios da região das beiras, associados da Associação Musical das Beiras, que tutela a orquestra.<br>A OFB é composta por 31 músicos de cordas, sopros e percussão de diversas nacionalidades, com uma média etária jovem e é, desde 1999, dirigida artisticamente pelo Maestro <strong>António Vassalo Lourenço</strong>. Norteada por princípios de promoção e desenvolvimento da cultura musical, através de acções de captação, formação e fidelização de públicos e de apoio na formação profissionalizante de jovens músicos, democratizando e descentralizando a oferta cultural, a OFB tem dado inúmeros concertos, além de desenvolver frequentes e constantes actividades pedagógicas (programas pedagógicos infanto-juvenis, cursos internacionais vocais, instrumentais e de direcção de orquestra, etc.). Também sob estes princípios, apresenta, desde 2006, produções de ópera diversas (infantil, de repertório ou portuguesa).<br>A OFB tem participado nos principais festivais de música do país e do estrangeiro, ou em importantes cooperações e co-produções com outros organismos artísticos, sendo regularmente dirigida por alguns maestros estrangeiros e pelos mais conceituados maestros em actividade em Portugal e tem colaborado com músicos de grande prestígio nacional e internacional. Simultaneamente, tem procurado dar oportunidade à nova geração de músicos portugueses, sejam eles maestros, instrumentistas ou cantores. Do repertório da OFB constam obras que vão desde o Século XVII ao Século XXI, tendo a Direcção Artística dado particular importância à interpretação de música portuguesa, quer ao nível da recuperação do património musical, quer à execução de obras dos principais compositores do século XX e XXI. A OFB é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.orquestradasbeiras.com/">orquestradasbeiras.com</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2021)</p>
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