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	<title>A_S2016 &#8211; Arte no Tempo</title>
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		<title>Nuno Aroso</title>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2012/12/aroso2.png" alt="aroso2" class="wp-image-1141" width="250" height="250" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2012/12/aroso2.png 521w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2012/12/aroso2-150x150.png 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2012/12/aroso2-300x300.png 300w" sizes="(max-width: 250px) 100vw, 250px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Professor, Investigador e solista de percussão com intensa actividade concertística, Nuno Aroso (Porto, 1978) desenvolve a sua carreira focado no desenvolvimento da literatura para a sua área instrumental. Tocou em estreia absoluta mais de 120 obras, em formato de concertos para percussão, música de câmara e solos, e gravou parte deste repertório em inúmeras edições discográficas (Wergo  Naxos, Groove Scooter Records, Modermusix, Clean Feed, Cavalli Records, Baskaru, Monochrome Vision, entre outras). <br>Apresenta-se ao vivo em palcos de Portugal,  França, Alemanha, Bélgica, Espanha, Itália, Eslovénia, Brasil, China, Tailândia, Suíça, África do Sul, Argentina, Grécia, Suécia, Inglaterra, Canadá, Bulgária, Tunísia, Escócia, Coreia do Sul, Japão, Chile e EUA.  <br>Particularmente motivado para o enriquecimento e renovação da forma do concerto enquanto espectáculo completo e multidisciplinar, desenvolve com frequência relações artísticas com outras disciplinas: Dança, Cinema, Teatro, Literatura, “Media Arts&#8221;. O compromisso com a música de câmara leva Nuno Aroso a colaborar com inúmeros artistas e colectivos portugueses e europeus, em múltiplos contextos, desde os mais formais até aos que se movem por caminhos do experimentalismo e da improvisação. <br>Nuno Aroso licenciou-se pela Escola Superior de Música do Porto  com a classificação máxima e prosseguiu estudos em Estrasburgo e Paris. É doutorado pela Universidade Católica Portuguesa, onde defendeu a tese <em>The Gesture’s Narrative – Contemporary Music for Percussion</em>. <br>Lecciona nas Universidades do Minho e Aveiro, assim como na  Escuela Superior de Música de Extremadura – Musikex.  Estende a sua actividade docente  a outras prestigiadas universidades, conservatórios e festivais de música um pouco por todo o mundo:  McGill University (Canadá), Universidade Federal de Belo Horizonte (Brasil), Conservatório Superior de Aragão (Espanha), Concorso Musical Paolo Serrao (Itália), Festival de Percussão de Uberlandia (Brasil), Days of Percussion – Athens (Grécia), World Percussion Movement – Bari (Itália), Universidade Federal da Bahia (Brasil), Oficinas da Música de Curitiba (Brasil), Connect Festival – Malmö (Suécia), Konart Percussion Academy Barcelona (Espanha), Universidade de la Plata (Argentina), Conservatório de Macau (China), Conservatório de Paris (França), Northwestern University (EUA), University North Texas (EUA), Festival de Percusión de Patagónia (Argentina), Valencia Percussion Academy,  (Espanha), Manhattan School of Music (EUA), Universidad Alfonso X &#8211; UAX (Espanha), entre muitos outros.<br>Nuno Aroso toca com instrumentos Adams, Zildjian e baquetas Elite Mallets. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.limina.pt/nunoaroso">limina.pt/nunoaroso</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Junho 2020)</p>
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		<title>Ricardo Guerreiro</title>
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<figure class="alignright size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-5516" style="width:274px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-1024x1024.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-300x300.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-150x150.jpg 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-768x768.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-45x45.jpg 45w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG-500x500.jpg 500w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/RG.jpg 1302w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Ricardo Guerreiro (Lisboa, 1975) desenvolve a sua actividade artística predominantemente no âmbito da composição e da performação de música electroacústica. Tem um particular interesse pela descrição algorítmica do fenómeno sonoro e pela integração do som sintético em formações instrumentais mais tradicionais, sobretudo em âmbito camerístico. Ao longo dos últimos anos tem vindo a colaborar com diferentes músicos na composição de situações performativas de contexto diversificado, representadas em várias edições discográficas. A sua aproximação à criação musical tem sido progressivamente influenciada pelas disciplinas clássicas das denominadas ‘artes visuais’, nomeadamente o desenho, a pintura e a escultura. Uma maior consciencialização desta relação tem-no levado a privilegiar musicalmente características como a textura sonora de fundo (o <em>silêncio</em> pós-Cage), o sentido de escala (tempo, durações, proporções), a morfologia interna do material sonoro implicado, bem como a encenação formal dos diferentes elementos musicais. Mais recentemente, tem procurado actualizar e alargar a noção de escrita musical enquanto poética associada ao conjunto das expressões literárias computacionais.<br>Investigador no CESEM (Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical) da FCSH da Univ. Nova de Lisboa, é doutorado em Ciência e Tecnologia das Artes, com especialização em Informática Musical / <em>Computer Music </em>(2015) pela Escola das Artes da Universidade Católica do Porto. Licenciou-se em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa (2000), em Música Electrónica (2004) pelo <em>Conservatorio di Musica Benedetto Marcello di Venezia</em> (Itália) e em Ciências Musicais (2007) pela Universidade Nova de Lisboa. Frequentou os seminários semestrais de Estética (2001) e de Iconologia (2004) com Giorgio Agamben, respectivamente nas Universidades de Verona e Veneza. Frequentou cursos e seminários de composição em Lisboa, Porto, Aveiro, Paris (IRCAM &#8211; ’99), Darmstadt (&#8217;98 e 2000) e Veneza.<br>É Professor na Escola Superior de Teatro e Cinema.<br>Criou o ‘Laboratório de Som’ no Curso de Cinema / Imagem em Movimento’ no Ar.Co (Centro de Arte e Comunicação Visual), escola com a qual tem vindo a colaborar desde 2004.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Maio 2024)</p>
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		<title>Mariana Vieira</title>
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					<description><![CDATA[Mariana Vieira (Sintra, 1997) completou a licenciatura em composição e o mestrado em ensino de música na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), sob&#8230;]]></description>
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<figure class="alignright is-resized"><img decoding="async" width="1652" height="2048" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/image-1.png" alt="" class="wp-image-2957" style="width:206px;height:256px" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/image-1.png 1652w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/image-1-242x300.png 242w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/image-1-768x952.png 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2018/11/image-1-826x1024.png 826w" sizes="(max-width: 1652px) 100vw, 1652px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mariana Vieira </strong>(Sintra, 1997) completou a licenciatura em composição e o mestrado em ensino de música na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), sob orientação de Jaime Reis.<br>O seu catálogo inclui música acusmática, mista e instrumental, para formações de música de câmara, ensemble, orquestra e a solo, bem como obras didácticas.<br>A sua música foi apresentada em festivais como Young Euro Classic e BachFest (Alemanha), L&#8217;Espace du Son (Bélgica), Crossroads e Echoes Around Me (Áustria), Monaco Electroacoustique (Mónaco), Aveiro_Síntese e Música Viva (Portugal).<br>Foi premiada com o “European Composer Award” (Alemanha), em 2017, com a sua peça &#8220;Raiz&#8221;, escrita para a Jovem Orquestra Portuguesa (JOP), o “Electronic Music Composition Contest” da revista Musicworks (Canadá), em 2021, e o concurso “Young Lion*ess of Acousmatic Music”, promovido pelo “The Acousmatic Project” (Áustria), em 2022.<br>Além da sua produção composicional, tem trabalhado em estruturas artísticas como o Projecto DME, o espaço Lisboa Incomum e a associação EMSCAN.<br>Actualmente, frequenta o Doutoramento em Artes Performativas e da Imagem em Movimento (especialização em Composição), na FBAUL (Universidade de Lisboa), em colaboração com o IPL/ESML, sob a orientação de Carlos Caires e António Sousa Dias. <br><a href="https://www.mariana-vieira.net/">mariana-vieira.net</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Abril 2025)</p>
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		<title>Gilberto Bernardes</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jan 2014 22:54:50 +0000</pubDate>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2014/01/GilbertoBernardes-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-6143" width="328" height="218" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2014/01/GilbertoBernardes-1024x683.jpeg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2014/01/GilbertoBernardes-300x200.jpeg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2014/01/GilbertoBernardes-768x512.jpeg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2014/01/GilbertoBernardes-1536x1024.jpeg 1536w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2014/01/GilbertoBernardes-2048x1365.jpeg 2048w" sizes="auto, (max-width: 328px) 100vw, 328px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Gilberto Bernardes é Doutor em media digitais pela Universidade do Porto sob a égide da Universidade do Texas em Austin (2014), Mestre em música, cum laude, pela Amsterdamse Hogeschool voor de Kunsten (2008) e Licenciado em Música – saxofone, pela Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto (2006), tendo ainda o diploma superior de saxofone pelo Conservatoire Niedermeyer d’Issy-les-Moulineaux. Bernardes tem uma actividade multifacetada como músico, professor e investigador em computação sonora e musical. A sua investigação centra-se em técnicas de síntese sonora e espaços perceptuais de descrição musical, cujas contribuições foram disseminadas em mais de 60 publicações científicas. A sua actividade artística conta com apresentações regulares em salas de reconhecido mérito, como o Asia Culture Center (Coreia), Universidade de Nova York (EUA), Concertgebouw (Holanda) e Casa da Música (Portugal). É membro da Banda Sinfónica Portuguesa e da Oficina Musical. Actualmente, é Professor Auxiliar na Universidade do Porto—Faculdade de Engenharia e investigador sénior do INESC TEC, onde lidera o grupo de computação sonora e musical.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2021)</p>
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