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RMC 2021 [c10] Ricardo Ribeiro

Domingo, 30 de Maio | 18h00
Igreja de Jesus | Museu de Aveiro / Santa Joana

[ticketline]

Magnet duo
Mário Teixeira (1) e Nuno Aroso (2)<percussão>

quarteto ars ad hoc
Álvaro Pereira e Diogo Coelho <violino>
Ana Teresa Alves <viola>
Gonçalo Lélis <violoncelo>

Henrique Portovedo <direcção>
agrupamento vocal ad hoc
Carla Costeira
João Mendes
José Pedro Bola
Sofia Borras
Maria João Balseiro
Matilde Andrade
Ricardo Mendes
Tiago Matos

Programa monográfico

obras de Ricardo Ribeiro

Recit II* [2021] (1)
para caixa solo

Antinomias*** [2020]
obra para coro de câmara
encomenda: Câmara Municipal de Aveiro / Arte no Tempo
em estreia absoluta, Henrique Portovedo

Recit I – parte I [2019] (2)
obra para molas helicoidais
estreia: 22.02.2019, Colónia, Neue Musik Köln, Nuno Aroso

Kreise **** [2020]
para quarteto de cordas amplificado
encomenda: Fundação Centro de Cultural de Belém para os Dias da Música 2020
estreia: 30.08.2020, Aveiro, bienal Aveiro_Síntese, ars ad hoc

Chalybis Geometriae [2020]
para dois percussionistas
encomenda: Arte no Tempo, financiada pela Direcção Geral das Artes
estreia: 12.11.2020, Aveiro, Festivais de Outono, Magnet duo

* estreia absoluta; encomenda da Arte no Tempo financiada pela Direcção Geral das Artes
*** estreia absoluta; encomenda da Câmara Municipal de Aveiro, por proposta da Arte no Tempo
**** encomenda da Fundação Centro Cultural de Belém para os Dias da Música 2020

Ricardo Ribeiro (1971) é um dos compositores portugueses mais originais, com um corpo de obras que, discretamente, se vai tornando dos mais relevantes.
Iniciada no Consevatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian, a sua formação levou-o à Escola Superior de Música de Lisboa e, depois, enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, a Brescia, onde trabalhou com Franco Donatoni durante dois anos, e a Paris, onde trabalhou com Emmanuel Nunes de 1998 a 2002.
Neste concerto que assinala o seu 50º aniversário, são escutadas cinco das suas obras mais recentes, compostas entre 2019 e 2021, um período fortemente marcado pela pesquisa sobre a expansão das possibilidades instrumentais.
Além de duas obras para percussão solo (uma delas em estreia absoluta) e de um duo estreado pelo Magnet em 2020, serão escutados um quarteto de cordas (a estreia da terceira parte do quarteto composto por encomenda da Fundação Centro Cultural de Belém) e a estreia absoluta, dirigida por Henrique Portovedo, de uma obra para agrupamento vocal resultante de encomenda da Câmara Municipal de Aveiro, por proposta da Arte no Tempo.

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