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	<title>rmc2017 &#8211; Arte no Tempo</title>
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		<title>Ricardo Carvalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 13:46:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ricardo Carvalho (Aveiro, 1999) iniciou os seus estudos musicais aos 6 anos de idade, ingressando dois anos depois no Conservatório de Música de Aveiro Calouste&#8230;]]></description>
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<figure class="alignleft is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/RicardoCarvalho-1-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3936" style="width:342px;height:512px" width="342" height="512" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/RicardoCarvalho-1-683x1024.jpg 683w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/RicardoCarvalho-1-200x300.jpg 200w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/RicardoCarvalho-1-768x1152.jpg 768w" sizes="(max-width: 342px) 100vw, 342px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ricardo Carvalho</strong> (Aveiro, 1999) iniciou os seus estudos musicais aos 6 anos de idade, ingressando dois anos depois no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, onde terminou o 8º grau na classe da professora Ana Maria Ribeiro. Foi laureado em concursos como Gilberta Paiva (2015), na categoria de Música de Câmara &#8211; 1º lugar; Concurso Interno do Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian (2015) &#8211; 1º lugar (tocando a solo com a Orquestra das Beiras); Prémio Jovens Músicos (2016), na categoria de Música de Câmara &#8211; 3º lugar; Concurso Nacional “Paços’ Premium” (2016) &#8211; 2º lugar; Concurso Internacional de Instrumentos de Sopro “Terras de La Sallete” (2017) &#8211; 1º lugar; Concurso de Interpretação do Estoril (2018) &#8211; 3º lugar.<br>Desde muito cedo, adquiriu um especial interesse pela música orquestral, tendo sido seleccionado para a Orquestra de Jovens dos Conservatórios Oficiais de Música (2015 e 2016) e para a Jovem Orquestra Portuguesa (2015), tendo participado nos “Dias da Música” (2015 e 2016), no Festival de Verão no Kongress Palais Kassel (2015) e no “Festival Young Euro Classic”, na Konzerthaus Berlin (2015).<br>Teve oportunidade de colaborar com diversas orquestras e agrupamentos, como Ensemble de Música de Aveiro (EMA), Art’ Orchestra Ensemble, Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Filarmónica Portuguesa, Orquestra XXI, Orchestre de Chambre de Lyon, Orchestre National de Lyon, Orchestre Symphonique Rhône-Alpes e Orchestre de l’Opéra National de Lyon, sob a direção de maestros como Pedro Andrade, Ernst Schelle, José Eduardo Gomes, Paulo Martins, Pedro Carneiro, Osvaldo Ferreira, Dinis Sousa, Péter Csaba, Eliahu Inbal, Mikko Frank, Juanjo Mena, Fabrice Pierre, Philippe Cambreling, Laurent Pillot e Daniele Rustioni.<br>Trabalhou com diversos professores e flautistas em várias masterclasses, entre os quais Angelina Rodrigues, Marta Gonçalves, Paulo Barros, Paolo Taballione, Jean-Louis Beaumadier, Michel Bellavance, Sarah Newbold, Rachel Brown, Felix Rengli e Adriana Ferreira.<br>Concluiu a licenciatura no Conservatoire National Supérieur de Musique et Danse de Lyon, na classe dos professores Julien Beaudiment, Emmanuelle Réville e Giles Cottin, e o mestrado na Haute École de Musique de Lausanne, com José-Daniel Castellon, Loïc Schneider e Sandra Latour.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Agosto de 2023)</p>
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		<title>Carlos Caires</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Apr 2017 16:33:49 +0000</pubDate>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/CAIRES.jpeg" alt="" class="wp-image-4992" width="381" height="286" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/CAIRES.jpeg 720w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/CAIRES-300x225.jpeg 300w" sizes="(max-width: 381px) 100vw, 381px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Carlos Caires (Lisboa, 1968) diplomou-se em composição pela Escola Superior de Música de Lisboa (com Constança Capdeville e Christopher Bochmann). <br>Completou mais tarde o Diploma de Estudos Avançados e o Doutoramento (Bolseiro FCT) na Universidade de Paris 8, sob orientação de Horacio Vaggione. <br>Foi professor no Conservatório Regional de Setúbal e na Escola de Música do Conservatório Nacional (entre 1988 e 1991) passando a leccionar, a partir de 1992, na Escola Superior de Música de Lisboa. Paralelamente ao curso de composição, frequentou diversos cursos de verão de direcção coral e de orquestra, em Portugal e no estrangeiro. Dirigiu, com o maestro Paulo Lourenço, o coro da JMP, fundando posteriormente (também com Paulo Lourenço), o Coro Ricercare, que dirigiu até 1998, altura em que partiu para Paris. <br>A sua música tem sido apresentada em diversos festivais na Europa e na Ásia. Em Portugal no festival Dos 100 Dias/ Expo’98, Música Viva 2003, 2006 e 2008, no festival d’Estoril 2004, de Leiria e no ciclo Música Portuguesa Hoje – CCB, ambos em 2008; no Reino Unido, no Atlantic Waves Festival 2004; na Alemanha, no Festival de Dresden e no Berliner Festspiele, em 2005 e 2008; na China, Semana Internacional de Música Electroacústica de Xangai, em 2009. Recebeu, em 1995, o Prémio Joly Braga Santos, com a obra <em>Al Niente</em>, em 1996, o Prémio Cláudio Carneyro com a obra <em>Wordpainting</em> e, em 1998, o Prémio ACARTE (em ex-equo com o João Madureira) com a obra <em>Retábulo – Melodrama</em>. <br>Como investigador, desenvolve o software de micromontagem sonora IRIN, um projecto iniciado durante o seu doutoramento no CICM (Centre de Recherche Informatique et Création Musicale na Universidade de Paris 8) e continuado no CITAR. <br>Presentemente, vive em Lisboa e ensina na Escola Superior de Música de Lisboa.</p>
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		<title>António de Sousa Dias</title>
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<p class="wp-block-paragraph">Compositor, artista multimédia e investigador,&nbsp;António de Sousa Dias (Lisboa, 1959) é doutorado em Musicologia e diplomado com o Curso Superior de Composição. Divide a sua actividade entre a criação, a pesquisa e o ensino. É autor de música para filmes, documentários e animação, bem como de obras explorando diversas formações (instrumental, electroacústico, misto) e géneros. A performance e o teatro musical também desempenham um papel importante no seu percurso. O seu trabalho de investigação no sector da criação musical e ambientes virtuais conduzem-no actualmente aos domínios do multimédia, da instalação e da criação visual. É Professor Associado na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2017)</p>
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		<title>Tiago Cutileiro</title>
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<p class="wp-block-paragraph">Tiago Cutileiro (Lisboa, 1967) é compositor e artista sonoro. Formou-se em Composição na Universidade de Évora. A sua obra abrange música instrumental, música electrónica, instalações sonoras e&nbsp;audiovisuais, música para filme e para teatro e tem sido apresentada sobretudo em Portugal mas&nbsp;também em Espanha, França e Alemanha. Em 2014, concluiu Doutoramento em Composição sobre&nbsp;a não-narratividade na música contemporânea e a sua relação com géneros musicais tradicionalmente narrativos. Neste contexto compôs a Ópera &#8216;Tudo Nunca Sempre o Mesmo Diferente Nada&#8217;.<br>Recentemente o seu trabalho tem-se focado na relação entre a realidade (tendencialmente não-narrativa) e a artificialidade (tendencialmente narrativa) na música e nas artes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://thegiveups.wordpress.com/">[http://thegiveups.wordpress.com/]</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Janeiro de 2017)</p>
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		<title>Anton Webern</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Apr 2017 16:33:49 +0000</pubDate>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/WEBERN_1_-©-1.jpg" alt="" class="wp-image-5018" width="330" height="239" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/WEBERN_1_-©-1.jpg 534w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/WEBERN_1_-©-1-300x218.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 330px) 100vw, 330px" /><figcaption>DR</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Anton Webern (Viena, 1883 &#8211; Mittersill, 1945) era ainda estudante de musicologia, na Universidade de Viena (onde se doutorou em 1908), quando se tornou aluno particular de Arnold Schönberg, no outono de 1904, encetando assim uma longa amizade e devoção que perdurariam até ao final da sua vida. O grupo que formava com o mestre e com o seu colega Alban Berg – e com outros, que menos se destacaram, como os seus colegas de universidade, Karl Horwitz e Heinrich Jalowetz, ou Erwin Stein e Egon Wellesz – ficou conhecido como Segunda Escola de Viena, por analogia com o grupo dos clássicos vienenses. <br>Webern terá sido não só o primeiro aluno privado de Schönberg, como aquele que mais longe chegou na utilização do sistema dodecafónico, aplicando-o com maior rigor do que o próprio mestre e, por isso, fascinando diferentes gerações de compositores. A forma como organizou ritmo e dinâmica, associada ao inexcedível tratamento<br>das alturas, mereceram-lhe um distinto grupo de seguidores que, também eles, procuraram levar mais longe o legado de que eram herdeiros. Entre esses novos serialistas, da escola de Darmstadt, encontram-se Stockhausen e Boulez. Com o espírito de concisão que Webern revela nos seus aforismas, a obra quase se confunde com a própria série, determinando, na sua essência, os diferentes planos da obra consumada.</p>
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		<title>Leoš Janáček</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Apr 2017 16:33:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Primeiramente aluno do mestre de capela Pavel Krizkovsky, de Brno, Leoš Janáček (Hukvaldy, 1854 &#8211; Ostrava, 1928) prossegue estudos oficiais na Escola de Órgão da&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/Janacek.jpg" alt="" class="wp-image-4798" width="226" height="312"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiramente aluno do mestre de capela Pavel Krizkovsky, de Brno, Leoš Janáček (Hukvaldy, 1854 &#8211; Ostrava, 1928) prossegue estudos oficiais na Escola de Órgão da capital da Boémia, onde estudou com Frantisek Skuhersky e, mais tarde, no Conservatório de Leipzig (1879) e no de Viena (1880).<br>Já instalado em Brno, fundará uma Escola de Órgão. Reconhecido pelo seu notável trabalho na escrita operática, é precisamente com Jenufa, a sua mais afamada produção no género, que chama as atenções dos meios musicais europeus. Notabilizado, igualmente, pelo seu estudo das melodias da fala: &#8220;…quando alguém me dirigia a palavra, podia acontecer que não compreendesse o que me dizia; mas a cadência dos sons! Adivinhava imediatamente o que se passava no seu espírito: sabia o que sentia, compreendia perfeitamente se estava, por exemplo, agitado, ou se, no fundo da sua alma, chorava.&#8221; <br>Com um catálogo que compreende todos os géneros musicais, são de particular relevo, para nomear apenas algumas das obras mais importantes do compositor, <em>Taras Bulba</em> (1918), a <em>Sinfonietta</em> (1926), a peça <em>Nas Brumas</em> (1912) – presente na programação dos Reencontros de Música Contemporânea 2017), o <em>Conto para violoncelo e piano</em> (1910), o Concertino para piano e orquestra de câmara (1925), os Quartetos de Cordas, ou ainda o <em>Diário de um Desaparecido</em> (1919), obra emblemática e de característica marcantes na sua produção.</p>
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		<title>Amílcar Vasques Dias</title>
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					<description><![CDATA[Amílcar Vasques Dias (Monção, 1945) completou estudos superiores de Piano com Maria de Lurdes Ribeiro e de Composição com Cândido Lima, nos Conservatórios de Música&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/AMILCAR.jpg" alt="" class="wp-image-5038" width="213" height="254" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/AMILCAR.jpg 386w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/AMILCAR-252x300.jpg 252w" sizes="auto, (max-width: 213px) 100vw, 213px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Amílcar Vasques Dias (Monção, 1945) completou estudos superiores de Piano com Maria de Lurdes Ribeiro e de Composição com Cândido Lima, nos Conservatórios de Música do Porto e de Braga. Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Secretaria de Estado da Cultura, concluiu o Curso Superior de Composição com Louis Andriessen, Peter Schat e Van Vlijmen, e de Música Electroacústica com Dick Raaijmakers e Gilius Van Bergeijk, no Conservatório Real de Haia, na Holanda, país onde, durante catorze anos, desenvolveu actividade artística e pedagógica como pianista e como compositor. Durante este período, recebeu encomendas do Ministério da Cultura da Holanda, da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, e das Fundações holandesas Amsterdams Fonds voor de Kunst, Fonds voor de Scheppende Toonkunst e Fonds De Volharding. Parte da sua obra está publicada pela editora Donemus-Amsterdam e por Musicoteca, de Lisboa. As orquestras holandesas De Volharding e De Oerkest gravaram algumas das suas obras. A sua música tem sido tocada na Europa e na América, em festivais de música contemporânea, na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), June in Buffalo (EUA), Cantigas do Maio (Seixal), S. Paulo (Brasil), Lisboa Capital da Cultura’94 – Skite (CCB-Lisboa), Astrakhan (Rússia), Manchester (UK), Capuchos’97 (CCB – Lisboa) e Encontro do Alentejo de Música do Séc. XXI (Évora). <br>Foi docente de Composição, Orquestração, Música Electroacústica, Análise, Formação Auditiva e Harmonia ao Teclado nas Escolas Superiores de Música de Lisboa (1988-1990) e do Porto (1995-1996), assim como nas Universidades de Aveiro (1990-1996) e de Évora (1996-2010).</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2017)</p>
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		<title>Lei Liang</title>
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					<description><![CDATA[Compositor sino-americano, Lei Liang (Tianjin, 1972) estudou Composição com Harrison Birtwistle, Robert Cogan, Chaya Czernowin e Mario Davidovsky. Diplomado pelo New England Conservatory of Music&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/LeiLiang-1.jpg" alt="" class="wp-image-4806" width="181" height="236" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/LeiLiang-1.jpg 265w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/LeiLiang-1-230x300.jpg 230w" sizes="auto, (max-width: 181px) 100vw, 181px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Compositor sino-americano, Lei Liang (Tianjin, 1972) estudou Composição com Harrison Birtwistle, Robert Cogan, Chaya Czernowin e Mario Davidovsky. Diplomado pelo New England Conservatory of Music e pela Universidade de Harvard, foi professor na China, na Shaanxi Normal University College of Arts, em Xi’an. Leccionou, igualmente, no Conservatório de Música Wuhan e no Middlebury College. Actualmente é professor na Universidade da California, San Diego. Distinguido com o Prémio Roma, em 2011, o seu concerto <em>Xiaoxiang</em>, para saxofone e orquestra, foi finalista do Prémio Pulitzer em Música, em 2015. Com inúmeras encomendas efectivadas, destacam-se aquelas pela New York Philharmonic and Alan Gilbert, para o concerto inaugural do CONTACT! – New Music Series. A sua música está presente em registo áudio nos catálogos Naxos, Mode, New World, Bridge, Innova e Telarc Records. Dedica-se, igualmente, à investigação e preservação da música tradicional asiática.</p>
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		<title>Álvaro Salazar</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Apr 2017 16:33:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Compositor, maestro, professor e crítico musical, Álvaro Salazar (Porto, 1938) iniciou os estudos musicais no Porto, prosseguindo-os no Conservatório Nacional de Lisboa. Em 1962 licenciou-se&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/SALAZAR_-©nacarato-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-5041" width="323" height="215" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/SALAZAR_-©nacarato-1024x683.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/SALAZAR_-©nacarato-300x200.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/SALAZAR_-©nacarato-768x512.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/SALAZAR_-©nacarato.jpg 1500w" sizes="auto, (max-width: 323px) 100vw, 323px" /><figcaption>© Bruno Nacarato / Atelier de Composição</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Compositor, maestro, professor e crítico musical, Álvaro Salazar (Porto, 1938) iniciou os estudos musicais no Porto, prosseguindo-os no Conservatório Nacional de Lisboa. Em 1962 licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa, ingressando mais tarde na carreira diplomática, que veio a abandonar em 1972, para se dedicar exclusivamente à música. Teve como mestres, no estrangeiro, Gilbert Amy (Análise) e Hans Swarowsky e Pierre Dervaux (Direcção de Orquestra). Na qualidade de bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, frequentou em Paris o Groupe de Recherches Musicales. Nas provas finais do Curso de Direcção na École Normale de Paris, foi-lhe concedida, por unanimidade, a mais alta classificação. Como chefe de orquestra actuou à frente das principais orquestras portuguesas e ainda em Espanha, Colômbia, França, Alemanha e Itália.<br>Foi professor na Escola de Música do Conservatório Nacional e nas Escolas Superiores de Música do Porto e de Lisboa.<br>Em 1978, fundou a Oficina Musical, grupo dedicado ao estudo e divulgação da música do Séc. XX, do qual é ainda director artístico. <br>Pelos serviços prestados à cultura musical, foi distinguido com a Medalha de Mérito (Ouro) da Câmara Municipal do Porto e o Prémio Almada do Instituto das Artes Ministério da Cultura.<br>A Cooperativa Árvore, do Porto, prestou-lhe uma homenagem em sessão pública e a Sociedade Portuguesa de Autores, no âmbito das celebrações do 80º aniversário, atribuiu-lhe a Medalha de Honra da Sociedade. <br>Das suas obras, destacam-se o trabalho orquestral Glosa e Fanfarra sobre uma Fantasia de António Carreira, o ciclo Intermezzi, para várias formações solo ou&nbsp; camarísticas, ou o notável Quarteto de Cordas dedicado a Fernando Lopes Graça. <br>As Edições do Atelier de Composição dedicaram-lhe um número na colecção de livros Compositores Portugueses Contemporâneos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2017)</p>
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		<title>Jonathan Harvey</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Apr 2017 16:33:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Jonathan Harvey (Sutton Coldfield, 1939 &#8211; Lewes, 2012) foi o mais interessante compositor britânico do século XX. Coralista no St. Michael’s College, Tenbury (1948-52), aluno&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/JonathanHarveycomposer.jpg" alt="" class="wp-image-4815" width="384" height="384" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/JonathanHarveycomposer.jpg 650w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/JonathanHarveycomposer-300x300.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/JonathanHarveycomposer-150x150.jpg 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/JonathanHarveycomposer-45x45.jpg 45w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/JonathanHarveycomposer-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 384px) 100vw, 384px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Jonathan Harvey (Sutton Coldfield, 1939 &#8211; Lewes, 2012) foi o mais interessante compositor britânico do século XX. Coralista no St. Michael’s College, Tenbury (1948-52), aluno em Repton (1952-57), acabou o curso de música na Faculdade de St. John, Cambridge. Fez o doutoramento nas universidades de Glasgow e Cambridge, estudando também particularmente (a conselho de Benjamim Britten) com Erwin Stein e Hans Keller, que o aproximaram da escola de Schoenberg. Nos anos sessenta compôs livremente sob diversas influências. Durante o seu período de Harkness Fellow em Princeton (1969-70), contactou com Milton Babbitt. Findo o curso de Princeton, o compositor estava já seguro dos seus objectivos musicais, no que à profundidade estrutural respeitava– resultado imediato do seu trabalho em análise schenkeriana.<br>O seu contacto com Stockhausen foi decisivo no que toca à sua orientação em técnicas de estúdio, comungando da sua perspectiva de que as técnicas electrónicas permitiam transcender os limites físicos das fontes sonoras tradicionais. Da sua afinidade com Stockhausen (que tal como Harvey procurou empreender uma aproximação entre o racional/científico e o místico/intuitivo), nasceu uma monografia que, em 1975, publicou sobre o compositor alemão. Cobrindo géneros diversos (de música de câmara a ópera), compôs obras incontornáveis como <em>Mortuos Plango, vivos voco</em> (electrónica sobre suporte, 1980), <em>Madonna of Winter and Spring</em> (orquestra e electrónica, 1986), <em>Tombeau de Messiaen</em> (piano e electrónica, 1994, interpretados nos Reencontros 1997) <em>Death of Light, Light of Death</em> (quinteto, 1998) e Quarteto de Cordas nº 4 com electrónica ao vivo (2003). <br>A convite de Pierre Boulez, trabalhou no IRCAM a partir do início dos anos 80, onde empreendeu um importante trabalho de pesquisa sobre o som. <br>Entre 2005 e 2008, foi compositor em residência na Orquestra Sinfónica Escocesa da BBC, tendo nesse âmbito composto <em>Body Mandala</em>,<em> &#8230;towards a pure land e Speakings</em>.<br>Doutor Honoris Causa pelas universidades de Southampton, Sussex, Bristol e Huddersfield, Harvey foi professor nas Universidade de Sussex (1977-1993; posteriormente, professor honorário) e Stanford (1995-2000), professor convidado no Imperial College de Londres e membro honorário do St. John’s College de Cambridge.<br>Foram-lhe atribuídos prestigiados prémios, como Britten (1993), Giga-Hertz (2007) e Príncipe do Mónaco, tendo sido o primeiro compositor britânico a receber o Grande Prémio Charles Cros. Por altura do seu septuagésimo aniversário, a sua música foi celebrada um por todo o mundo ocidental. As suas obras continuam a ser amplamente divulgadas, figurando no programa dos mais importantes festivais de música contemporânea, na interpretação dos mais prestigiados agrupamentos.</p>
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