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		<title>Armando Santiago</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Apr 2017 16:33:49 +0000</pubDate>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/SANTIAGO_1-1024x959.jpg" alt="" class="wp-image-5009" width="302" height="282" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/SANTIAGO_1-1024x959.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/SANTIAGO_1-300x281.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/SANTIAGO_1-768x719.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/SANTIAGO_1-1536x1439.jpg 1536w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/SANTIAGO_1-2048x1918.jpg 2048w" sizes="(max-width: 302px) 100vw, 302px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Compositor, professor e maestro, Armando Santiago (Lisboa, 1932) estudou canto, piano e violoncelo no Conservatório Nacional de Lisboa, assim como Direcção de Orquestra com Hans Münch e Franco Ferrara, em Itália. Em 1954 é-lhe atribuído o Primeiro Prémio de História da Música e, em 1960, o Primeiro Prémio de Composição, ambos no Conservatório Nacional. Posteriormente desloca-se para Paris, onde estudou as técnicas da música concreta com Pierre Schaeffer, no Serviço de Pesquisa da ORTF. <br>Bolseiro dos Governos de Portugal e de Itália, trabalhou em Roma, com Boris Porena, e seguiu o curso de Goffredo Petrassi na Academia de Santa Cecília, obtendo o diploma de estudos superiores de Composição. Em 1968 fixa-se no Canadá, onde inicia actividade docente em Composição e dirige a classe de orquestra do Conservatório de Música de Trois-Rivières, instituição de que foi, mais tarde, director (1974-1978). Naturalizado canadiano em 1972, foi ainda nomeado director do Conservatório de Música do Quebec, tendo sido o responsável, a pedido da Direcção Geral dos Conservatórios de Música do Quebec, para prosseguir as reformas dos programas de ensino. Com um catálogo que abrange os géneros solísticos, de câmara, orquestral, vocal e electrónico, a sua actividade de composição surge como uma forma de responder a uma necessidade pessoal, procurando o cumprimento do detalhe e da justeza de cada atitude. Sem perder de vista o ensino da História, para Armando Santiago, compor não é um acto isolado da problemática geral da criação artística. <br>A partitura musical não é, assim, mais do que um ‘ajustamento’, por via de códigos específicos, e o compositor um artesão-filtro, sensível e ecléctico. As transformações da linguagem e dos símbolos, apanágio do diálogo, penetrarão então implicitamente, por osmose, na estrutura profunda da obra, e isto, à margem da adopção activa de soluções imediatas de última hora, do refúgio sistemático da trajectória da herança, ou do pudor dos valores do humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2017)</p>
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		<title>Raquel Camarinha</title>
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					<description><![CDATA[Após a sua formação em Portugal, Raquel Camarinha obtém em 2011 o Mestrado de Canto no Conservatoire National Supérieur de Musique et Danse de Paris&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após a sua formação em Portugal, Raquel Camarinha obtém em 2011 o Mestrado de Canto no Conservatoire National Supérieur de Musique et Danse de Paris e, em 2013, os Diplômes d’Artiste Interprète «Canto» e «Reportório Contemporâneo e Criação». Em 2017, Raquel Camarinha foi nomeada na categoria Revelação Lírica nas Victoires de la Musique Classique, em França. Outros prémios incluem o 1º prémio do Concurso de Canto Barroco de Froville em 2013, 1º prémio no Concurso Nacional de Canto Luísa Todi, Best Female Interpreter Award, na Armel Opera Competition, Hungria, PJM 2007 e o 2º Concurso de Canto Lírico da Fundação Rotária Portuguesa.<br />Em palco, Raquel Camarinha encarna variados papéis e é especialmente considerada pela crítica nas suas interpretações de Mozart (Pamina, Susanna, Zerlina) e Haendel (Morgana, Bellezza). Podemos ouvi-la nos maiores teatros franceses (Chatelet, Chorégies d’Orange, Opéra Comique, Philharmonie de Paris) e europeus (Alemanha, Espanha, Itália, Portugal, Suíça). Desenvolve igualmente um grande interesse pelo repertório mais recente, tendo estreado obras de vários compositores, nomeadamente duas óperas de Luís Tinoco, <em>La Passion de Simone</em> de K. Saariaho, e <em>Giordano Bruno</em> de F. Filidei. Encontramo-la frequentemente na televisão e rádio francesas e portuguesas. Em 2014, France Musique consagra-lhe uma emissão no programa &#8220;Génération Jeunes Interprètes&#8221; de Gaelle Le Gallic. Esta temporada, Raquel Camarinha integrará a programação de vários teatros em Roma, Paris, Lisboa e Palma de Maiorca, entre outros. Será Justine/Juliette em <em>La Passion selon Sade</em> de S. Bussotti e participará nomeadamente nos prestigiosos festivais L’Hermitage e La Roque d’Anthéron. </p>
<p> </p>
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		<title>Ricardo Guerreiro</title>
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					<description><![CDATA[Ricardo Guerreiro (Lisboa, 1975) desenvolve a sua actividade artística predominantemente no âmbito da composição e da performação de música electroacústica. Tem um particular interesse pela&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image is-resized">
<figure class="alignright size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-5516" style="width:274px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-1024x1024.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-300x300.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-150x150.jpg 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-768x768.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-45x45.jpg 45w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-500x500.jpg 500w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG.jpg 1302w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Ricardo Guerreiro (Lisboa, 1975) desenvolve a sua actividade artística predominantemente no âmbito da composição e da performação de música electroacústica. Tem um particular interesse pela descrição algorítmica do fenómeno sonoro e pela integração do som sintético em formações instrumentais mais tradicionais, sobretudo em âmbito camerístico. Ao longo dos últimos anos tem vindo a colaborar com diferentes músicos na composição de situações performativas de contexto diversificado, representadas em várias edições discográficas. A sua aproximação à criação musical tem sido progressivamente influenciada pelas disciplinas clássicas das denominadas ‘artes visuais’, nomeadamente o desenho, a pintura e a escultura. Uma maior consciencialização desta relação tem-no levado a privilegiar musicalmente características como a textura sonora de fundo (o <em>silêncio</em> pós-Cage), o sentido de escala (tempo, durações, proporções), a morfologia interna do material sonoro implicado, bem como a encenação formal dos diferentes elementos musicais. Mais recentemente, tem procurado actualizar e alargar a noção de escrita musical enquanto poética associada ao conjunto das expressões literárias computacionais.<br>Investigador no CESEM (Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical) da FCSH da Univ. Nova de Lisboa, é doutorado em Ciência e Tecnologia das Artes, com especialização em Informática Musical / <em>Computer Music </em>(2015) pela Escola das Artes da Universidade Católica do Porto. Licenciou-se em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa (2000), em Música Electrónica (2004) pelo <em>Conservatorio di Musica Benedetto Marcello di Venezia</em> (Itália) e em Ciências Musicais (2007) pela Universidade Nova de Lisboa. Frequentou os seminários semestrais de Estética (2001) e de Iconologia (2004) com Giorgio Agamben, respectivamente nas Universidades de Verona e Veneza. Frequentou cursos e seminários de composição em Lisboa, Porto, Aveiro, Paris (IRCAM &#8211; ’99), Darmstadt (&#8217;98 e 2000) e Veneza.<br>É Professor na Escola Superior de Teatro e Cinema.<br>Criou o ‘Laboratório de Som’ no Curso de Cinema / Imagem em Movimento’ no Ar.Co (Centro de Arte e Comunicação Visual), escola com a qual tem vindo a colaborar desde 2004.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Maio 2024)</p>
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		<title>Grupo de Percussão da Universidade do Minho</title>
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					<description><![CDATA[Com uma atividade regular desde 2012, o Grupo de Percussão promove a criação e interpretação camerística no âmbito da classe de Percussão do Departamento de Música&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com uma atividade regular desde 2012, o Grupo de Percussão promove a criação e interpretação camerística no âmbito da classe de Percussão do Departamento de Música da Universidade do Minho. Contando com um elenco de 15 percussionistas, em formações variáveis, o agrupamento privilegia a criação contemporânea, destacando- se na sua actividade recente a estreia da obra <em>Bridges and Gardens</em>, de João Pedro Oliveira, e participações em inúmeros concertos e festivais, como o Serralves em Festa, Tromp (Holanda) e Adams International Percussion Festival (Holanda). O Grupo de Percussão da Universidade do Minho tem, desde a sua criação, direcção artística do professor Nuno Aroso. </p>
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		<title>Alexandre Delgado</title>
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					<description><![CDATA[Iniciados os seus estudos musicais em violino, na Fundação Musical dos Amigos das Crianças, Alexandre Delgado (Lisboa, 1965) foi aluno particular de Joly Braga Santos&#8230;]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Iniciados os seus estudos musicais em violino, na Fundação Musical dos Amigos das Crianças, Alexandre Delgado (Lisboa, 1965) foi aluno particular de Joly Braga Santos em Composição, estudando ainda com Jacques Carpentier, em França, tendo-se diplomado com o 1º Prémio do Conservatório de Nice em 1990. Entre a sua produção, sobressai a música de câmara (Quarteto para Contrabaixos, Quarteto de Cordas, <em>Canteto</em>, Trio com Piano, <em>Antagonia</em>, <em>Langará</em>, <em>The Panic Flirt</em>), a música orquestral e concertante (Concerto para Flauta e Orquestra, Concerto para Viola e Orquestra, <em>Tresvariações</em>, <em>Verdiana</em>), a música vocal (<em>Turbilhão</em>, <em>Poema de Deus e do Diabo</em>, <em>Santo Asinha</em>, <em>Tríptico Camoniano</em>, <em>Ciclo Quinhentista</em>, <em>O Pequeno Abeto</em>, para coro e orquestra). Dirigiu a estreia da sua ópera de câmara <em>O Doido e a Morte</em> (1993) no Teatro Nacional de São Carlos e no Theater am Halleschen Ufer, em Berlim, e da ópera, em dois actos <em>A Rainha Louca</em> (2009), em Portugal e no Brasil. A sua música foi escolhida para várias edições dos World Music Days e tem recebido encomendas de diversos festivais internacionais.<br/>Aluno em viola de Barbara Friedhoff, venceu o Prémio Jovens Músicos em 1987 e tocou sob a direcção de Claudio Abbado e Zubin Mehta na Orquestra de Jovens da União Europeia.<br/>Estreou, como solista, o seu Concerto para Violeta em Portugal, Espanha e Holanda e dedica-se à música de câmara como membro do Moscow Piano Quartet.<br/>Director artístico do Festival de Música de Alcobaça desde 2002, assina o programa A Propósito da Música, na Antena 2, desde 1996 e é regularmente convidado como conferencista e comentador de concertos. É autor dos livros <em>A Sinfonia em Portugal</em> e <em>A Culpa é do Maestro</em> (crítica musical), tendo co-assinado o livro Luís de Freitas Branco, primeira obra de fundo dedicada ao compositor, já traduzida para inglês.</p>
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		<title>Rui Penha</title>
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					<description><![CDATA[Compositor, artista intermédia e performer de música electroacústica, Rui Penha (Porto, 1981) completou um Doutoramento em Música (Composição) na Universidade de Aveiro. A sua música foi&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Compositor, artista intermédia e performer de música electroacústica, Rui Penha (Porto, 1981) completou um Doutoramento em Música (Composição) na Universidade de Aveiro. A sua música foi tocada e gravada por músicos como Arditti Quartet, Peter Evans, Remix Ensemble ou Orquestra Gulbenkian. Foi fundador e curador da Digitópia (Casa da Música) e tem um grande interesse pela relação entre a música e a tecnologia. A sua produção recente inclui interfaces para expressão musical, software para espacialização sonora, instalações interactivas, robôs musicais, autómatos improvisadores e software educativo. Mais recentemente, tem-se concentrado nos problemas da definição e condução da investigação artística. Ensinou em diversas instituições de ensino superior portuguesas (DeCA-UA, ESMAE, ESART, ULP) e é, actualmente, Professor Assistente na ESMAE e investigador no CESEM.<br><a href="http://ruipenha.pt/">ruipenha.pt</a> </p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2022)</p>
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		<title>Orquestra das Beiras</title>
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					<description><![CDATA[A Orquestra Filarmonia das Beiras (OFB) deu o seu primeiro concerto no dia 15 de Dezembro de 1997, sob a direcção de Fernando Eldoro, seu&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Orquestra Filarmonia das Beiras</strong> (OFB) deu o seu primeiro concerto no dia 15 de Dezembro de 1997, sob a direcção de Fernando Eldoro, seu primeiro director artístico. Criada no âmbito de um programa governamental para a constituição de uma rede de orquestras regionais, tem como fundadores diversas instituições e municípios da região das beiras, associados da Associação Musical das Beiras, que tutela a orquestra.<br>A OFB é composta por 31 músicos de cordas, sopros e percussão de diversas nacionalidades, com uma média etária jovem e é, desde 1999, dirigida artisticamente pelo Maestro <strong>António Vassalo Lourenço</strong>. Norteada por princípios de promoção e desenvolvimento da cultura musical, através de acções de captação, formação e fidelização de públicos e de apoio na formação profissionalizante de jovens músicos, democratizando e descentralizando a oferta cultural, a OFB tem dado inúmeros concertos, além de desenvolver frequentes e constantes actividades pedagógicas (programas pedagógicos infanto-juvenis, cursos internacionais vocais, instrumentais e de direcção de orquestra, etc.). Também sob estes princípios, apresenta, desde 2006, produções de ópera diversas (infantil, de repertório ou portuguesa).<br>A OFB tem participado nos principais festivais de música do país e do estrangeiro, ou em importantes cooperações e co-produções com outros organismos artísticos, sendo regularmente dirigida por alguns maestros estrangeiros e pelos mais conceituados maestros em actividade em Portugal e tem colaborado com músicos de grande prestígio nacional e internacional. Simultaneamente, tem procurado dar oportunidade à nova geração de músicos portugueses, sejam eles maestros, instrumentistas ou cantores. Do repertório da OFB constam obras que vão desde o Século XVII ao Século XXI, tendo a Direcção Artística dado particular importância à interpretação de música portuguesa, quer ao nível da recuperação do património musical, quer à execução de obras dos principais compositores do século XX e XXI. A OFB é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.orquestradasbeiras.com/">orquestradasbeiras.com</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2021)</p>
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		<title>György Kurtag</title>
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					<description><![CDATA[György Kurtág (Lugoj, 1926) estudou piano com Magda Kardos e composição com Max Eisikovits. Em 1946, mudou-se para Budapeste onde estudou composição com Sandor Veress&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" width="560" height="350" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/kurtag_gyorgy.jpg" alt="" class="wp-image-4889" style="width:441px;height:276px" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/kurtag_gyorgy.jpg 560w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/kurtag_gyorgy-300x188.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /><figcaption class="wp-element-caption">DR</figcaption></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">György Kurtág (Lugoj, 1926) estudou piano com Magda Kardos e composição com Max Eisikovits. Em 1946, mudou-se para Budapeste onde estudou composição com Sandor Veress e Ferenc Farkas, piano com Pál Kadosa e música de câmara com Leo Weiner. No final dos anos cinquenta, passou uma temporada em Paris que viria a ser determinante na definição do seu pensamento musical, estudando com Marianne Stein e assistindo às aulas de Milhaud e Messiaen, junto de quem adquiriu técnicas da segunda escola de Viena. De regresso à Hungria, onde viveu quase toda a vida e compôs a maioria das suas obras, escreveu a primeira obra do seu catálogo – quarteto de cordas.<br>Kurtág foi professor de piano e de música de câmara na Academia de Budapeste, de 1967 a 1986, ano em que se aposentou. Testemunho da sua dedicação ao ensino são os vários ciclos de peças para piano, <em>Játékok</em>, destinados a crianças e inspirados nas suas brincadeiras (Játékok = jogos). Também a música de câmara é um dos seus géneros favoritos, centrando-se a sua produção para pequenos agrupamentos num plano estrutural em que patenteia caracteristicamente a micro-forma.<br>Outro marco da sua obra é composto pelas peças vocais, de que o ciclo <em>Messages de feu Demoiselle Troussova</em> (1976-80), para soprano e agrupamento de câmara, é um belo exemplo. <br>Trabalhando textos de Kafka, Beckett, Dalos, Pilinsky, no âmago das suas preocupações encontra-se a semântica e a inteligibilidade do texto.</p>
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		<title>Arnold Schoenberg</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Apr 2017 16:33:49 +0000</pubDate>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/SCHONBERG-©man_ray_02.jpg" alt="" class="wp-image-5007" width="193" height="295" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/SCHONBERG-©man_ray_02.jpg 381w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/SCHONBERG-©man_ray_02-196x300.jpg 196w" sizes="auto, (max-width: 193px) 100vw, 193px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Caso paradigmático de auto-didactismo nos estudos musicais, Arnold Schönberg (Viena, 1874 &#8211; Los Angeles, 1951) foi dos mais importantes compositores e teóricos de todos os tempos. Iniciando-se, desde cedo, com pequenas experiências na composição, o próprio compositor advogava que Óscar Adler (violinista), David Bach (linguista, filósofo e matemático) e Alexander von Zemlinsky (compositor) eram os três responsáveis pela sua primeira instrução musical e literária. Depois de uma fase inicial, caracterizada por uma expansão da linguagem tonal vigente, e em que pontificam obras da maior importância como o admirável sexteto de cordas – <em>Noite transfigurada</em> (1899), o poema sinfónico<em> Pelléas e Mélisande</em> (1903), ou a Sinfonia de Câmara (1906), Schönberg passa por obras de magistral importância na sua produção (<em>Pierrot Lunaire</em>, de 1912), até que se aproxima definitivamente da atonalidade (ou “tonalidade suspensa”, como o próprio preferia), que o leva a desenvolver o sistema dodecafónico que surge, pela primeira vez no seu trabalho composicional, na Valsa, das suas Cinco peças para piano, Op. 23 (1920-1923). Sistema tão importante quanto ainda hoje por muitos odiado, marcou indelevelmente não só os seus directos alunos, mas também todas as gerações seguintes. Com a tomada do Poder pelos Nazis, Schönberg vê-se forçado a abandonar Berlim, exilando-se primeiramente em França e depois, definitivamente, nos Estados Unidos, onde viria a desenvolver uma actividade académica de relevo.</p>
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		<title>Ana Cancela</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Dec 2012 22:17:05 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">Ana Cancela (Porto, 1973) concluiu, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, o grau de Licenciatura em Piano Solo nas classes dos professores Fausto Neves e Miguel Borges Coelho. É também licenciada e mestre em História da Arte, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Exerceu actividade de concertista, dando preferência à interpretação da música contemporânea, e de docente de piano no Conservatório de Música do Porto (CMP), entre 2011 e 2017. Participou nas comemorações dos 100 anos do CMP, responsável pela integração da instituição no <a href="https://artsandculture.google.com/partner/the-conservatory-of-music-of-oporto">Google Arts and Culture Institute</a> realizando um trabalho de investigação sobre as classes de Piano desde a fundação até à actualidade, que culminou com a exposição virtual “<a href="https://artsandculture.google.com/exhibit/mwIC2kyVZkAZLQ">A tradição do Piano no CMP: 100 de história</a>”. <br>Paralelamente, dedica-se à investigação na área dos Estudos Transdisciplinares História da Arte/História da Música e Práticas Artísticas Contemporâneas. Actualmente é doutoranda em Estudos do Património (História da Arte) na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde está a desenvolver uma investigação consagrada ao tema “Artes Sonoras na Performance Art em Portugal: sinergias, práticas e arquivo” sob a orientação da Professora Doutora Leonor Barbosa e co-orientação do Professor Doutor Hugo Barreira.<br>É investigadora integrada do Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura Espaço Memória (<meta charset="utf-8">CITCEM).</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Fevereiro de 2022)</p>



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