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Madalena Soveral

Madalena Soveral (Porto, 1968) estudou com a sua mãe, Hélia Soveral, prosseguindo a sua formação no Conservatório de Música do Porto e, na qualidade de bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e da SEC, na École Normale de Musique de Paris, onde obteve a “licence de concert”. Estudou também com Reine Gianoli, Marian Rybicki e Claude Helffer, entre outros. Em 1986 foi-lhe atribuído o prémio “900 Musicale Europeo”. Desde 1980, apresenta-se regularmente em concertos a solo, com orquestra ou integrando várias formações de música de câmara, com actuações em Portugal e no estrangeiro (Itália, França, Reino-Unido, Bélgica, Suíça, Marrocos, Macau, Síria, Espanha). Ao longo da sua intensa actividade concertística, Madalena Soveral tem dado particular atenção ao repertório do séc. XX, colaborando com diversos compositores e intérpretes. Neste âmbito destacam-se o trabalho com o compositor Giacinto Scelsi e com o grupo “Les Percussions de Strasbourg”, bem como a colaboração com o pianista Jean-Louis Haguenauer e os percussionistas Christian Hamouy e Georges van Gucht, intérpretes com os quais formou o grupo TETRA. Fez numerosas estreias mundiais, referindo-se de forma particular as peças que lhe foram dedicadas: Estudos de Sonoridades de Filipe Pires, Interrogations de Miguel Graça Moura, In Tempore para piano e electrónica de João Pedro Oliveira, Dominos de Sharon Kanach, Episode para dois pianos, marimba e vibrafone de Francis Bayer. Professora Coordenadora na Escola Superior de Música do Porto, Madalena Soveral fez um trabalho de investigação sobre música portuguesa para piano do século XX na Universidade Paris 8 (Saint-Denis), onde se doutorou com a tese «Quatre compositeurs. Quatre œuvres: la musique portugaise pour piano des années 90».

 

 

 

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