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Magnet duo

Ao longo dos últimos 15 anos, Mário Teixeira e Nuno Aroso têm, em separado, trilhado interessantes caminhos pelo mundo da percussão contemporânea. O encontro entre ambos, sobretudo em projectos de formação alargada, permitiu a descoberta de interesses musicais coincidentes e despertou a vontade de se lançarem a um projecto conjunto. Assim, nasce em 2015 – Magnet – um duo que se propõe, tal como um íman sobre metal, a atrair a nova criação musical para dois vibrafones e outras percussões, oferecendo simultaneamente um contributo para o crescimento da área instrumental da percussão.

Mário Teixeira (1971) é formado pela EPME com Carlos Voss, pela ESMAE com Miquel Bernat, e pelo Conservatório Superior de Roterdão com Robert Van Sice. É ainda Mestre e Doutor pela Universidade de Aveiro, com as dissertações “A interpretação da música japonesa para Marimba” e “O Tai Chi Chuan na Percussão”.
Estreou numerosas obras para ensemble contemporâneo, para grupo de percussão, música de câmara e solo. Dedicando-se essencialmente à música contemporânea, os seus interesses passam também pela música clássica, tendo variadas experiências no âmbito do Jazz e do Rock. Tocou com Henry Bock, Ivan Monighetti, Maria Schneider, Umo Jazz Orchestra, Maria João, John Zorn, Pedro Burmester, Fausto Neves, entre outros. Colaborou com as orquestras Régie Sinfonia, Orquestra do Norte, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Oficina Musical, Orquestra da E.P.M.E., Círculo Portuense de Ópera, Ictus Ensemble (Bélgica), Plural Ensemble (Espanha), Quarteto de Pianos de Madrid, Orquestra Gulbenkian e Coro Gulbenkian.
Leccionou no Conservatório de Aveiro, no Conservatório de Braga e na Escola Profissional de Música de Espinho. Lecciona percussão na Universidade de Aveiro desde 1999. É membro fundador do Drumming – Grupo de Percussão Drumming, membro do Remix Ensemble, do grupo Performa, Camerata Nov’arte e do Magnet Duo, além de co-director artístico do Festival Itinerante de Percussão. É praticante de Tai Chi Chuan.

Reconhecida pela crítica nacional e internacional, a carreira a solo de Nuno Aroso (1978) assume um papel central na sua vida artística. Com olhos voltados para a exploração de novas técnicas, de renovados meios instrumentais e de aspectos cénicos inerentes à performance da percussão, Nuno Aroso tem colaborado activamente com inúmeros compositores dos mais variados quadrantes estéticos e de diferentes pontos do globo, resultando dessa colaboração o crescimento de um repertório próprio e idiossincrático, que simultaneamente contribui para o desenvolvimento da percussão enquanto área instrumental e perfomativa. Estreou mais de 100 obras, gravando parte deste repertório para numerosas edições discográficas. Peter Klatzow, Peter Ablinger, Oscar Bianchi, João Pedro Oliveira, Amanda Cole, Kumiko Omura, Luís Antunes Pena, Matthew Burnter e Martin Bauer são alguns dos nomes que têm escrito para Nuno Aroso. Apresenta-se como professor, membro de júri e intérprete nos palcos da música contemporânea em Portugal e também em França, Alemanha, Bélgica, Espanha, Itália, Eslovénia, Brasil, China, Tailândia, África do Sul, Argentina, Grécia, Suécia, Inglaterra, Canadá, Bulgária, Tunísia, Escócia, etc.
Particularmente motivado para o enriquecimento e renovação do concerto enquanto espectáculo completo e multidisciplinar, desenvolve com frequência relações artísticas com outras disciplinas: Dança, Cinema, Teatro, Literatura.
Licenciado pela ESMAE (20 valores), prosseguiu estudos no Conservatoire National de Strasbourg, onde obteve o Diplome de Soliste. É doutorado pela Universidade Católica Portuguesa. Lecciona na Universidade do Minho, é artista Adams e toca com baquetas Elite Mallets.

(última actualização: 2019)

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