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		<title>Horácio Ferreira</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2019 12:38:33 +0000</pubDate>
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</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horácio Ferreira</strong> (Pinheiro de Ázere, 1988) tem-se diferenciado por integrar vários projectos a solo e em música de câmara, sendo um dos mais reconhecidos clarinetistas da sua geração. Foi “Rising Star” da European Concert Hall Organization, aparecendo em concerto nas mais prestigiadas salas de espectáculos, como a Philharmonie de Paris, Concertgebouw (Amsterdão), Barbican (Londres), Musikverein (Viena) ou Elbphilharmonie (Hamburgo).<br>Jovem Músico do ano em 2014 e primeiro clarinetista a vencer os níveis médio e superior do Prémio Jovens Músicos, conquistou igualmente prémios no “Concours Debussy” em Paris, no “Prague Spring Competition” em Praga, no Concurso de Interpretação do Estoril e foi vencedor do Concurso Internacional de Clarinete “J. Pakalnis” em Vilnius, do concurso “La Salette” e do Prémio Novos Talentos “Ageas”. Recebeu a medalha de mérito do Município de Santa Comba Dão e o prémio revelação da revista “Anim’Art”.<br>O percurso de Horácio Ferreira tem-no levado a diferentes países na Europa, China, Brasil, EUA, Dubai. Apresentou-se como solista com a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Filarmónica Checa, Orquestra de Câmara de Colónia, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Estatal de Atenas, Orquestra XXI, Banda Sinfónica de Tenerife, Orquestra de Câmara de Israel e Banda Sinfónica Portuguesa, entre outras. Integra o ars ad hoc, explorando diferentes possibilidades em música de câmara, e é fundador do Art’Ventus Quintet.<br>Diplomado pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, na classe de António Saiote, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian na Escuela Superior de Musica Reina Sofia, em Madrid, onde estudou com Michel Arrignon, e em Paris, com Nicolas Baldeyrou. Gravou para a RDP/RTP, France Musique, Radio Catalã e Televisão Húngara. Actualmente é doutorando na Universidade de Aveiro, onde também é professor.<br>Horácio Ferreira é artista da marca Vandoren e, desde 2018, assessor artístico do Festival Internacional de Música de Marvão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">[última actualização: 2022]</p>
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		<title>Nuno Aroso</title>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright is-resized"><img decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2012/12/aroso2.png" alt="aroso2" class="wp-image-1141" width="250" height="250" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2012/12/aroso2.png 521w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2012/12/aroso2-150x150.png 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2012/12/aroso2-300x300.png 300w" sizes="(max-width: 250px) 100vw, 250px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Professor, Investigador e solista de percussão com intensa actividade concertística, Nuno Aroso (Porto, 1978) desenvolve a sua carreira focado no desenvolvimento da literatura para a sua área instrumental. Tocou em estreia absoluta mais de 120 obras, em formato de concertos para percussão, música de câmara e solos, e gravou parte deste repertório em inúmeras edições discográficas (Wergo  Naxos, Groove Scooter Records, Modermusix, Clean Feed, Cavalli Records, Baskaru, Monochrome Vision, entre outras). <br>Apresenta-se ao vivo em palcos de Portugal,  França, Alemanha, Bélgica, Espanha, Itália, Eslovénia, Brasil, China, Tailândia, Suíça, África do Sul, Argentina, Grécia, Suécia, Inglaterra, Canadá, Bulgária, Tunísia, Escócia, Coreia do Sul, Japão, Chile e EUA.  <br>Particularmente motivado para o enriquecimento e renovação da forma do concerto enquanto espectáculo completo e multidisciplinar, desenvolve com frequência relações artísticas com outras disciplinas: Dança, Cinema, Teatro, Literatura, “Media Arts&#8221;. O compromisso com a música de câmara leva Nuno Aroso a colaborar com inúmeros artistas e colectivos portugueses e europeus, em múltiplos contextos, desde os mais formais até aos que se movem por caminhos do experimentalismo e da improvisação. <br>Nuno Aroso licenciou-se pela Escola Superior de Música do Porto  com a classificação máxima e prosseguiu estudos em Estrasburgo e Paris. É doutorado pela Universidade Católica Portuguesa, onde defendeu a tese <em>The Gesture’s Narrative – Contemporary Music for Percussion</em>. <br>Lecciona nas Universidades do Minho e Aveiro, assim como na  Escuela Superior de Música de Extremadura – Musikex.  Estende a sua actividade docente  a outras prestigiadas universidades, conservatórios e festivais de música um pouco por todo o mundo:  McGill University (Canadá), Universidade Federal de Belo Horizonte (Brasil), Conservatório Superior de Aragão (Espanha), Concorso Musical Paolo Serrao (Itália), Festival de Percussão de Uberlandia (Brasil), Days of Percussion – Athens (Grécia), World Percussion Movement – Bari (Itália), Universidade Federal da Bahia (Brasil), Oficinas da Música de Curitiba (Brasil), Connect Festival – Malmö (Suécia), Konart Percussion Academy Barcelona (Espanha), Universidade de la Plata (Argentina), Conservatório de Macau (China), Conservatório de Paris (França), Northwestern University (EUA), University North Texas (EUA), Festival de Percusión de Patagónia (Argentina), Valencia Percussion Academy,  (Espanha), Manhattan School of Music (EUA), Universidad Alfonso X &#8211; UAX (Espanha), entre muitos outros.<br>Nuno Aroso toca com instrumentos Adams, Zildjian e baquetas Elite Mallets. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.limina.pt/nunoaroso">limina.pt/nunoaroso</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Junho 2020)</p>
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		<title>Carlos Caires</title>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/CAIRES.jpeg" alt="" class="wp-image-4992" width="381" height="286" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/CAIRES.jpeg 720w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/CAIRES-300x225.jpeg 300w" sizes="(max-width: 381px) 100vw, 381px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Carlos Caires (Lisboa, 1968) diplomou-se em composição pela Escola Superior de Música de Lisboa (com Constança Capdeville e Christopher Bochmann). <br>Completou mais tarde o Diploma de Estudos Avançados e o Doutoramento (Bolseiro FCT) na Universidade de Paris 8, sob orientação de Horacio Vaggione. <br>Foi professor no Conservatório Regional de Setúbal e na Escola de Música do Conservatório Nacional (entre 1988 e 1991) passando a leccionar, a partir de 1992, na Escola Superior de Música de Lisboa. Paralelamente ao curso de composição, frequentou diversos cursos de verão de direcção coral e de orquestra, em Portugal e no estrangeiro. Dirigiu, com o maestro Paulo Lourenço, o coro da JMP, fundando posteriormente (também com Paulo Lourenço), o Coro Ricercare, que dirigiu até 1998, altura em que partiu para Paris. <br>A sua música tem sido apresentada em diversos festivais na Europa e na Ásia. Em Portugal no festival Dos 100 Dias/ Expo’98, Música Viva 2003, 2006 e 2008, no festival d’Estoril 2004, de Leiria e no ciclo Música Portuguesa Hoje – CCB, ambos em 2008; no Reino Unido, no Atlantic Waves Festival 2004; na Alemanha, no Festival de Dresden e no Berliner Festspiele, em 2005 e 2008; na China, Semana Internacional de Música Electroacústica de Xangai, em 2009. Recebeu, em 1995, o Prémio Joly Braga Santos, com a obra <em>Al Niente</em>, em 1996, o Prémio Cláudio Carneyro com a obra <em>Wordpainting</em> e, em 1998, o Prémio ACARTE (em ex-equo com o João Madureira) com a obra <em>Retábulo – Melodrama</em>. <br>Como investigador, desenvolve o software de micromontagem sonora IRIN, um projecto iniciado durante o seu doutoramento no CICM (Centre de Recherche Informatique et Création Musicale na Universidade de Paris 8) e continuado no CITAR. <br>Presentemente, vive em Lisboa e ensina na Escola Superior de Música de Lisboa.</p>
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		<title>Ricardo Guerreiro</title>
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<figure class="alignright size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-5516" style="width:274px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-1024x1024.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-300x300.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-150x150.jpg 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-768x768.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-45x45.jpg 45w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-500x500.jpg 500w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG.jpg 1302w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Ricardo Guerreiro (Lisboa, 1975) desenvolve a sua actividade artística predominantemente no âmbito da composição e da performação de música electroacústica. Tem um particular interesse pela descrição algorítmica do fenómeno sonoro e pela integração do som sintético em formações instrumentais mais tradicionais, sobretudo em âmbito camerístico. Ao longo dos últimos anos tem vindo a colaborar com diferentes músicos na composição de situações performativas de contexto diversificado, representadas em várias edições discográficas. A sua aproximação à criação musical tem sido progressivamente influenciada pelas disciplinas clássicas das denominadas ‘artes visuais’, nomeadamente o desenho, a pintura e a escultura. Uma maior consciencialização desta relação tem-no levado a privilegiar musicalmente características como a textura sonora de fundo (o <em>silêncio</em> pós-Cage), o sentido de escala (tempo, durações, proporções), a morfologia interna do material sonoro implicado, bem como a encenação formal dos diferentes elementos musicais. Mais recentemente, tem procurado actualizar e alargar a noção de escrita musical enquanto poética associada ao conjunto das expressões literárias computacionais.<br>Investigador no CESEM (Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical) da FCSH da Univ. Nova de Lisboa, é doutorado em Ciência e Tecnologia das Artes, com especialização em Informática Musical / <em>Computer Music </em>(2015) pela Escola das Artes da Universidade Católica do Porto. Licenciou-se em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa (2000), em Música Electrónica (2004) pelo <em>Conservatorio di Musica Benedetto Marcello di Venezia</em> (Itália) e em Ciências Musicais (2007) pela Universidade Nova de Lisboa. Frequentou os seminários semestrais de Estética (2001) e de Iconologia (2004) com Giorgio Agamben, respectivamente nas Universidades de Verona e Veneza. Frequentou cursos e seminários de composição em Lisboa, Porto, Aveiro, Paris (IRCAM &#8211; ’99), Darmstadt (&#8217;98 e 2000) e Veneza.<br>É Professor na Escola Superior de Teatro e Cinema.<br>Criou o ‘Laboratório de Som’ no Curso de Cinema / Imagem em Movimento’ no Ar.Co (Centro de Arte e Comunicação Visual), escola com a qual tem vindo a colaborar desde 2004.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Maio 2024)</p>
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		<title>Rui Dias</title>
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					<description><![CDATA[Rui Dias (Braga, 1974) é Licenciado em Composição pela ESMAE-IPP (Porto), onde estudou com os professores Virgílio Melo, Cândido Lima, Filipe Pires e Carlos Guedes,&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/RuiDias.jpg" alt="" class="wp-image-5097" width="260" height="305" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/RuiDias.jpg 361w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/RuiDias-257x300.jpg 257w" sizes="auto, (max-width: 260px) 100vw, 260px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Rui Dias (Braga, 1974) é Licenciado em Composição pela ESMAE-IPP (Porto), onde estudou com os professores Virgílio Melo, Cândido Lima, Filipe Pires e Carlos Guedes, e Mestre em Multimédia pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, onde frequenta atualmente o programa doutoral em Média Digitais UT Austin/Portugal.<br>Apresenta regularmente trabalho artístico como compositor, performer e como programador, tendo como áreas privilegiadas a música electroacústica, a improvisação e a criação de sistemas musicais e multimédia interactivos. Entre os eventos e concertos onde participou encontra-se o Festival Música Viva (Lisboa), Festival “Synthèse” (Bourges, França), Dias de Música Electroacústica, Unicer Laboratório Criativo, Festival Tom de Vídeo (Tondela), Festival Future Places (Porto), Guimarães 2012 capital europeia da cultura, Manobras no Porto, Suoni Inauditi (Livorno, Itália), Sonoscopia (Porto), Janeiro dos Grandes Espetáculos (Recife, Brasil), Serralves em Festa (Porto), Noite Branca (Braga), CARA Ano Zero (Matosinhos), Festival Semibreve (Braga), Phonambient Braga (GNRation) e Som Riscado (Loulé).<br>É docente, desde 2005, e coordenador, desde 2007, do curso de Música Electrónica e Produção Musical da Escola de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco (ESART-IPCB). Leccionou diversas formações em áreas ligadas à música por computador.<br><a href="http://ruidias.pt">ruidias.pt</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2019)</p>
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		<title>Jaime Reis</title>
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					<description><![CDATA[Jaime Reis (Coimbra, 1983) iniciou os estudou musicais com António Tilly (5 &#8211; 12 anos de idade), prosseguindo-os no Conservatório de Música de Seia (12-17&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/JaimeReis.jpg" alt="" class="wp-image-5147" width="198" height="198" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/JaimeReis.jpg 500w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/JaimeReis-300x300.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/JaimeReis-150x150.jpg 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/JaimeReis-45x45.jpg 45w" sizes="auto, (max-width: 198px) 100vw, 198px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Jaime Reis (Coimbra, 1983) iniciou os estudou musicais com António Tilly (5 &#8211; 12 anos de idade), prosseguindo-os no Conservatório de Música de Seia (12-17 anos). Entre os 17 e os 22 anos frequentou a Universidade de Aveiro onde concluiu a Licenciatura em Ensino de Música (Composição), recebeu três bolsas de mérito e estudou com João Pedro Oliveira. Entre os 22 e os 24 anos, frequentou o curso de doutoramento em Ciências Sociais, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Aos 24 anos iniciou o doutoramento em Ciências Musicais  (FCSH-UNL) orientado pelos professores Salwa Castelo-Branco e Emmanuel Nunes, cujos seminários de composição frequentou regularmente desde 2003, a par de outros cursos, nomeadamente, com Karlheinz Stockhausen. <br>Aos 19 anos organizou o seu primeiro festival: Dni Muzyki Portugalskiej w Krakowie, posteriormente designado Festival DME (Dias de Música Electroacústica). <br>Tem proferido conferências e cursos em instituições como: Universidade de Woosuk – Coreia do Sul, Keio University &#8211; Tóquio, Uni. de Manila, Iloilo, Mindanao (e.o. nas Filipinas) SciencesPo &#8211; Le Havre, USP, UNICAMP, UFBA, UDESC, UFMG (e.o. no Brasil), Hochschule für Musik Franz Liszt Weimar, Cursos Stockhausen 2009 – Kürten, 42. Darmstadt Internationale Ferienkurse für Neue Musik, International Summer School of Systematic Musicology. <br>É investigador no INET-md. Tem leccionado em escolas como a ESART, Instuto Piaget, FCSH-UNL, EMNSC e Conservatório de Música de Seia, onde também integra a direcção pedagógica. Tem recebido encomendas de entidades como Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, Grupo Síntese, Duo Contracello, Borealis ensemble, UFT/INATEL, Festival Primavera, Logos Foundation (Belgium) e F.L.S.I. (Paris), entre outras. <br>É professor na Escola Superior de Música de Lisboa.<br><a href="http://jaimereis.pt/">jaimereis.pt</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2022)</p>
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		<title>Tiago Cutileiro</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Apr 2017 16:33:49 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">Tiago Cutileiro (Lisboa, 1967) é compositor e artista sonoro. Formou-se em Composição na Universidade de Évora. A sua obra abrange música instrumental, música electrónica, instalações sonoras e&nbsp;audiovisuais, música para filme e para teatro e tem sido apresentada sobretudo em Portugal mas&nbsp;também em Espanha, França e Alemanha. Em 2014, concluiu Doutoramento em Composição sobre&nbsp;a não-narratividade na música contemporânea e a sua relação com géneros musicais tradicionalmente narrativos. Neste contexto compôs a Ópera &#8216;Tudo Nunca Sempre o Mesmo Diferente Nada&#8217;.<br>Recentemente o seu trabalho tem-se focado na relação entre a realidade (tendencialmente não-narrativa) e a artificialidade (tendencialmente narrativa) na música e nas artes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://thegiveups.wordpress.com/">[http://thegiveups.wordpress.com/]</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Janeiro de 2017)</p>
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		<title>Mariana Vieira</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2016 16:36:43 +0000</pubDate>
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<figure class="alignright is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1652" height="2048" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/image-1.png" alt="" class="wp-image-2957" style="width:206px;height:256px" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/image-1.png 1652w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/image-1-242x300.png 242w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/image-1-768x952.png 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/image-1-826x1024.png 826w" sizes="auto, (max-width: 1652px) 100vw, 1652px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mariana Vieira </strong>(Sintra, 1997) completou a licenciatura em composição e o mestrado em ensino de música na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), sob orientação de Jaime Reis.<br>O seu catálogo inclui música acusmática, mista e instrumental, para formações de música de câmara, ensemble, orquestra e a solo, bem como obras didácticas.<br>A sua música foi apresentada em festivais como Young Euro Classic e BachFest (Alemanha), L&#8217;Espace du Son (Bélgica), Crossroads e Echoes Around Me (Áustria), Monaco Electroacoustique (Mónaco), Aveiro_Síntese e Música Viva (Portugal).<br>Foi premiada com o “European Composer Award” (Alemanha), em 2017, com a sua peça &#8220;Raiz&#8221;, escrita para a Jovem Orquestra Portuguesa (JOP), o “Electronic Music Composition Contest” da revista Musicworks (Canadá), em 2021, e o concurso “Young Lion*ess of Acousmatic Music”, promovido pelo “The Acousmatic Project” (Áustria), em 2022.<br>Além da sua produção composicional, tem trabalhado em estruturas artísticas como o Projecto DME, o espaço Lisboa Incomum e a associação EMSCAN.<br>Actualmente, frequenta o Doutoramento em Artes Performativas e da Imagem em Movimento (especialização em Composição), na FBAUL (Universidade de Lisboa), em colaboração com o IPL/ESML, sob a orientação de Carlos Caires e António Sousa Dias. <br><a href="https://www.mariana-vieira.net/">mariana-vieira.net</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Abril 2025)</p>
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		<title>João Martins</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2016 16:36:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[João Martins (1977) trabalha como músico e sonoplasta. É compositor, improvisador e construtor de instrumentos musicais, sendo, desde 1996, figura activa da música experimental e&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/JM.jpg" alt="" class="wp-image-4825" width="314" height="314" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/JM.jpg 479w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/JM-300x300.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/JM-150x150.jpg 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/04/JM-45x45.jpg 45w" sizes="auto, (max-width: 314px) 100vw, 314px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">João Martins (1977) trabalha como músico e sonoplasta. É compositor, improvisador e construtor de instrumentos musicais, sendo, desde 1996, figura activa da música experimental e improvisada, com uma vasta lista de colaborações nacionais e internacionais.<br> Estudou no Conservatório de Música de Aveiro, na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto e na Universidade Aberta, onde concluiu a licenciatura em Estudos Artísticos.<br> É co-director artístico da companhia de teatro Visões Úteis, onde desenvolveu, além de bandas sonoras originais e sonoplastia para espectáculos de teatro, a co-criação de performances em formatos alternativos. Desenvolveu, em trabalho com comunidades, audiowalks e instalações audio onde explora as relações entre o território, a memória colectiva e biografias individuais.<br> Tem o Curso de Animadores Musicais (Serviço Educativo da Casa da Música) e colabora regularmente com Serviços Educativos em várias instituições, na promoção da escuta criativa, construção de narrativas áudio e utilização de tecnologias.<br> É docente na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo e na Academia Contemporânea do Espectáculo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2017)</p>
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