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	<title>ars ad hoc &#8211; Arte no Tempo</title>
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		<title>Gonçalo Lélis</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 14:56:29 +0000</pubDate>
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</div>


<p class="wp-block-paragraph">Gonçalo Lélis (Aveiro, 1995) iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, na classe da Professora Isabel Boiça. Posteriormente, estudou com Natalia Shakhovskaya e Ivan Monighetti, na Escuela Superior de Música Reina Sofia. Concluiu a licenciatura em 2017, sob a orientação de Pavel Gomziakov, na Universidade do Minho. Frequenta actualmente estudos pós-graduados (Konzertexamen) com a Professora Xenia Jankovic, na Hochschule für Musik Detmold (Alemanha), instituição onde obteve a classificação máxima no recital final de mestrado (vertente solista), em Junho de 2021.<br>É laureado dos concursos “Prémio Jovens Músicos” (2015, 1º Prémio na Categoria Violoncelo – Nível Superior e Prémio “EMCY”), “Concurso de Cordas Vasco Barbosa” (2016, 1º Prémio), “Concurso Internacional da Cidade do Fundão” (2017, 1º Prémio) e “Concurso Internacional Agustin Aponte” (2018, Espanha, 1º Prémio). Apresenta-se regularmente em palco, destacando-se os recitais no Centro Cultural de Belém, na Casa da Música ou na Fundação Calouste Gulbenkian e concertos a solo com a Orquestra das Beiras, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian ou com a Orquestra Clássica da Madeira.<br>Entre 2014 e 2019, desenvolveu uma intensiva actividade camerística enquanto membro do Trio Ramales, formado em Madrid, tendo tocado nalgumas das mais importantes salas de concerto em Espanha, entre as quais o Auditório Nacional em Madrid, o Palau de la Música em Barcelona e o Palácio de Festivales em Santander. Esta formação participou em diversos concursos, contando com o 1º Prémio no “Concurso Internacional de Música de Câmara Ecoparque de Trasmiera” (Cantabria, Espanha) e o 2º Prémio no “Concurso Internacional de Música de Câmara Anton García Abril”. Em 2019, o Trio Ramales apresentou-se no Wigmore Hall, em Londres, na qualidade de finalista do concurso “Parkhouse Award”. Ainda no âmbito de música de câmara destaca-se um concerto em quarteto no Carnegie Hall, em Maio de 2022. Integra o ars ad hoc desde 2021.<br>Foi bolseiro de diversas instituições, como a Fundación Carolina, a Fundación Albéniz e a Fundação Calouste Gulbenkian.</p>



<p class="wp-block-paragraph">[última actualização: Março de 2023]</p>
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		<title>Alice Vaz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 13:51:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alice Vaz (Lisboa, 1983) começou os seus estudos musicais na Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi e Escola Profissional de Música de Almada,&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/AliceVaz-viola-1024x1021.jpg" alt="" class="wp-image-3765" width="238" height="237" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/AliceVaz-viola-1024x1021.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/AliceVaz-viola-150x150.jpg 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/AliceVaz-viola-300x300.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/AliceVaz-viola-768x765.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/AliceVaz-viola-45x45.jpg 45w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/AliceVaz-viola-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 238px) 100vw, 238px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alice Vaz</strong> (Lisboa, 1983) começou os seus estudos musicais na Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi e Escola Profissional de Música de Almada, nas classes dos professores Ângela Peixoto e Rui Fernandes. Neste período, ingressa na Orquestra Juvenil e adquire a primeira inspiração do tocar em conjunto. <br>Após a educação básica em Setúbal e Almada, inicia o Bacharelato em Pedagogia da Música na Universidade de Évora, sob orientada por Max Rabinovitsj.<br>Em 2007, em Bremen, começa com as Mestrias em Violino e Viola na classe de Thomas Klug e Esther van Stralen e, desde 2011, apresenta-se maiormente como violetista. A Alemanha apresentou-lhe um terreno fértil para a música antiga e contemporânea, onde trabalha regularmente com agrupamentos e artistas notáveis. Desde Setembro 2017, é aluna na Folkwang Universität na classe de Barbara Maurer, no Mestrado em Música Contemporânea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Setembro de 2019)</p>
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		<title>Ricardo Carvalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 13:46:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ricardo Carvalho (Aveiro, 1999) iniciou os seus estudos musicais aos 6 anos de idade, ingressando dois anos depois no Conservatório de Música de Aveiro Calouste&#8230;]]></description>
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<figure class="alignleft is-resized"><img decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/RicardoCarvalho-1-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3936" style="width:342px;height:512px" width="342" height="512" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/RicardoCarvalho-1-683x1024.jpg 683w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/RicardoCarvalho-1-200x300.jpg 200w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/RicardoCarvalho-1-768x1152.jpg 768w" sizes="(max-width: 342px) 100vw, 342px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ricardo Carvalho</strong> (Aveiro, 1999) iniciou os seus estudos musicais aos 6 anos de idade, ingressando dois anos depois no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, onde terminou o 8º grau na classe da professora Ana Maria Ribeiro. Foi laureado em concursos como Gilberta Paiva (2015), na categoria de Música de Câmara &#8211; 1º lugar; Concurso Interno do Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian (2015) &#8211; 1º lugar (tocando a solo com a Orquestra das Beiras); Prémio Jovens Músicos (2016), na categoria de Música de Câmara &#8211; 3º lugar; Concurso Nacional “Paços’ Premium” (2016) &#8211; 2º lugar; Concurso Internacional de Instrumentos de Sopro “Terras de La Sallete” (2017) &#8211; 1º lugar; Concurso de Interpretação do Estoril (2018) &#8211; 3º lugar.<br>Desde muito cedo, adquiriu um especial interesse pela música orquestral, tendo sido seleccionado para a Orquestra de Jovens dos Conservatórios Oficiais de Música (2015 e 2016) e para a Jovem Orquestra Portuguesa (2015), tendo participado nos “Dias da Música” (2015 e 2016), no Festival de Verão no Kongress Palais Kassel (2015) e no “Festival Young Euro Classic”, na Konzerthaus Berlin (2015).<br>Teve oportunidade de colaborar com diversas orquestras e agrupamentos, como Ensemble de Música de Aveiro (EMA), Art’ Orchestra Ensemble, Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Filarmónica Portuguesa, Orquestra XXI, Orchestre de Chambre de Lyon, Orchestre National de Lyon, Orchestre Symphonique Rhône-Alpes e Orchestre de l’Opéra National de Lyon, sob a direção de maestros como Pedro Andrade, Ernst Schelle, José Eduardo Gomes, Paulo Martins, Pedro Carneiro, Osvaldo Ferreira, Dinis Sousa, Péter Csaba, Eliahu Inbal, Mikko Frank, Juanjo Mena, Fabrice Pierre, Philippe Cambreling, Laurent Pillot e Daniele Rustioni.<br>Trabalhou com diversos professores e flautistas em várias masterclasses, entre os quais Angelina Rodrigues, Marta Gonçalves, Paulo Barros, Paolo Taballione, Jean-Louis Beaumadier, Michel Bellavance, Sarah Newbold, Rachel Brown, Felix Rengli e Adriana Ferreira.<br>Concluiu a licenciatura no Conservatoire National Supérieur de Musique et Danse de Lyon, na classe dos professores Julien Beaudiment, Emmanuelle Réville e Giles Cottin, e o mestrado na Haute École de Musique de Lausanne, com José-Daniel Castellon, Loïc Schneider e Sandra Latour.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Agosto de 2023)</p>
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		<title>Diogo Coelho</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2019 16:40:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Diogo Coelho (Porto, 1988) iniciou os seus estudos musicais aos oito anos de idade com Suzanna Lidegran no Conservatório de Música do Porto. Em 1999,&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/Diogo-Coelho-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3708" width="473" height="316" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/Diogo-Coelho-1024x683.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/Diogo-Coelho-300x200.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/Diogo-Coelho-768x512.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/09/Diogo-Coelho.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 473px) 100vw, 473px" /><figcaption>Diogo Coelho @ &#8220;Tudo Nunca Sempre o Mesmo Diferente Nada&#8221; ©FF</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diogo Coelho </strong>(Porto, 1988) iniciou os seus estudos musicais aos oito anos de idade com Suzanna Lidegran no Conservatório de Música do Porto. Em 1999, foi admitido na Artave (Escola Profissional Artística do Vale do Ave) na classe da mesma pedagoga, concluindo a sua graduação com distinção.<br>Realizou os seus estudos superiores na ESMAE (Escola Superior de Artes do Espectáculo – Porto) com o prof. Dr. Radu Ungureanu, terminando a Licenciatura em Instrumento (Violino) com a classificação máxima e o Mestrado em Interpretação Artística com média de dezoito valores.<br>No ano de 2010, obteve o primeiro prémio no Concurso Helena Sá e Costa, na ESMAE, tendo-se apresentado a solo com a Orquestra Sinfonieta, interpretando o Concerto nº 1 op. 9 de S. Prokofiev, sob a direcção do maestro Vytautas Lukocius. Em 2013, ficou classificado em 2º lugar ex aequo no Concurso Internacional Santa Cecília. <br>Participou em Masterclasses com Boris Kuniev, Aníbal Lima, Zakhar Bron, Yossi Zivoni, Philippe Aiche, Roman Nodel, Daniel Rowland e Stephan Piccard, em violino, e com os prestigiados quartetos de cordas Prazak, Fine Arts, Pavel Haas, Ardeo e Ébéne.<br>Enquanto primeiro violino do Quarteto Verazin, tem-se apresentado no Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim nos anos de 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018; Semanas da Música &#8211; Estoril, em 2013 e 2018; Dias da Música &#8211; CCB, 2013; a solo, Aurora Chamber Music Festival, sob a direcção de Kürt Masur, em 2015.<br>É membro fundador do ars ad hoc, agrupamento de música de câmara da Arte no Tempo, criado em 2018, que se dedica à interpretação do grande repertório assim como da mais recente criação musical, com o qual tem feito diversas estreias absolutas e estreias nacionais de compositores de referência como Beat Furrer.<br>Em 2021, conquistou o lugar de segundo concertino na Orquestra do Norte. </p>



<p class="wp-block-paragraph">[última actualização: 2022]</p>
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		<title>Johannes Haase</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 12:41:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Johannes Haase (Wolfenbüttel, 1983) é um violinista extremamente versátil que toca instrumentos antigos, modernos, eléctricos, sendo muito activo nas áreas do jazz, música improvisada e&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/01/Johannes-Haase-®Lukasz-Rajchert-1.jpeg" alt="" class="wp-image-4401" width="456" height="303" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/01/Johannes-Haase-®Lukasz-Rajchert-1.jpeg 640w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/01/Johannes-Haase-®Lukasz-Rajchert-1-300x200.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 456px) 100vw, 456px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Johannes Haase </strong>(Wolfenbüttel, 1983) é um violinista extremamente versátil que toca instrumentos antigos, modernos, eléctricos, sendo muito activo nas áreas do jazz, música improvisada e contemporânea. É conhecido pelas suas muitos entusiasmantes interpretações na área da música contemporânea, a sua criatividade no desenvolvimento de técnicas de execução e também pelo seu singular uso de pedais de efeitos.<br>Para além dos seus projectos a solo, Johannes toca e viaja regularmente com a Deutsche Kammerphilharmonie Bremen e a Orquestra de Câmara da Basileia. Tem colaborado com Flowin Immo, the First Church of Free Music, the Dorf, Absolute Ensemble New York, oh-ton ensemble, o mestre de sitar indiano Imran Khan, Myotis Kollektiv, MAM.manufaktur für aktuelle Musik e, mais recentemente, o duo de violino e percussão Scylla. É membro fundador do agrupamento de Colónia Kommas Ensemble. Em 2018 e 2019, Johannes colabora ainda com o Goethe Institut no Chile e na Índia.<br>Mestre em Improvisação livre pela Academia de Música da Basileia (Suíça), estudou com Fred Frith. Estudou também com Irvine Arditti, Ken Zuckerman, Thomas Klug, Igor Ozim e membros do Ensemble Modern, bem como com Kala Ramnath, em Bombaim, e com Ellery Eskelin em Nova Iorque.<br>Em 2008, venceu o John Cage Award (pela interpretação de música contemporânea) e, em 2011, foi-lhe atribuído o Klaus Huber-Sonderpreis pela Universidade de Artes de Bremen.<br>Johannes Haase orientou Masterclasses em Universidades na América do Sul e na Ásia, tendo sido instructor da Junge Deutsche Philharmonie. <br>Actualmente, ensina Improvisação na Academia da Deutsche Kammerphilharmonie Bremen. Toca um violino construído por Stephan von Baehr (Paris, 2009) e um Violectra de Dave Bruce Johnson (Birmingham, 2010).</p>
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		<title>Horácio Ferreira</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2019 12:38:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Horácio Ferreira (Pinheiro de Ázere, 1988) tem-se diferenciado por integrar vários projectos a solo e em música de câmara, sendo um dos mais reconhecidos clarinetistas&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2022/11/HF1-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-9297" width="342" height="512" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2022/11/HF1-683x1024.jpg 683w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2022/11/HF1-200x300.jpg 200w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2022/11/HF1-768x1152.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2022/11/HF1-1024x1536.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2022/11/HF1-1365x2048.jpg 1365w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2022/11/HF1-scaled.jpg 1707w" sizes="auto, (max-width: 342px) 100vw, 342px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horácio Ferreira</strong> (Pinheiro de Ázere, 1988) tem-se diferenciado por integrar vários projectos a solo e em música de câmara, sendo um dos mais reconhecidos clarinetistas da sua geração. Foi “Rising Star” da European Concert Hall Organization, aparecendo em concerto nas mais prestigiadas salas de espectáculos, como a Philharmonie de Paris, Concertgebouw (Amsterdão), Barbican (Londres), Musikverein (Viena) ou Elbphilharmonie (Hamburgo).<br>Jovem Músico do ano em 2014 e primeiro clarinetista a vencer os níveis médio e superior do Prémio Jovens Músicos, conquistou igualmente prémios no “Concours Debussy” em Paris, no “Prague Spring Competition” em Praga, no Concurso de Interpretação do Estoril e foi vencedor do Concurso Internacional de Clarinete “J. Pakalnis” em Vilnius, do concurso “La Salette” e do Prémio Novos Talentos “Ageas”. Recebeu a medalha de mérito do Município de Santa Comba Dão e o prémio revelação da revista “Anim’Art”.<br>O percurso de Horácio Ferreira tem-no levado a diferentes países na Europa, China, Brasil, EUA, Dubai. Apresentou-se como solista com a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Filarmónica Checa, Orquestra de Câmara de Colónia, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Estatal de Atenas, Orquestra XXI, Banda Sinfónica de Tenerife, Orquestra de Câmara de Israel e Banda Sinfónica Portuguesa, entre outras. Integra o ars ad hoc, explorando diferentes possibilidades em música de câmara, e é fundador do Art’Ventus Quintet.<br>Diplomado pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, na classe de António Saiote, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian na Escuela Superior de Musica Reina Sofia, em Madrid, onde estudou com Michel Arrignon, e em Paris, com Nicolas Baldeyrou. Gravou para a RDP/RTP, France Musique, Radio Catalã e Televisão Húngara. Actualmente é doutorando na Universidade de Aveiro, onde também é professor.<br>Horácio Ferreira é artista da marca Vandoren e, desde 2018, assessor artístico do Festival Internacional de Música de Marvão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">[última actualização: 2022]</p>
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		<title>André Gaio Pereira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 12:03:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[André Gaio Pereira (1994) foi nomeado Prémio Maestro Silva Pereira – Jovem Músico do Ano 2017, uma das mais prestigiadas distinções em Portugal, e segue&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/05/agp-1.jpg" alt="" class="wp-image-3306" width="250" height="500"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>André Gaio Pereira</strong> (1994) foi nomeado Prémio Maestro Silva Pereira – Jovem Músico do Ano 2017, uma das mais prestigiadas distinções em Portugal, e segue uma versátil carreira como solista, músico de câmara e de orquestra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Das suas actuações a solo, destacam-se aquelas com a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra Filarmonia das Beiras e a Sinfonietta de Ponta Delgada, e colaborações com os maestros Christoph Poppen, Jean-Sébastien Béreau, Nuno Coelho, José Eduardo Gomes nos Festival ao Largo, Festival Internacional de Música de Marvão e Festival dos Canais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do outro lado da orquestra, colabora com a London Symphony Orchestra, a English Chamber Orchestra, o Remix Ensemble e ocupa a posição de 2º Concertino convidado na Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. Estas colaborações, em conjunto com parcerias de música de câmara com o Nash Ensemble e o Doric Quartet, levaram-no em digressão pelo Japão, Tailândia, China, Itália, Alemanha, Suíça, França e Áustria, apresentando-se em algumas das mais prestigiadas salas de espectáculo do mundo e sob a regência de maestros como Valery Gergiev, Bernard Haitink, Semyon Bychkov e Michael Tilson Thomas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Concluiu, em 2016, a sua licenciatura na Royal Academy of Music (Londres), distinguido como melhor aluno do curso, e dois anos depois o seu Mestrado em Performance, na mesma instituição. Durante os seus estudos, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da prestigiada ABRSM, enquanto aluno dos professores Remus Azoitei e Levon Chilingirian.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Quarteto Tejo, agrupamento vencedor do Prémio Jovens Músicos 2019 e do qual é membro fundador e 1º violino, é um dos seus mais recentes projectos. No âmbito da música de câmara integrou os festivais Mendelssohn on Mull, Cistermúsica, Festival Estoril Lisboa, Dias da Música e Festival Jovens Músicos. Complementando a sua actividade, André explora novas aventuras musicais e artísticas, incluindo os seus arranjos para violino solo da música de Carlos Paredes e a edição do seu primeiro livro de poesia, a ser publicado ainda em 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://andregaiopereira.com/">andregaiopereira.com</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">[última actualização: 2020]</p>
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		<title>Ricardo Gaspar</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 18:29:00 +0000</pubDate>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/Ricardo-Gaspar-viola-1.jpg" alt="" class="wp-image-3011" width="492" height="326" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/Ricardo-Gaspar-viola-1.jpg 1966w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/Ricardo-Gaspar-viola-1-300x199.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/Ricardo-Gaspar-viola-1-768x509.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/Ricardo-Gaspar-viola-1-1024x678.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 492px) 100vw, 492px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ricardo Gaspar</strong> (Lisboa, 1991) começou os seus estudos musicais aos 8 anos na Fundação Musical dos Amigos das Crianças, com os professores Teresa Beatriz Abreu e Ricardo Mateus, tendo-se licenciado, em 2012, pela Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do Prof. Pedro Muñoz. Em 2014, terminou o Master of Arts (mestrado) na Royal Academy of Music, em Londres, com o Prof. James Sleigh, sendo-lhe atribuído o DipRAM (performance de excelência no recital final), o Paton Award e o Sir Arthur Bliss Prize. Entre 2009 e 2012, foi bolseiro da Orquestra Sinfónica Juvenil/Fundação EDP, tendo-se apresentado a solo com esta orquestra. Como instrumentista de orquestra, foi membro da European Union Youth Orchestra, colabora com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e integrou, em 2012/13, o String Scheme da London Symphony Orchestra, trabalhando com Maestros como Vladimir Ashkenazy, Pablo Heras-Casado, Semyon Bychkov, Sir Mark Elder, Gianandrea Noseda, Bernard Haitink e Valery Gergiev. Frequentou ainda cursos e masterclasses de viola com Ana Bela Chaves, Diemut Poppen, Garth Knox, Igor Sulyga, Thomas Riebl, Yuri Bashmet e Maxim Vengerov, e de Música de Câmara com Pavel Gomziakov e David Finckel. Em 2012, foi vencedor do Prémio Jovens Músicos e do Prémio Maestro Silva Pereira/Jovem Músico do Ano, tendo-se apresentado a solo com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Metropolitana de Lisboa e a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras. Em 2013, participou no 31º Festival de Leiria, interpretando a Sinfonia Concertante de Mozart, com Pedro Meireles, o maestro Rui Pinheiro e a Orquestra Gulbenkian, assim como no “Young Europeans Concert”, no National Concert Hall, em Dublin, tendo interpretado “Lachrymae”, de Benjamin Britten, com a Orquestra da Rádio e Televisão da Irlanda, sob a direcção de Jean-Luc Tingaud. Ao nível da música de câmara, apresentou-se na Casa da Música (Porto) e no prestigiado Wigmore Hall (Londres), como Principal Viola dos Royal Academy Soloists, tendo gravado também com esta formação um arranjo para agrupamento de câmara da Sinfonia nº 2 de Anton Bruckner, sob a direcção de Trevor Pinnock. É membro do Trio Portucale, com o qual conquistou o 1º prémio de música de câmara – nível superior, na 28ª edição do Prémio Jovens Músicos, em 2014.<br>Em Novembro de 2014 participou no 42.° Congresso Internacional de Viola d’Arco, realizado no Porto, e no Verão de 2015 foi tutor de viola da Jovem Orquestra Portuguesa, tendo-se apresentado a solo com a Sinfonia Concertante de Mozart nas Konzerthaus de Kassel e Berlin. Em 2016, Ricardo foi premiado no Concurso Internacional de Viola “Lionel Tertis”, na Ilha de Man, colaborou como chefe de naipe na Orquestra de Câmara de Genebra e participou no concerto do 70º aniversário de Trevor Pinnock, no Wigmore Hall (Londres). Durante os seus estudos foi bolseiro do Santander Universities UK, Helen Worswick Scholarship, Leverhulme Trust scholarship e da Fundação Calouste Gulbenkian, concluindo o seu percurso académico em 2018, na International Menuhin Music Academy (Suíça), com Ivan Vukcevic e sob a direcção artística de Maxim Vengerov. Prosseguindo uma forte actividade de música de câmara em colaboração com vários ensembles tanto em Portugal como no estrangeiro, incluindo o ars ad hoc e a Orquestra Sinfonietta de Zurique, Ricardo integra a Orquestra Sinfónica de St. Gallen (Suíça) desde Agosto de 2019, onde desempenha a função de chefe de naipe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">[última actualização: Abril 2021]</p>
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		<title>Pedro Vaz</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Sep 2018 17:27:37 +0000</pubDate>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/teixeira-vaz-pedro-mariano-05.jpg" alt="" class="wp-image-2992" width="253" height="380" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/teixeira-vaz-pedro-mariano-05.jpg 400w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/teixeira-vaz-pedro-mariano-05-200x300.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 253px) 100vw, 253px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pedro Vaz</strong> (Setúbal, 1988) iniciou os seus estudos musicais com Emídio Coutinho na Academia Luísa Todi, e com Miguel Rocha e Catherine Strynkx, na EPABI e no Conservatório Nacional de Lisboa. Em 2006, prossegue os seus estudos com Jan-Ype Nota, no Prince Claus Conservatoire de Groningen (Holanda) e, em 2012, conclui no Conservatoire National Supérieur de Musique et Danse de Paris (CNSMD), na classe de Michel Strauss e Guillaume Paoletti.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto aluno no CNSMD de Paris, Pedro Vaz dedicou especial atenção à música contemporânea tendo tocado em agrupamentos como Ensemble InterContemporain, Le Balcon, Ensemble New Babylon, Atelier NeuMusik Bremen.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi laureado em diversos concursos internacionais de violoncelo solo destacando-se Beethoven Hradec Competition, Amsterdam Cello Biennal, e Amsterdam Grachtenfestival Conservatorium Concours.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Músico de câmara activo, Pedro participou em vários festivais, sendo também laureado no Peter the Great Festival e no Forum de Musique de Chambre à Normandie.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como solista, apresentou-se com as orquestras Groningen Mozart Ensemble, Orchestre des Lauréats du CNSMD de Paris e Amsterdam Sinfonietta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram-lhe concedidas bolsas de estudo da Fundação Lambarté, Andrea Elkanbracht Foundation e Fondation Legs Jabès.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Setembro de 2018)</p>
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