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	<title>RMC 2019 &#8211; Arte no Tempo</title>
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		<title>Diogo Coelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 16:40:29 +0000</pubDate>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/Diogo-Coelho-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3708" width="473" height="316" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/Diogo-Coelho-1024x683.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/Diogo-Coelho-300x200.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/Diogo-Coelho-768x512.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/Diogo-Coelho.jpg 2048w" sizes="(max-width: 473px) 100vw, 473px" /><figcaption>Diogo Coelho @ &#8220;Tudo Nunca Sempre o Mesmo Diferente Nada&#8221; ©FF</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diogo Coelho </strong>(Porto, 1988) iniciou os seus estudos musicais aos oito anos de idade com Suzanna Lidegran no Conservatório de Música do Porto. Em 1999, foi admitido na Artave (Escola Profissional Artística do Vale do Ave) na classe da mesma pedagoga, concluindo a sua graduação com distinção.<br>Realizou os seus estudos superiores na ESMAE (Escola Superior de Artes do Espectáculo – Porto) com o prof. Dr. Radu Ungureanu, terminando a Licenciatura em Instrumento (Violino) com a classificação máxima e o Mestrado em Interpretação Artística com média de dezoito valores.<br>No ano de 2010, obteve o primeiro prémio no Concurso Helena Sá e Costa, na ESMAE, tendo-se apresentado a solo com a Orquestra Sinfonieta, interpretando o Concerto nº 1 op. 9 de S. Prokofiev, sob a direcção do maestro Vytautas Lukocius. Em 2013, ficou classificado em 2º lugar ex aequo no Concurso Internacional Santa Cecília. <br>Participou em Masterclasses com Boris Kuniev, Aníbal Lima, Zakhar Bron, Yossi Zivoni, Philippe Aiche, Roman Nodel, Daniel Rowland e Stephan Piccard, em violino, e com os prestigiados quartetos de cordas Prazak, Fine Arts, Pavel Haas, Ardeo e Ébéne.<br>Enquanto primeiro violino do Quarteto Verazin, tem-se apresentado no Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim nos anos de 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018; Semanas da Música &#8211; Estoril, em 2013 e 2018; Dias da Música &#8211; CCB, 2013; a solo, Aurora Chamber Music Festival, sob a direcção de Kürt Masur, em 2015.<br>É membro fundador do ars ad hoc, agrupamento de música de câmara da Arte no Tempo, criado em 2018, que se dedica à interpretação do grande repertório assim como da mais recente criação musical, com o qual tem feito diversas estreias absolutas e estreias nacionais de compositores de referência como Beat Furrer.<br>Em 2021, conquistou o lugar de segundo concertino na Orquestra do Norte. </p>



<p class="wp-block-paragraph">[última actualização: 2022]</p>
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		<title>Johannes Haase</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 12:41:57 +0000</pubDate>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/01/Johannes-Haase-®Lukasz-Rajchert-1.jpeg" alt="" class="wp-image-4401" width="456" height="303" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/01/Johannes-Haase-®Lukasz-Rajchert-1.jpeg 640w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/01/Johannes-Haase-®Lukasz-Rajchert-1-300x200.jpeg 300w" sizes="(max-width: 456px) 100vw, 456px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Johannes Haase </strong>(Wolfenbüttel, 1983) é um violinista extremamente versátil que toca instrumentos antigos, modernos, eléctricos, sendo muito activo nas áreas do jazz, música improvisada e contemporânea. É conhecido pelas suas muitos entusiasmantes interpretações na área da música contemporânea, a sua criatividade no desenvolvimento de técnicas de execução e também pelo seu singular uso de pedais de efeitos.<br>Para além dos seus projectos a solo, Johannes toca e viaja regularmente com a Deutsche Kammerphilharmonie Bremen e a Orquestra de Câmara da Basileia. Tem colaborado com Flowin Immo, the First Church of Free Music, the Dorf, Absolute Ensemble New York, oh-ton ensemble, o mestre de sitar indiano Imran Khan, Myotis Kollektiv, MAM.manufaktur für aktuelle Musik e, mais recentemente, o duo de violino e percussão Scylla. É membro fundador do agrupamento de Colónia Kommas Ensemble. Em 2018 e 2019, Johannes colabora ainda com o Goethe Institut no Chile e na Índia.<br>Mestre em Improvisação livre pela Academia de Música da Basileia (Suíça), estudou com Fred Frith. Estudou também com Irvine Arditti, Ken Zuckerman, Thomas Klug, Igor Ozim e membros do Ensemble Modern, bem como com Kala Ramnath, em Bombaim, e com Ellery Eskelin em Nova Iorque.<br>Em 2008, venceu o John Cage Award (pela interpretação de música contemporânea) e, em 2011, foi-lhe atribuído o Klaus Huber-Sonderpreis pela Universidade de Artes de Bremen.<br>Johannes Haase orientou Masterclasses em Universidades na América do Sul e na Ásia, tendo sido instructor da Junge Deutsche Philharmonie. <br>Actualmente, ensina Improvisação na Academia da Deutsche Kammerphilharmonie Bremen. Toca um violino construído por Stephan von Baehr (Paris, 2009) e um Violectra de Dave Bruce Johnson (Birmingham, 2010).</p>
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		<title>Horácio Ferreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 12:38:33 +0000</pubDate>
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<figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2022/11/HF1-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-9297" width="342" height="512" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2022/11/HF1-683x1024.jpg 683w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2022/11/HF1-200x300.jpg 200w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2022/11/HF1-768x1152.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2022/11/HF1-1024x1536.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2022/11/HF1-1365x2048.jpg 1365w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2022/11/HF1-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 342px) 100vw, 342px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horácio Ferreira</strong> (Pinheiro de Ázere, 1988) tem-se diferenciado por integrar vários projectos a solo e em música de câmara, sendo um dos mais reconhecidos clarinetistas da sua geração. Foi “Rising Star” da European Concert Hall Organization, aparecendo em concerto nas mais prestigiadas salas de espectáculos, como a Philharmonie de Paris, Concertgebouw (Amsterdão), Barbican (Londres), Musikverein (Viena) ou Elbphilharmonie (Hamburgo).<br>Jovem Músico do ano em 2014 e primeiro clarinetista a vencer os níveis médio e superior do Prémio Jovens Músicos, conquistou igualmente prémios no “Concours Debussy” em Paris, no “Prague Spring Competition” em Praga, no Concurso de Interpretação do Estoril e foi vencedor do Concurso Internacional de Clarinete “J. Pakalnis” em Vilnius, do concurso “La Salette” e do Prémio Novos Talentos “Ageas”. Recebeu a medalha de mérito do Município de Santa Comba Dão e o prémio revelação da revista “Anim’Art”.<br>O percurso de Horácio Ferreira tem-no levado a diferentes países na Europa, China, Brasil, EUA, Dubai. Apresentou-se como solista com a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Filarmónica Checa, Orquestra de Câmara de Colónia, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Estatal de Atenas, Orquestra XXI, Banda Sinfónica de Tenerife, Orquestra de Câmara de Israel e Banda Sinfónica Portuguesa, entre outras. Integra o ars ad hoc, explorando diferentes possibilidades em música de câmara, e é fundador do Art’Ventus Quintet.<br>Diplomado pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, na classe de António Saiote, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian na Escuela Superior de Musica Reina Sofia, em Madrid, onde estudou com Michel Arrignon, e em Paris, com Nicolas Baldeyrou. Gravou para a RDP/RTP, France Musique, Radio Catalã e Televisão Húngara. Actualmente é doutorando na Universidade de Aveiro, onde também é professor.<br>Horácio Ferreira é artista da marca Vandoren e, desde 2018, assessor artístico do Festival Internacional de Música de Marvão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">[última actualização: 2022]</p>
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		<title>Ricardo Gaspar</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 18:29:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ricardo Gaspar (Lisboa, 1991) começou os seus estudos musicais aos 8 anos na Fundação Musical dos Amigos das Crianças, com os professores Teresa Beatriz Abreu&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/Ricardo-Gaspar-viola-1.jpg" alt="" class="wp-image-3011" width="492" height="326" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/Ricardo-Gaspar-viola-1.jpg 1966w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/Ricardo-Gaspar-viola-1-300x199.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/Ricardo-Gaspar-viola-1-768x509.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/Ricardo-Gaspar-viola-1-1024x678.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 492px) 100vw, 492px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ricardo Gaspar</strong> (Lisboa, 1991) começou os seus estudos musicais aos 8 anos na Fundação Musical dos Amigos das Crianças, com os professores Teresa Beatriz Abreu e Ricardo Mateus, tendo-se licenciado, em 2012, pela Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do Prof. Pedro Muñoz. Em 2014, terminou o Master of Arts (mestrado) na Royal Academy of Music, em Londres, com o Prof. James Sleigh, sendo-lhe atribuído o DipRAM (performance de excelência no recital final), o Paton Award e o Sir Arthur Bliss Prize. Entre 2009 e 2012, foi bolseiro da Orquestra Sinfónica Juvenil/Fundação EDP, tendo-se apresentado a solo com esta orquestra. Como instrumentista de orquestra, foi membro da European Union Youth Orchestra, colabora com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e integrou, em 2012/13, o String Scheme da London Symphony Orchestra, trabalhando com Maestros como Vladimir Ashkenazy, Pablo Heras-Casado, Semyon Bychkov, Sir Mark Elder, Gianandrea Noseda, Bernard Haitink e Valery Gergiev. Frequentou ainda cursos e masterclasses de viola com Ana Bela Chaves, Diemut Poppen, Garth Knox, Igor Sulyga, Thomas Riebl, Yuri Bashmet e Maxim Vengerov, e de Música de Câmara com Pavel Gomziakov e David Finckel. Em 2012, foi vencedor do Prémio Jovens Músicos e do Prémio Maestro Silva Pereira/Jovem Músico do Ano, tendo-se apresentado a solo com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Metropolitana de Lisboa e a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras. Em 2013, participou no 31º Festival de Leiria, interpretando a Sinfonia Concertante de Mozart, com Pedro Meireles, o maestro Rui Pinheiro e a Orquestra Gulbenkian, assim como no “Young Europeans Concert”, no National Concert Hall, em Dublin, tendo interpretado “Lachrymae”, de Benjamin Britten, com a Orquestra da Rádio e Televisão da Irlanda, sob a direcção de Jean-Luc Tingaud. Ao nível da música de câmara, apresentou-se na Casa da Música (Porto) e no prestigiado Wigmore Hall (Londres), como Principal Viola dos Royal Academy Soloists, tendo gravado também com esta formação um arranjo para agrupamento de câmara da Sinfonia nº 2 de Anton Bruckner, sob a direcção de Trevor Pinnock. É membro do Trio Portucale, com o qual conquistou o 1º prémio de música de câmara – nível superior, na 28ª edição do Prémio Jovens Músicos, em 2014.<br>Em Novembro de 2014 participou no 42.° Congresso Internacional de Viola d’Arco, realizado no Porto, e no Verão de 2015 foi tutor de viola da Jovem Orquestra Portuguesa, tendo-se apresentado a solo com a Sinfonia Concertante de Mozart nas Konzerthaus de Kassel e Berlin. Em 2016, Ricardo foi premiado no Concurso Internacional de Viola “Lionel Tertis”, na Ilha de Man, colaborou como chefe de naipe na Orquestra de Câmara de Genebra e participou no concerto do 70º aniversário de Trevor Pinnock, no Wigmore Hall (Londres). Durante os seus estudos foi bolseiro do Santander Universities UK, Helen Worswick Scholarship, Leverhulme Trust scholarship e da Fundação Calouste Gulbenkian, concluindo o seu percurso académico em 2018, na International Menuhin Music Academy (Suíça), com Ivan Vukcevic e sob a direcção artística de Maxim Vengerov. Prosseguindo uma forte actividade de música de câmara em colaboração com vários ensembles tanto em Portugal como no estrangeiro, incluindo o ars ad hoc e a Orquestra Sinfonietta de Zurique, Ricardo integra a Orquestra Sinfónica de St. Gallen (Suíça) desde Agosto de 2019, onde desempenha a função de chefe de naipe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">[última actualização: Abril 2021]</p>
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		<title>Pedro Vaz</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Sep 2018 17:27:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pedro Vaz (Setúbal, 1988) iniciou os seus estudos musicais com Emídio Coutinho na Academia Luísa Todi, e com Miguel Rocha e Catherine Strynkx, na EPABI&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/teixeira-vaz-pedro-mariano-05.jpg" alt="" class="wp-image-2992" width="253" height="380" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/teixeira-vaz-pedro-mariano-05.jpg 400w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/teixeira-vaz-pedro-mariano-05-200x300.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 253px) 100vw, 253px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pedro Vaz</strong> (Setúbal, 1988) iniciou os seus estudos musicais com Emídio Coutinho na Academia Luísa Todi, e com Miguel Rocha e Catherine Strynkx, na EPABI e no Conservatório Nacional de Lisboa. Em 2006, prossegue os seus estudos com Jan-Ype Nota, no Prince Claus Conservatoire de Groningen (Holanda) e, em 2012, conclui no Conservatoire National Supérieur de Musique et Danse de Paris (CNSMD), na classe de Michel Strauss e Guillaume Paoletti.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto aluno no CNSMD de Paris, Pedro Vaz dedicou especial atenção à música contemporânea tendo tocado em agrupamentos como Ensemble InterContemporain, Le Balcon, Ensemble New Babylon, Atelier NeuMusik Bremen.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi laureado em diversos concursos internacionais de violoncelo solo destacando-se Beethoven Hradec Competition, Amsterdam Cello Biennal, e Amsterdam Grachtenfestival Conservatorium Concours.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Músico de câmara activo, Pedro participou em vários festivais, sendo também laureado no Peter the Great Festival e no Forum de Musique de Chambre à Normandie.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como solista, apresentou-se com as orquestras Groningen Mozart Ensemble, Orchestre des Lauréats du CNSMD de Paris e Amsterdam Sinfonietta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram-lhe concedidas bolsas de estudo da Fundação Lambarté, Andrea Elkanbracht Foundation e Fondation Legs Jabès.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Setembro de 2018)</p>
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