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	<title>Intérpretes &#8211; Arte no Tempo</title>
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	<title>Intérpretes &#8211; Arte no Tempo</title>
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		<title>Anders Førisdal</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 00:09:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Anders Førisdal é guitarrista e investigador. Realizou numerosas actuações com o seu grupo de música de câmara, asamisimasa, bem como com grupos internacionais como Elision,&#8230;]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Anders Førisdal é guitarrista e investigador. Realizou numerosas actuações com o seu grupo de música de câmara, asamisimasa, bem como com grupos internacionais como Elision, Apartment House, Plus-Minus ensemble e Modelo62, entre outros. Actua ainda regularmente com as principais orquestras norueguesas e com a Oslo Sinfonietta.<br>Førisdal e asamisimasa encomendaram numerosas obras, tendo estabelecido colaborações notáveis com compositores como Alvin Lucier, Brian Ferneyhough, Helmut Lachenmann, Matthew Shlomowitz, Carola Bauckholt, Luís Antunes Pena, Johannes Kreidler, Michelle Lou, Aldo Clementi, Rebecca Saunders, Øyvind Torvund, Richard Barrett e muitos outros. O seu primeiro CD a solo, com gravações de obras para guitarra eléctrica do pioneiro da vanguarda norueguesa Bjørn Fongaard, foi lançado em 2015, com grande sucesso. Realizou numerosas gravações com o asamisimasa, duas das quais foram distinguidas com o Spellemannsprisen norueguês para o disco do ano. <br>Na sua dissertação, Førisdal examina a relação entre a prática instrumental e a técnica composicional na música contemporânea a partir de uma perspectiva filosófica, tendo publicado numerosos textos sobre questões actuais da prática interpretativa e da estética.<br>Actualmente trabalha num projecto de pós-doutoramento sobre processos institucionais na formação musical na Noruega, na Escola Superior de Música de Oslo, e integra o projecto de investigação artística <em>Performing Precarity</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2026)</p>
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		<title>Sérgio de A.</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 21:21:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A_S 2024]]></category>
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<figure class="wp-block-image alignleft size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/Sergio-de-A.--1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-14701" style="aspect-ratio:1.33335065204967;width:386px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/Sergio-de-A.--1024x768.jpeg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/Sergio-de-A.--300x225.jpeg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/Sergio-de-A.--768x576.jpeg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/Sergio-de-A.--1536x1152.jpeg 1536w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/03/Sergio-de-A.-.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Sérgio de A. é um pianista natural do Porto, onde, desde cedo, estudou sob a orientação de Miguel Borges Coelho e em cuja classe viria a concluir a Licenciatura, na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, com a classificação máxima de 20 valores.<br>Durante o seu percurso de formação, participou em inúmeras master classes de aperfeiçoamento, destacando-se o contacto com os mestres de Borges Coelho, Vitalij Margulis e Dmitri Bashkirov, duas personalidades ímpares da escola russa de piano.<br>Nesse contexto conheceu o eminente pianista, Medalha de Ouro do concurso Van Cliburn 1973, Vladimir Viardo, que lhe atribuiu uma bolsa de estudo para trabalhar consigo na University of North Texas.<br>Vencedor dos Prémios Helena Sá e Costa, Maria Campina e, mais tarde, de Melhor Pianista Acompanhador do Concurso de Canto Rotary Club no Teatro S. Luís de Lisboa, Sérgio de A. tem vindo a desenvolver uma actividade concertística ecléctica, com presença em Portugal, Espanha, França, Itália, E.U.A. e Rússia.<br>Apresentou-se como solista com as orquestras Artave, Sinfonieta da ESMAE, Volga Arts de Córdoba e Clássica do Algarve, dirigido por António Soares, Yuri Nasuchkin e Ivo Cruz.<br>Participou na vertente Música de câmara em festivais como o Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim, Reencontros 21, “Appuntamenti” de Roma ou “Sons do Universo” na Sala Rachmaninoff, em Moscovo, assim como no Museu Gulbenkian e na Casa da Música, entre outros.<br>Efectuou gravações a solo, em directo para a Antena 2, e tem três discos de música de câmara, gravados ao vivo em Roma pelo IPSAR e produzidos por Antonio Ciciarelli (RAI).<br>É membro do Quarteto Contratempus, grupo dedicado à produção de óperas contemporâneas portuguesas, e mantém um duo com o pianista Bernardo Pinhal, com o qual venceu o Prémio Ageas / Casa da Música, em 2019.<br>Actualmente, é professor assistente na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (Porto) e na Escola Profissional de Música de Espinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Fevereiro de 2026)</p>
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		<title>Ensemble Inverspace</title>
		<link>https://artenotempo.pt/ensemble-inverspace/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ensemble-inverspace</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 19:28:46 +0000</pubDate>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="684" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/02/Ensemble-Inverspace_markus.schmidt-9911-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-14553" style="aspect-ratio:1.4971185237757274;width:457px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/02/Ensemble-Inverspace_markus.schmidt-9911-1024x684.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/02/Ensemble-Inverspace_markus.schmidt-9911-300x200.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/02/Ensemble-Inverspace_markus.schmidt-9911-768x513.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/02/Ensemble-Inverspace_markus.schmidt-9911-1536x1025.jpg 1536w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/02/Ensemble-Inverspace_markus.schmidt-9911-2048x1367.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f7.png" alt="📷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Markus Schmidt</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Ensemble Inverspace trabalha genuinamente empenhado em explorar a música contemporânea e experimental, com um espírito colaborativo. Os seus músicos dão prioridade a estreitas colaborações com os compositores, valorizando o processo criativo. Desde a sua criação, o grupo tem-se concentrado no potencial de uma fusão simbiótica de música electrónica e novas tecnologias de som com instrumentos acústicos. Entre os compositores que têm recebido encomendas do Ensemble Inverspace encontram-se Sarah Nemtsov, Oxana Omelchuk, Matthias Krüger, Georgia Koumarà, Raphaël Languillat, Leo Collin, Paul Clift, Sergej Maingardt, Michelle Lou e Jorge Sanchez-Chiong.<br>O grupo tem-se apresentado em digressão em França, Ucrânia, Rússia, Suíça, Alemanha, Bielorrússia, Malásia, Espanha e E.U.A., entre outros países, actuando em festivais e ciclos de concertos como Culturescapes (Basileia), Dialogues (Minsk), 2D2N (Odessa), Switch ON (Kuala Lumpur) Songlines (Orange, E.U.A.), M.A.R.S (Los Angeles), SMC (Lausanne), Musikpodium (Zurique) e Mostra Sonora Sueca (Espanha).<br>Os projectos iniciados nos últimos anos foram apoiados pela Fundação Ernst von Siemens, Music Fund, Impuls Neue Musik, Pro Helvetia e Fondation Nestlé pour l&#8217;Art, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Susanne Peters > flauta<br>Patrick Stadler > saxofone<br>Clemens Hund-Göschel > piano e teclados<br>João Carlos Pacheco > percussão e electrónica</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.ensembleinverspace.com/">ensembleinverspace.com</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">[última actualização: Janeiro 2026]</p>
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		<title>Fabrik Quartet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[wp_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img decoding="async" width="799" height="1024" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/11/Fabrik-Quartet-1-799x1024.jpg" alt="" class="wp-image-14241" style="width:346px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/11/Fabrik-Quartet-1-799x1024.jpg 799w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/11/Fabrik-Quartet-1-234x300.jpg 234w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/11/Fabrik-Quartet-1-768x984.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/11/Fabrik-Quartet-1.jpg 999w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Fixado em Frankfurt, o Fabrik Quartet destaca-se pela sua interpretação comprometida, fresca e audaz de música contemporânea. Os seus quatro membros cultivam a curiosidade e dedicam-se a tempo inteiro ao meio do quarteto de cordas, partilhando a mesma intenção de abraçar todo o potencial das linguagens da música dos nossos dias. <br>Desde a sua criação, o Fabrik Quartet tem recebido diversas distinções pelas suas interpretações. Conquistou o 1º Prémio no Concurso Internacional de Música de Câmara &#8220;A. Rubinstein&#8221; 2022, em Düsseldorf, no Terceiro Concurso Internacional de Música Contemporânea Re_Crea, em Castelló (Espanha) e no Concurso Politécnico da Frankfurt Hochschule für Musik; em 2024, recebeu o 2º Prémio no “John Cage Award”, em Halberstadt. Enquanto galardoado com o Kamar Percy und Ingeborg John-Stiftung, o Fabrik Quartet gravou o seu primeiro CD na etiqueta “Bad Homburger Schlosskonzerte”.<br>O Fabrik Quartet foi um dos três agrupamentos seleccionados para o programa InSzene através do Podium Gegenwart da Deutscher Musikrat, integrando actualmente o programa Quarteto de Cordas promovido pela plataforma internacional MERITA.<br>O Fabrik Quartet foi o grupo residente do &#8220;Barcelona Modern Festival and Masterclass&#8221;, em 2024, e da &#8220;Mostra Sonora Sueca&#8221;, em 2025. Os seus compromissos para a próxima temporada incluem apresentações no MIXTUR Festival e no Rainy Days Festival. <br>O Fabrik Quartet tem-se apresentado em festivais como Heidelberger Frühling, Acht Brücken, ECLAT, Winter Music &#8211; Akademie der Künste Berlin, Fratopia in Alte Oper Frankfurt, ENSEMS, Mostra Sonora e FestMus. <br>O Quarteto foi convidado a apresentar-se enquanto solista com a HR Sinfonieorchester e o maestro Pierre Bleuse, no concerto de encerramento do Darmstädter Ferienkurse 2023.<br>Uma vez que trabalhar com compositores vivos é um dos principais interesses do Fabrik Quartet, o grupo teve aulas com Rebecca Saunders, Helmut Lachenmann, Alberto Posadas, Liza Lim, George Lewis, Sebastian Claren, Jörg Widmann, Jose Manuel López López, Walter ZImmermann, Ulrich Kreppein, e desenvolveram peças com Jose Luis Escrivà, Julia Mihály, Anna Sowa, Kathrin Denner, Rishin Singh, Esther Pérez Soriano, Camilo Bornstein e Pablo Garretón, continuando a procurar colaborações com jovens compositores.<br>Os quatro músicos do Fabrik Quartet conheceram-se em 2021, como parte da International Ensemble Modern Academy em Frankfurt am Main (Alemanha), onde fundaram o quarteto depois de um período intensivo dedicado ao estudo do quarteto <em>Tetras</em>, de Iannis Xenakis.<br>A formação do Fabrik Quartet passou por master classes com Irvine Arditti, bem como com elementos do Ensemble Modern e do Ensemble Intercontemporain.<br>Desde Outubro de 2024, o Fabrik Quartet frequenta o programa Konzertexam na Hochschule für Musik und Darstellende Kunst, em Frankfurt, sob a orientação de Lucas Fels (Arditti Quartet) e Tim Vogler (Vogler Quartett).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Federico Ceppetelli e Muzi Lyu > violino<br>Jacobo Diaz Robledillo > viola<br>Elena Cappelletti > violoncelo</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.fabrikquartet.com/">fabrikquartet.com</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">[última actualização: Novembro 2025]</p>
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		<title>Paulo Amendoeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 09:28:34 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Paulo Amendoeira</strong> (2002) ​assume-se como percussionista, performer e improvisador português, radicado em Berna, com formação em percussão clássica contemporânea. A sua prática artística engloba uma investigação contínua sobre o ruído como material e a prática pós-instrumental, expandindo assim o espectro sonoro e expressivo do seu conjunto de instrumentos.<br>Paulo Amendoeira trabalha em ambientes colectivos e transdisciplinares, sendo os seus projectos mais recentes |klang.data|, side proYect e ruído blanco. É membro do Concrète [Lab] Ensemble e da Cigarra Associação Cultural, mantendo colaborações contínuas e estreitas com compositores como Michael Maierhof, Ilona Perger e Jorge Villoslada Durán.<br>Formado pela Escola Superior de Música de Lisboa, em 2023, onde estudou com Pedro Carneiro,  frequenta actualmente o mestrado em Performance na Hochschule der Künste Bern, onde estuda com Brian Archinal, Antoine Françoise e Marc Unternährer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">[última actualização: Outubro 2025]</p>
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		<title>Bernardo Cruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 00:07:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Intérpretes]]></category>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="681" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/11/Bernardo-Cruz-1024x681.jpeg" alt="" class="wp-image-14104" style="width:368px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/11/Bernardo-Cruz-1024x681.jpeg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/11/Bernardo-Cruz-300x199.jpeg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/11/Bernardo-Cruz-768x511.jpeg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/11/Bernardo-Cruz-1536x1021.jpeg 1536w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/11/Bernardo-Cruz-2048x1362.jpeg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bernardo Cruz</strong> (2001) é um músico/percussionista dedicado à interpretação de música contemporânea, improvisada, electrónica e à criação de nova música. Actualmente, estuda na Hochschule für Musik und Tanz Köln, com Dirk Rothbrust, tendo anteriormente estudado com Nuno Aroso (Universidade do Minho), Eduardo Cardinho (CLAMAT) e Rui Quintas/João Ramalho (Conservatório Regional do Alto Alentejo / Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense).<br>Destaca-se trabalhos com grupos como Studio MusikFabrik, Ensemble Recherche Academy, Remix Ensemble Academy, CLAMAT &#8211; Colectivo Variável, Junge Oper Baden-Württemberg ou Percussion Orchestra Cologne, assim como enquanto solista. <br>Bernardo Cruz tem-se apresentado em diversos países da Europa, em festivais e salas de concerto como Casa da Música (Porto, Portugal), Ensemble Musikfabrik Studio (Colónia, Alemanha), Darmstadter Ferienkurse (Darmstadt, Alemanha), Lietuvos Muzikos ir Teatro Akademija (Vilnius, Lituânia), Wittener Tage für Neue Kammermusik (Witten, Alemanha), Essen NOW! (Essen, Alemanha), Gesellschaft für Neue Musik Ruhr (Essen, Alemanha), Aveiro_Síntese (Aveiro, Portugal), Festival MIHL Sons (Lugo, Espanha) ou Lisboa Incomum (Lisboa, Portugal).<br>​Recebeu várias distinções, como o 1º Prémio no &#8220;Concurso Nacional de Interpretação Contemporânea&#8221; (2021) , o 3º Prémio no &#8220;10. Interner Kammermusikwettbewerb der HfMT Köln&#8221; ou o prémio da DAAD. <br>Apresentou em estreia nacional ou absoluta obras de compositores como Dai Fujikura, Rachel Walker, Inés Badalo, Panayiotis Kokoras, Armando Santiago, Rúben Borges, Valerio Sannicandro, Luís Carvalho e Gonçalo C. Lopes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">[última actualização: Outubro 2025]</p>
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		<item>
		<title>Trio Catch</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 12:59:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Intérpretes]]></category>
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					<description><![CDATA[Capturar (to catch) o público: com um diálogo virtuoso entre os timbres diferentes do clarinete, do violoncelo e do piano; através da alegria de fazer&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="681" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/06/JBM8043-©Jean-Baptiste-Millot-1024x681.jpg" alt="" class="wp-image-13808" style="width:343px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/06/JBM8043-©Jean-Baptiste-Millot-1024x681.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/06/JBM8043-©Jean-Baptiste-Millot-300x200.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/06/JBM8043-©Jean-Baptiste-Millot-768x511.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/06/JBM8043-©Jean-Baptiste-Millot.jpg 1452w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f7.png" alt="📷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Jean-Baptiste Millot</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Capturar (to catch) o público: com um diálogo virtuoso entre os timbres diferentes do clarinete, do violoncelo e do piano; através da alegria de fazer música em conjunto; através da procura incansável de um som partilhado. É isto que distingue o Trio Catch, constituído por Martin Adámek (clarinete), Eva Boesch (violoncelo) e Sun-Young Nam (piano).<br>O trio tem trabalhado com inúmeros compositores, desde 2010, incluindo Mark Andre, Georges Aperghis, Beat Furrer e Helmut Lachenmann, a quem estão também ligados através de várias produções de CD e projectos de gravação para a rádio. O CD de estreia do Trio Catch “in between” foi lançado em 2014, pela editora col legno, seguido do lançamento do seu segundo CD “Sanh”, em 2016. Em 2019, a editora bastille musique lançou o CD “As if”, que recebeu o prémio da crítica discográfica alemã (Preis der deutschen Schallplattenkritik), o Supersonic Award Luxembourg e a Clef d&#8217;Or de ResMusica em França. O seu mais recente álbum “Gassenhauer” foi lançado pela editora bastille musique em 2024.<br>O trio ganhou o prémio Hermann e Milena Ebel em 2012, o Berenberg Kulturprize em 2014 e foi galardoado com o prémio Dwight e Ursula Mamlok em 2018.<br>Com uma agenda bastante preenchida, o Trio Catch já deu concertos na América do Sul, Ásia e Europa, em locais como a Kölner Philharmonie, a Elbphilharmonie Hamburg, a Philharmonie du Luxembourg, a Sala Pierre Boulez em Berlim, bem como em festivais como o Ultraschall Berlin, Musica Strasbourg, Heidelberger Frühling, Darmstädter Internationale Ferienkurse für Neue Musik, Klangspuren Schwaz e o Wittener Tage für neue Kammermusik. <br>Durante a temporada 2015/16, o Trio Catch actuou em algumas das maiores salas de concerto da Europa como parte da série “Rising Stars” da Organização Europeia de Salas de Concerto. Os destaques das últimas temporadas foram as actuações na Elbphilharmonie Hamburg, na Pierre Boulez Saal Berlin, na Kölner Philharmonie e na Philharmonie Luxembourg.<br>O trio está também envolvido no ensino da música. Na Klangspuren Schwaz, ensinou jovens no workshop de composição para crianças “lautstärker”, na Musikhochschule de Hamburgo teve o cargo de professor e dá regularmente workshops para compositores e intérpretes em escolas de música. Em 2016, o Trio Catch iniciou “Ohrknacker”, a sua própria série de concertos de workshop. Cada concerto apresenta uma peça seleccionada de música contemporânea, escrita especialmente para o trio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.triocatch.com/">triocatch.com</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Novembro 2024)</p>



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		<title>Taleae</title>
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		<dc:creator><![CDATA[wp_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 17:09:15 +0000</pubDate>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/04/c1-Talea-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-13389" style="width:343px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/04/c1-Talea-1024x683.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/04/c1-Talea-300x200.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/04/c1-Talea-768x512.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/04/c1-Talea-1536x1024.jpg 1536w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/04/c1-Talea-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Formado por Afonso Primo, Lourenço Oliveira e Pedro Leitão, Taleae é um trio de jovens percussionistas que nasce no contexto da unidade curricular de música de câmara da Universidade de Aveiro, sendo uma ramificação do Clamat &#8211; colectivo variável.<br>Com o apoio do programa Culture Moves Europe, da União Europeia, o trio inicia o seu primeiro projecto em Fevereiro de 2025, realizando uma residência artística que teve lugar em Colónia e Karlsruhe e que culminou na criação de uma obra com o compositor Luís Antunes Pena.<br>Apesar do seu primeiro concerto público decorrer no âmbito da 5ª edição dos Reencontros de Música Contemporânea, no Teatro Aveirense, o trio Taleae já desenvolveu actividade pedagógica junto de percussionistas da Academia de Música e Dança do Fundão. O seu gosto pelas músicas de vanguarda e a vontade de partilhar as suas experiências levaram os três músicos a conceber um projecto de exploração sonora a partir dos escritos de Cornelius Cardew.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Abril 2025)</p>



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		<title>Re:Flexus Trio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 05:50:56 +0000</pubDate>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="909" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/04/NG212946-1024x909.jpg" alt="" class="wp-image-13381" style="width:343px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/04/NG212946-1024x909.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/04/NG212946-300x266.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/04/NG212946-768x682.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/04/NG212946-1536x1363.jpg 1536w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/04/NG212946-2048x1818.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Re:Flexus Trio surgiu do encontro espontâneo entre as instrumentistas Ana Sofia Matos, Mariana Morais e Maria Isabel Mendonça, que frequentaram a Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto. A formação actual integra a violetista Catarina Gonçalves. <br>Têm trabalhado predominantemente repertório romântico e contemporâneo que junta o clarinete, a viola d’arco e o piano numa formação camerística delicada e intimista.<br>A sua estreia ocorreu em Março de 2018, no Teatro Helena Sá e Costa, no âmbito do Festival ESMAE – evento dedicado à apresentação e divulgação de grupos de música de câmara emergentes. Desde esse momento, o grupo mantém uma actividade regular, com concertos em Portugal e no estrangeiro. Em 2022, integrou a programação do Festival Internacional de Música da Primavera de Viseu. Em 2023, estreou-se no Festival Internacional de Música Contemporánea de Madrid e, em 2024, no Festival Música Viva, de Lisboa.<br>Em 2019, apresentou-se no Auditório Municipal do Seixal, realizando a estreia nacional da peça “Trio for clarinet, viola, piano” (1994), do compositor norte-americano Eric Sawyer (1962-). Com esse mote, a música contemporânea tem sido a base de interpretação principal deste agrupamento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ana Sofia Matos > clarinete<br>Catarina Gonçalves > viola<br>Maria Isabel Mendonça > piano</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://reflexustrio.com/pt/">reflexustrio.pt</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Abril 2025)</p>
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		<title>João Braga Simões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Nov 2024 19:46:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Intérpretes]]></category>
		<category><![CDATA[FIP2024]]></category>
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					<description><![CDATA[João Miguel Braga Simões (Braga, 1992) é um músico com intensa actividade artística focada na criação, interpretação e disseminação de música nova e no trabalho&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2024/11/J-Braga-Simoes-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-12591" style="width:522px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2024/11/J-Braga-Simoes-1024x683.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2024/11/J-Braga-Simoes-300x200.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2024/11/J-Braga-Simoes-768x512.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2024/11/J-Braga-Simoes.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">João Miguel Braga Simões (Braga, 1992) é um músico com intensa actividade artística focada na criação, interpretação e disseminação de música nova e no trabalho colaborativo com diferentes compositores e intérpretes. A sua actividade profissional tem-se estendido a projectos a solo, de música de câmara e de orquestra, com os quais articula a docência de percussão na Universidade do Minho.<br>É membro do Drumming &#8211; Grupo de Percussão, com o qual mantém uma actividade regular enquanto músico, na apresentação de projectos de grande pluralidade estética e diversos cruzamentos disciplinares com Dança, Cinema, Literatura e “Media Arts”. Com o Drumming GP gravou oito trabalhos discográficos e apresenta- se regularmente nas principais salas de concerto e festivais portugueses, assim como noutros países (Espanha, Chile, Brasil e Argentina).<br>É membro fundador do grupo Trash Panda Collective (Amesterdão), com o qual tem vindo a apresentar-se em alguns dos mais importantes festivais de música dos Países-Baixos, como o Gaudeamus Festival (Utrecht), Rewire Music Festival (Haia) e Sounds of Music Festival (Groningen).<br>As suas colaborações em música de câmara incluem projectos com Nuno Aroso e Ikue Mori (música original para dois percussionistas e electrónica), João Carlos Pinto e José Diogo Martins (+/- performance audiovisual imersiva) e trabalhos regulares com o compositor Igor C Silva. Neste contexto, a actividade de João Miguel Braga Simões tem percorrido vários caminhos, desde os mais tradicionais aos circuitos de improvisação livre, música exploratória e cruzamentos estéticos.<br>Participou na criação e gravação do álbum <em>Textures&amp;Lines</em> com Drumming GP, Joana Gama e Luís Fernandes, editado pela Holuzam e considerado o melhor álbum nacional pela Oficína Radiofónica de Rui Miguel Abreu (2020). Destacam-se ainda os trabalhos discográficos <em>For Percussion</em> &#8211; @c + Drumming (Miguel Carvalhais e Pedro Tudela + Drumming GP &#8211; 2023), <em>PLAY-OFF</em> (Drumming GP &#8211; álbum monográfico do compositor Vasco Mendonça &#8211; 2022), Percurso 35 (álbum do percussionista brasileiro Fernando Hashimoto &#8211; 2022), Lumina (Omniae Large Ensemble – Pedro Melo Alves &#8211; 2021) e Peixinho Patriarca Percussão (álbum de documentação da música de Jorge Peixinho e Eduardo Patriarca &#8211; 2021). Os próximos lançamentos incluem ainda <em>Portuguese Marimba Quartets </em>(Drumming GP &#8211; 2025), <em>CHRONOTOPE</em> (álbum monográfico de Anthony Pateras gravado pelo Drumming GP &#8211; 2025), <em>Time Poetries </em>de Carlos Guedes &amp; Drumming GP (2025), e um álbum monográfico com música de César Camarero, pelo Drumming GP (2025).<br>João Braga Simões colabora regularmente com instituições como a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra de Câmara Portuguesa, Arxís Ensemble, Omniae Large Ensemble, Orquestra de Guimarães, Orquestra XXI e Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. Foi também convidado a participar em festivais internacionais como o Klangspuren International Ensemble Modern Academy e o Tromp Percussion Eindhoven.<br>Em 2017, completou o seu mestrado em Percussão, com especialização em Nova Música, no Conservatorium van Amsterdam, com o apoio da bolsa de aperfeiçoamento artístico da Fundação Calouste Gulbenkian. O seu percurso académico passou também por Braga e pelo Porto onde concluiu a licenciatura na ESMAE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Outubro 2024)</p>
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