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	<title>as2002 &#8211; Arte no Tempo</title>
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		<title>Paulo Raposo</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jan 2013 19:23:11 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">Paulo Raposo tem desenvolvido, desde 1990, uma actividade constante nas áreas do som e intermedia. A sua obra tem sido pontualmente apoiada pelo Ministério da Cultura-IPAE, Instituto de Arte Contemporânea, Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, entre outras instituições. Em 1996, recebeu a bolsa Ernesto de Sousa pelo seu projecto intermedia Rizomas, baseado na obra de Gilles Deleuze e que estreou na Experimental Intermedia em Nova Iorque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fundou em 1991, com Carlos Santos, o projecto sonoro vitriol, tendo procurado, mediante o uso de tecnologia digital, em laboratório ou em tempo real, empreender a construção de espaços sonoros e visuais orgânicos, a partir de objectos, espaços arquitectónicos e &#8220;field-recordings&#8221;. <br/>Tem colaborado de modo regular com o artista vídeo Jeremy Bernstein (EUA).<br/>Em 2001, criou a Sirr, uma organização e editora que tem por objectivo promover e divulgar a arte sonora criativa, nacional e internacional, tendo publicado várias edições  até ao momento.<br/>Em 2002, criou o ensemble [des]integração, constituido por seis músicos que utilizam o ‘laptop’ como instrumento.<br/>As suas obras têm sido apresentadas ao vivo em Portugal, Espanha, França, Estados Unidos, Holanda e Alemanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Selected discography :</p>



<p class="wp-block-paragraph">cd &#8216;randonée&#8217;, sirr 001 (2001)<br/>&#8216;rizoma nocturno&#8217; in CD &#8220;way out, new music from portugal&#8221; ananana (1997)<br/>&#8216;sulipsism&#8217; in CD &#8220;sul&#8221; sirr 006 (2002)</p>



<p class="wp-block-paragraph">reviews</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Although it is electronic, this improvised music has an intimate, chamber music-like quality.&#8221;[CDemusic]</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Vitriol&#8217;s work here is a surprising electronic soundscape with many shifts and nuances. Rich digital tones, sparse sounds, clicks and crackles mix with various found sounds, creating an atmosphere of digital detachment and distance. The arrangements are never predictable and full of details and subtle movements, which makes the listening experience more rewarding each time I&#8217;ve put this disc in my player .&#8221;<br/>[Richard di Santo, Incursion Music]</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;The crackle of digital glitches pop throughout extended glistening drones stretched out of organic scrapes, ending up sounding mysterious and sublime.&#8221;[Aquarius]</p>



<p class="wp-block-paragraph">[<a href="http://www.sirr-ecords.com/">http://www.sirr-ecords.com/</a>]</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2002)</p>
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		<title>@c</title>
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		<dc:creator><![CDATA[wp_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jan 2013 17:39:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores]]></category>
		<category><![CDATA[as2002]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Os @c (leia-se etci) são Pedro Almeida, Pedro Tudela e Miguel Carvalhais.<br/>Cada um tem à sua frente uma mesa de mistura e um PowerBook.<br/>O colectivo formou-se após a realização de alguns concertos de improvisação total no Porto e também como resultado do crescente interesse dos seus elementos na criação musical em tempo real utilizando ferramentas informáticas.<br/>O conceito multimedia e a introdução dos powerbooks no processo criativo, a participação da programadora gráfica austríaca Lia na composição de frequências estético-visuais, a ligação à poesia através do colectivo Forças Amadas, fazem este projecto não prever os limites de fusão entre as artes e a tecnologia.</p>
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		<title>João Castro Pinto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[wp_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jan 2013 15:55:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores]]></category>
		<category><![CDATA[as2002]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de integrar variados projectos e agrupamentos musicais, interessa-se profundamente por música electrónica / electroacústica, tendo realizado as primeiras experiências de criação sonora neste âmbito&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/Joao_Castro_Pinto.jpg" alt="" class="wp-image-4837" width="282" height="211"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de integrar variados projectos e agrupamentos musicais, interessa-se profundamente por música electrónica / electroacústica, tendo realizado as primeiras experiências de criação sonora neste âmbito em meados dos anos 90.<br>Em 1999 foi artista seleccionado pelo concurso Jovens Criadores, na área de Música, (organizado pelo Clube Português de Artes e Ideias e pela Secretaria de Estado da Juventude) com a peça Impressões Sintéticas. <br>Paralelamente a este processo desenvolve gosto por Filosofia e por múltiplas facetas da arte experimental: vídeo, instalação, intermedia, etc… <br>É a título deste interesse que, em 2000, vence a 8ª edição da Bolsa Ernesto de Sousa, com o projecto <em>A sense of Flow</em>, baseado na paisagem audiovisual do rio Tejo. Esta bolsa de arte experimental intermedia foi atribuída pela Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e pela Experimental Intermedia Foundation de New York. Realizou um estágio Intermedia na Universidade de Iowa e apresentou ao público <em>A sense of Flow</em>, na Experimental Intermedia Foundation de Nova Iorque, no dia 16 de Março de 2001. Artista selecionado, em Março de 2002, pela iniciativa da comunidade europeia The Pépinières Européennes, no âmbito do map program (map &#8211; mobility in art process), obtendo uma residência artística de 3 meses para realizar e apresentar o projecto de arte experimental intermedia <a href="mailto:Cont@mination">Cont@mination</a>, no Fournos Centre pour Les arts et Les Nouvelles Technologies, em Atenas – Grécia.<br>É membro do projecto audiovisual [des]integração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ideias | Conceitos</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sua abordagem em termos audiovisuais pugna por uma estética experimental que procura evocar e recriar ambientes / cenários relativos a experiências relacionadas com a riqueza e diversidade contida nas paisagens: &#8220;sound/visual scapes&#8221;, buscando perspectivar narrativas e expressões não-lineares. A utilização de meios informáticos é considerada como um modus operandi que fornece inumeras hípoteses de afirmação/(re)criação &#8211; performance. A função criativa (interactiva) que estes meios possuem e propagam, promove o poder criativo que surge atravês do seu uso e exploração intensiva / experimental, facto que contribui inegávelmente para a transformação dos resultados e da representação das ideias e conceitos artisticos establecidos. Os meios informáticos são, nesta óptica, usados para criar / debater novas expressões, abordagens estéticas e filosóficas no domínio da representação artística. Este contexto contemporâneo gera novas concepções e visões sobre os conceitos, preconceitos, ideias e limites das fronteiras que delineam os fundamentos e práticas da arte considerada em si mesma. Eles invocam a urgência da interdisciplinariedade dos diversos meios e formas de expressão artística (intermedia). É no sentido desta interdisciplinariedade que João Castro Pinto procura experimentar e esboçar o seu trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2002)</p>
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