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	<title>Outros &#8211; Arte no Tempo</title>
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		<title>Tomás Quintais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 15:40:25 +0000</pubDate>
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<figure class="alignleft size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="693" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/03/TQ-1024x693.jpeg" alt="" class="wp-image-13174" style="width:320px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/03/TQ-1024x693.jpeg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/03/TQ-300x203.jpeg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/03/TQ-768x520.jpeg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/03/TQ.jpeg 1125w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">Tomás Quintais (1998) é um artista sonoro português. O seu percurso tem sido marcado pela produção de instalações sonoras em tempo real, enquanto se aproxima de temas como o lugar, o caminhar e a memória. Entre as suas peças mais relevantes incluem-se as seguintes revelações: &#8220;Actants&#8221;, &#8220;Passaggio&#8221; e &#8220;Cantus Discantus&#8221;, tendo esta última recebido o Prémio <em>Edigma Semibreve Scholar</em>, em Outubro de 2021, atribuído pelo Festival Semibreve em Braga, Portugal. Apresentou o seu trabalho em diversos contextos de exposição dedicados à arte sonora, entre os quais o &#8220;Just Listen: Paisagens Sonoras da Cidade 2022&#8221; e o &#8220;Festival Semibreve 2021&#8221;. Actualmente encontra-se a redigir o seu projecto de doutoramento na Universidade de Aveiro, contando com a colaboração dos Institutos Politécnicos do Porto e de Leiria. A sua investigação centra-se na produção de instalações sonoras para espaços abandonados. <br>No âmbito da música contemporânea e experimental, promove a edição de antologias discográficas que articulam obras de compositores portugueses e estrangeiros, orientada segundo linguagens musicais tanto ecléticas quanto condizentes com o programa e conceito de cada publicação. Enquanto produtor musical, tem vindo a integrar uma série de colaborações com instituições nacionais e internacionais de âmbito cultural, entre as quais a Antescofo (IRCAM), a European Shakuhachi Society, o Festival Lisboa Soa, o CESEM-IPP e a Arte no Tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2025)</p>
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		<title>Matilde Andrade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2022 17:39:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Matilde Andrade (Guarda, 1997) encontra-se a concluir o mestrado em Ensino de Música, com Especialização em História da Música, na Universidade de Aveiro. É licenciada&#8230;]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Matilde Andrade</strong> (Guarda, 1997) encontra-se a concluir o mestrado em Ensino de Música, com Especialização em História da Música, na Universidade de Aveiro. É licenciada em Ciências Musicais pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (2020). Frequentou a Licenciatura em Música – Piano, na Escola Superior de Música de Lisboa (2015-2018), onde integrou o Trio Agitato e o Laboratório de Música Mista, entre outros. Estreou várias obras contemporâneas para música de câmara, ensemble e orquestra e tem abordado o trabalho artístico multidisciplinar como instrumentista/performer e como musicóloga. Foi membro do Coro Sinfónico Lisboa Cantat entre 2018 e 2020. Além de formação contínua de aperfeiçoamento artístico, tem feito formação complementar em Teatro, Educação e Mediação Cultural. É membro da Plataforma OpusPausa (que co-fundou em 2020) e do GrETUA – Grupo Experimental de Teatro da Universidade de Aveiro. Exerce funções docentes a título particular, bem como no Instituto de Música de Lisboa (desde 2018) e no Centro de Formação Musical da Mêda (desde 2021). Colabora, desde 2019, com a Arte no Tempo, onde trabalha desde 2022.</p>
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		<title>Marta Navarro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2020 01:37:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Marta Navarro Nunes é licenciada em Violoncelo pela Universidade de Évora, na classe do professor Levon Mouradian, depois de ter estudado no Conservatório Nacional com&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/TCMN-©Elsa-Cerqueira-624x1024.jpg" alt="" class="wp-image-5611" width="182" height="301"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Marta Navarro Nunes é licenciada em Violoncelo pela Universidade de Évora, na classe do professor Levon Mouradian, depois de ter estudado no Conservatório Nacional com Miguel Ivo Cruz e frequentado inúmeras Masterclasses. É também licenciada em Ciências Musicais pela FCSH-UNL. Em 2008, fixou residência em Berlim tendo, como violoncelista, colaborado com bandas na área da música Pop e Rock, ensembles de Música de Câmara, a Berlin-Brandenburgisches Sinfonieorchester e outros projectos relacionados com Música Flamenca. Com formação em Método Suzuki, paralelamente exerce actividade lectiva, sendo actualmente uma das principais professoras deste método em Berlim. </p>



<p class="wp-block-paragraph">[última actualização: 2020]</p>
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		<title>Carlos Santos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 23:15:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Artista sonoro e músico electrónico, Carlos Santos (Lisboa, 1967) apresenta o seu trabalho, desde a década de noventa, em diversos formatos, como instalações sonoras, peças&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/CarlosSantos_19112019_08©Nuno-Martins.jpg" alt="" class="wp-image-5586" width="356" height="357" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/CarlosSantos_19112019_08©Nuno-Martins.jpg 1000w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/CarlosSantos_19112019_08©Nuno-Martins-300x300.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/CarlosSantos_19112019_08©Nuno-Martins-150x150.jpg 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/CarlosSantos_19112019_08©Nuno-Martins-768x772.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/CarlosSantos_19112019_08©Nuno-Martins-45x45.jpg 45w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/08/CarlosSantos_19112019_08©Nuno-Martins-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 356px) 100vw, 356px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Artista sonoro e músico electrónico, <strong>Carlos Santos </strong>(Lisboa, 1967) apresenta o seu trabalho, desde a década de noventa, em diversos formatos, como instalações sonoras, peças audiovisuais multi-canal ou concerto.<br>A solo ou em grupos de diferentes escalas, atribui uma atenção especial a fenómenos acústicos ou ao espaço arquitectónico no desenvolvimento musical.<br>Prática electroacústica, &#8220;field recording&#8221; ou processamento electrónico em tempo-real com software desenvolvido por si. Extensa lista de colaborações registadas em CD.<br>Trabalha como designer gráfico e fez desenho de som e música para vídeo, animação e dança. Actividade pedagógica em diferentes escolas e instituições em áreas tão diversas como programação maxmsp, &#8220;new digital media&#8221;, práticas artísticas sonoras ou &#8220;field recording&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">[última actualização: 2020]</p>
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		<title>João Reis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2020 21:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[João Reis, actor desde 1989, fez o curso de formação de actores do IFICT – Instituto de Formação Investigação e Criação Teatral – e workshops com&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2020/05/JoaoReis.png" alt="" class="wp-image-5228" width="284" height="239"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>João Reis</strong>, actor desde 1989, fez o  curso de formação de actores do IFICT – Instituto de Formação Investigação e Criação Teatral – e workshops com Daniel Stein, Daniel Zerky, Polina Klimovitskaya e Lenard Petit, entre outros. Participou em espectáculos encenados por Ricardo Pais, Nuno Carinhas, João Lourenço, José Wallenstein, Luis Miguel Cintra, Giorgio Barberio Corsetti, Jorge Lavelli, Carlos Pimenta, Rui Mendes, Miguel Guilherme, Marcos Barbosa, António Pires, José Neves, Carlos Avilez, Duarte B. Ruas, Adriano Luz, Pedro Mexia, Mário Feliciano, Michel Van der Aa e Diogo Infante.<br>Encenou, no TNSJ, <em>Buenas Noches, Mi Amor</em> (1999), a partir de  &#8220;As Três Cartas da Memória das Indias&#8221; de Al Berto, <em>Neva</em>, de Guillermo Calderón (O Lince Viaja/TNSJ, 2015); no Teatro Maria Matos, encenou <em>Transacções</em>, de David Williamson (2009) e, no Teatro São Luiz, co-encenou e interpretou com Ana Nave &#8220;Portugal, Meu Remorso”, a partir da obra de Alexandre O&#8217;Neill. Como actor, colaborou ainda com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica do Porto, Divino Sospiro e Remix Ensemble Casa da Música. Foi actor em filmes de João Canijo, Fernando Lopes, Rita Azevedo Gomes, Ruy Guerra, Manoel de Oliveira, Vicente Alves do Ó, Luís Filipe Rocha, Edgar Pêra e Pedro Sena Nunes. Em televisão, participou em inúmeras séries e novelas. No TNSJ, além de corresponsável pelo projecto de teatro radiofónico “Os Sons, Menina!…”, integrou múltiplas produções, das quais se destacam <em>O Grande Teatro do Mundo</em>, de Calderón de la Barca (1996), e <em>A Ilusão Cómica</em>, de Corneille (1999), <em>Macbeth</em>, de Shakespeare (2017) &#8211; encenações de Nuno Carinhas; <em>As Lições</em>, a partir de Ionesco (1998), <em>Noite de Reis</em> (1998), <em>Hamlet</em> (2000) e <em>Um Hamlet a mais</em> (2002), de Shakespeare, <em>UBUs</em>, de Alfred Jarry (2005), <em>Turismo Infinito</em>, com textos de Fernando Pessoa (2007-2014) e o <em>Mercador de Veneza</em> (2012) &#8211; encenações de Ricardo Pais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Raquel Melgue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2019 14:11:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Raquel Melgue (Porto, 1985) vive e trabalha em Lisboa e é Mestre em Artes Visuais-Intermédia Digital e Licenciada em Pintura, pela Universidade de Évora. Desenvolve&#8230;]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/02/RAQUELMELGUE-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3233" width="208" height="312" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/02/RAQUELMELGUE-683x1024.jpg 683w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/02/RAQUELMELGUE-200x300.jpg 200w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/02/RAQUELMELGUE-768x1152.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2019/02/RAQUELMELGUE.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 208px) 100vw, 208px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Raquel Melgue </strong>(Porto, 1985) vive e trabalha em Lisboa e é Mestre em Artes Visuais-Intermédia Digital e Licenciada em Pintura, pela Universidade de Évora. Desenvolve trabalho artístico nas áreas da fotografia, vídeo e performance. Expõe regularmente desde 2007. Desde 2012, desenvolve funções nas áreas da comunicação, produção, design e fotografia, em colaboração com diversas estruturas artísticas. Fez parte da organização do projecto A Montra (2013-15) e, desde 2014, do projecto O Armário. Colabora com Sónia Baptista na concepção de cenários e espaço cénico, fotografia original, sonoplastia, concepção e manufactura de edições de textos e objectos performativos.</p>
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		<title>pedro fonseca/colectivo, ac</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2019 14:07:36 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>pedro fonseca/colectivo, ac</strong>, licenciado em Língua e Cultura Portuguesas (ramo científico) pela Universidade da Beira Interior (Covilhã), tem repartido a sua actividade pela produção, iluminação de cena/sonoplastia e design gráfico, destacando destes itens a participação com diferentes entidades e instituições, tais como o CENTA – Centro de Estudos de Novas Tendências Artísticas, a Quarta Parede – Associação de Artes Performativas da Covilhã, a Moagem &#8211; Cidade do Engenho e das Artes, Circolando, CRL, d&#8217;Orfeu – Associação Cultural, Teatro das Beiras, ASTA – Associação de Teatro e outras Artes, Arte no Tempo, Terceira Pessoa Associação, Sport Clube Operário de Cem Soldos, O Teatrão, entre outras.<br>Integrou igualmente a equipa técnica e/ou coordenação técnica de diversos festivais, dos quais são exemplo o Festival Bons Sons, Festival Y, Festival O Gesto Orelhudo, FESTIM – Festival Intermunicipal de Músicas do Mundo, Festival Materiais Diversos, PT.15 – Portuguese Platform for Performing Arts, e espaços de programação regular, no caso, A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes, o Centro de Artes do Espectáculo de Sever do Vouga, o Teatro Académico de Gil Vicente (Coimbra) e o projecto 23 MILHAS/Município de Ílhavo.<br>Ao nível da produção, o leque de actividade reparte-se por projectos de criação e pedagógicos, festivais e espaços de programação.<br>Colaborou, entre outros, com os criadores Ana Trincão, Carlos “Zíngaro”, Fernando Mota, Filipa Francisco, Florian Bilbao, Graça Ochoa, Harvey Grossmann, Iris Julian, Joana Capucho, João Bento, Leonor Barata, Ludger Lamers, Mafalda Saloio, Marco António Rodrigues, Maria Vasconcelos, Mathilde Monnier, Miguel Pereira, Monsenhor enVide neFilibata, Patrick Murys, Paula Sá Nogueira, Ricardo Jacinto, Tiago Cutileiro, Vera Alvelos, Vera Mantero e Yola Pinto.<br>Durante os últimos anos, tem investido algum do seu tempo na criação de projectos pessoais e em parceria com outros criadores, nomeadamente através do desenvolvimento de objectos multidisciplinares sob a forma de instalação (visual e sonora) com uma forte componente de interacção com o público.<br>Desenvolve ainda trabalho ao nível da carpintaria/marcenaria e agricultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://sites.google.com/view/copasaopedro">sites.google.com/view/copasaopedro</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">[última actualização: Agosto 2020]</p>
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		<title>Leonor Keil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2019 13:17:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Leonor Keil (Ponta Delgada, 1973) iniciou os seus estudos em Dança na Escola de Dança de Maputo (Moçambique), concluindo a sua formação na Escola de&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leonor Keil</strong> (Ponta Delgada, 1973) iniciou os seus estudos em Dança na Escola de Dança de Maputo (Moçambique), concluindo a sua formação na Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa. Como intérprete de Dança/Teatro, trabalhou com Joana Providência, Madalena Vitorino, Marta Lapa, João Fiadeiro, Paulo Ribeiro, Francisco Camacho, Amélia Bentes, José Wallenstein, Cláudio Hochman, John Mowat, Rafaela Santos, Giacomo Scalisi, Companhia TPO (Itália), Luis El Gris (Pogo Teatro), Francisco Campos (projecto Ruinas) e Nuno M. Cardoso (Cão Danado). Foi assistente de ensaios do coreógrafo João Fiadeiro, na obra <em>Branco sujo</em>, e de Paulo Ribeiro, na obra <em>New Age</em>, para o NDT 3 (Holanda).No cinema, destaca a sua participação em <em>É só um minuto</em>, de Pedro Caldas, <em>Contra Ritmo</em>, de João Figueiras, <em>Pas perdu</em>, de Saguenail, <em>O Barão</em> e <em>Cinesapiens</em>, de Edgar Pêra.No âmbito do seu trabalho com a Companhia Paulo Ribeiro, da qual é intérprete regular desde 1995, foi-lhe atribuída uma Menção Honrosa pela sua interpretação na obra <em>Rumor de Deuses</em>, nos V Rencontres Chorégraphiques Internationales de Seine Saint Denis, 1996, e, em 1999, foi-lhe atribuído o Prémio Revelação – José Ribeiro da Fonte, pelo Instituto Português das Artes do Espectáculo. Em 2002, foi uma das intérpretes escolhidas para participar no programa Vif du Sujet, do Festival d’Avignon, para o qual convidou o coreógrafo Javier de Frutos (solo Solitary Virgin). É, desde 2003, a responsável pelo desenvolvimento de projectos de âmbito pedagógico no Lugar Presente, em Viseu.</p>
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		<title>Sónia Baptista</title>
		<link>https://artenotempo.pt/sonia-baptista/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sonia-baptista</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2019 13:11:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[Sónia Baptista é formada em Dança Contemporânea pelo Forum Dança. Em 2001, foi-lhe atribuído o Prémio Ribeiro da Fonte de Revelação na área da Dança,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sónia Baptista</strong> é formada em Dança Contemporânea pelo Forum Dança. Em 2001, foi-lhe atribuído o Prémio Ribeiro da Fonte de Revelação na área da Dança, pelo Ministério da Cultura, por <em>Haikus</em> (o seu primeiro trabalho). Obteve, com distinção, o grau de Master Researcher in Choreography and Performance da Universidade de Roehampton (Londres).No seu trabalho, explora e experimenta com as linguagens da Dança, Performance, Música, Literatura, Teatro e Vídeo.Para além de textos e poemas dispersos em várias publicações, é autora de 6 livros publicados. Colabora com a CNB, com o Fórum Dança e ESTC. Em 2016 estreou, no Festival Alkantara, <em>Assentar Sobre a Subida das Águas</em> e, em 2017, <em>Querer do Corpo, Peso</em>, no São Luiz.Ao longo do seu percurso artístico, o seu trabalho tem sido apoiado pelo Ministério da Cultura/Secretaria de Estado da Cultura, Fundação Calouste Gulbenkian e Centro Nacional de Cultura. O seu trabalho tem sido apresentado em vários Festivais e Teatros, em Portugal e no estrangeiro. Sónia Baptista é artista Associada da AADK Portugal.</p>
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		<title>Sara Carinhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2019 13:05:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[Sara Carinhas (Lisboa, 1987) estuda com a Professora Polina Klimovitskaya, desde 2009. É Licenciada em Estudos Artísticos pela Faculdade de Letras de Lisboa. Concluiu o&#8230;]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Sara Carinhas (Lisboa, 1987) estuda com a Professora Polina Klimovitskaya, desde 2009. É Licenciada em Estudos Artísticos pela Faculdade de Letras de Lisboa. Concluiu o curso de Música e Canto na Juventude Musical Portuguesa. Estreando-se como actriz em 2003, trabalhou em Teatro com Adriano Luz, Ana Tamen (Jean Racine), Beatriz Batarda (William Shakespeare), Cristina Carvalhal (Marius von Mayenburg), Daniel Gorjão, Fernanda Lapa (Eurípides), Isabel Medina, João Mota (Edmond Rostand), Luís Castro (Raúl Brandão), Marco Martins (Jean Genet), Nuno Cardoso (William Shakespeare e Anton Tcheckhov), Nuno Carinhas (Bertolt Brecht), Olga Roriz, Ricardo Aibéo (Georg Büchner), Ricardo Pais (William Shakespeare) e Victor Hugo Pontes. Em cinema trabalhou com os realizadores Alberto Seixas Santos, Manoel de Oliveira, Manuel Mozos, Pedro Marques, Rui Simões, Tiago Guedes e Frederico Serra, Valeria Sarmiento, entre outros. Foi distinguida com o prémio Jovem Talento L’Oreal Paris, do Estoril Film Festival, pela interpretação no filme Coisa Ruim (2008), e recebeu a Menção Especial do Prémio da Associação dos Críticos de Teatro, o Globo de Ouro de Actriz de Teatro, e o prémio da Sociedade Portuguesa de Autores pela sua interpretação no monólogo A Farsa (2015). Assina, em 2013, a encenação e adaptação de As Ondas de Virginia Woolf (tournée de 2014 a 2016, incluindo Santiago do Chile e México); em 2016, foi responsável pelo Ciclo de Leituras de autores portugueses, no São Luiz Teatro Municipal; foi a criadora de “Limbo”, espectáculo estreado em Janeiro de 2019, com um elenco de intérpretes nacionais e internacionais, no salão da Voz do Operário.</p>
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