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	<title>Compositores &#8211; Arte no Tempo</title>
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	<title>Compositores &#8211; Arte no Tempo</title>
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		<title>Mateo Sforza</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 01:40:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mateo Servián Sforza (Assunção, 1991) é um compositor paraguaio que, actualmente, frequenta o mestrado em composição no Conservatório de Fermo, sob orientação de Marco Momi,&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1066" height="1066" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Mateo-Sforza-edited.jpg" alt="" class="wp-image-14826" style="width:249px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Mateo-Sforza-edited.jpg 1066w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Mateo-Sforza-edited-300x300.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Mateo-Sforza-edited-1024x1024.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Mateo-Sforza-edited-150x150.jpg 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Mateo-Sforza-edited-768x768.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Mateo-Sforza-edited-45x45.jpg 45w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Mateo-Sforza-edited-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 1066px) 100vw, 1066px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Mateo Servián Sforza (Assunção, 1991) é um compositor paraguaio que, actualmente, frequenta o mestrado em composição no Conservatório de Fermo, sob orientação de Marco Momi, além de estudar com Aaron Cassidy na Hochschule für Musik, Theater und Medien Hannover, no âmbito do Programa Erasmus+. <br>Estudou composição com Mario Garuti, no Conservatório de Milão, e com Pierluigi Billone em aulas particulares, em Viena e em vários seminários. Participou em masterclasses ministradas por Alberto Posadas, Salvatore Sciarrino, Sarah Nemtsov e Michael Maierhof.<br>As suas composições têm sido apresentadas em importantes festivais de música contemporânea, como os Darmstädter Ferienkurse (Alemanha), o Festival Impuls em Graz (Áustria), o Festival Milano Musica e o Festival Mondi Sonori de Trento (Itália), a Trobada de Percussió em Pollença (Espanha), nas temporadas de concertos do Centro Cultural Recoleta (Argentina) e do Núcleo de Música Nueva de Montevidéu (Uruguai), no Festival MusicAhora em La Serena e no Festival de Música Contemporânea do Instituto de Música UC em Santiago (Chile), bem como nas Jornadas de Música Nueva em Assunção (Paraguai).<br>Trabalhou com agrupamentos como o Divertimento Ensemble, mdi, MotoContrario, PERCEUM, Auros e com solistas como Jonathan Chazan, Ramón Gardella, Matteo Savio e Silvia Cignoli, entre outros.<br>Recebeu o Prémio de Composição do Programa Ibermúsicas por duas vezes (nas edições de 2021 e 2022) e uma Menção Especial no Prémio Nacional de Música do Senado do Paraguai, em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.mateoserviansforza.com/">mateoserviansforza.com</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Abril 2026)</p>



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		<title>João Ricardo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[wp_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 01:28:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores]]></category>
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					<description><![CDATA[João Ricardo (1993) foi aluno particular de Luís Soldado e é, actualmente, doutorando na Universidade de Évora, sob orientação de Pedro Amaral. Participou em workshops&#8230;]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">João Ricardo (1993) foi aluno particular de Luís Soldado e é, actualmente, doutorando na Universidade de Évora, sob orientação de Pedro Amaral. Participou em workshops e masterclasses com mentoria de compositores como Carlos Marecos, Jessie Marino, Sara Carvalho, Alastair White e Sérgio Azevedo, entre outros. <br>Foi compositor Residente com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras em 2022, e galardoado em concursos internacionais como o 6th Mauricio Kagel Composition Competition (2º prémio) ou a edição de 2022 do Concurso Internacional de Música Terras de Santiago (1º prémio). A sua música operática tem sido interpretada pela Inestética, Réptil, Quarteto Contratempus, e a sua música de câmara está incluída em álbuns como <em>Novos Caminhos II</em>, <em>Oboé e Piano em Português</em>, vol. 2, ou <em>Motirõ</em>.<br>Os seus textos académicos encontram-se em publicações como “Paisagens Sonoras em Expansão” e “New Approaches to Sound, Music, and Media”, entre outras. Está afiliado no CESEM e colabora regularmente com a AREPO em edição musical. </p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Abril 2026)</p>
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		<title>Guillermo Leonardini</title>
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		<dc:creator><![CDATA[wp_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 01:20:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores]]></category>
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					<description><![CDATA[Guillermo Daniel Leonardini Gutiérrez (1991) é um compositor e violinista boliviano com uma vasta formação académica em música contemporânea. É titular de um Diploma Técnico&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Guillermo-Leonardini-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-14816" style="width:254px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Guillermo-Leonardini-1024x1024.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Guillermo-Leonardini-300x300.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Guillermo-Leonardini-150x150.jpg 150w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Guillermo-Leonardini-768x768.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Guillermo-Leonardini-45x45.jpg 45w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Guillermo-Leonardini-500x500.jpg 500w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Guillermo-Leonardini.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Guillermo Daniel Leonardini Gutiérrez (1991) é um compositor e violinista boliviano com uma vasta formação académica em música contemporânea. É titular de um Diploma Técnico Superior em Música pelo Conservatório Plurinacional de Música, de uma Licenciatura em Música pela Universidade Loyola, de um Diploma em Composição e Arranjos Musicais pela Universidade Pública de El Alto e de um Diploma em Arte Sonora pela Tsonami. Concluiu também um Mestrado em Arte Sonora na Universitat de Barcelona. Actualmente, está a frequentar um Mestrado em Criação de Música Contemporânea<br>na Musikene (Centro Superior de Música do País Basco), sob a orientação de Ramón Lazkano.<br>O seu trabalho recebeu inúmeros prémios, incluindo o Primeiro Prémio no XVII Concurso Municipal de Composição «Adrián Patiño» (2019), o Prémio Único no Concurso de Composição &#8220;Música Contemporânea Boliviana&#8221; (2019) e Menções Honrosas nos Prémios Nacionais Eduardo Abaroa pelas suas peças <em>Tiliri</em> [2017] e <em>La Partida</em> [2018]. Recebeu também várias bolsas de residência e participou no Curso de Composição do Atlântico (2022) com o Ensemble 2e2m, bem como em programas com o Ensemble Recherche e na Art Omi – Music (EUA) (2025).<br>A sua produção composicional abrange obras instrumentais a solo, música de câmara e peças orquestrais, integrando frequentemente instrumentos nativos bolivianos com abordagens eletroacústicas e experimentais.<br>Entre as suas principais obras encontra-se <em>Sawu,</em> para instrumentos tradicionais e cordas, <em>Los otros verdes en esta (nuestra) pradera</em>, estreada pelo Ensemble Recherche (Alemanha) e <em>mediante sonolaris</em>, para treze pequenos altifalantes e orquestra de câmara. <br>A sua investigação foi publicada na revista digital Música Latinoamericana Hoy e no livro Memorias del Encuentro Músicas, Medios y Tecnologías (2023). Apresentou o seu trabalho criativo em instituições como a Universidad Distrital Francisco José de Caldas (Colômbia), o Hunter College em Nova Iorque e o<br>Conservatório Plurinacional de Música, estabelecendo-se como uma das vozes emergentes mais relevantes da música contemporânea boliviana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Abril 2026)</p>
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		<title>François Bayle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 00:44:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores]]></category>
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					<description><![CDATA[François Bayle (Madagáscar, 1932) passou a infância na savana e em Mayotte, uma das ilhas Comores, e frequentou o liceu em Tananarive. Foi na França&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="507" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Francois_Bayle.png" alt="" class="wp-image-14810" style="aspect-ratio:0.9861928683699571;width:245px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Francois_Bayle.png 500w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Francois_Bayle-296x300.png 296w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/Francois_Bayle-45x45.png 45w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption class="wp-element-caption"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f7.png" alt="📷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Didier Allard / Ina-GRM</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">François Bayle (Madagáscar, 1932) passou a infância na savana e em Mayotte, uma das ilhas Comores, e frequentou o liceu em Tananarive. Foi na França do pós-guerra (1945), em Bordéus, que terminou os seus estudos, instalando-se posteriormente em Paris (1954), onde se dedicou seriamente, mas de forma autodidacta, à composição musical.<br>Inicialmente professor primário (1955-60), ingressou no Serviço de Investigação logo após a sua criação, em 1960.<br>Envolvido quase desde o início na aventura da música concreta, ao lado de Pierre Schaeffer, de quem se tornou um colaborador muito próximo, assumiu, a partir de 1966, a direcção do Groupe de Recherches Musicales (GRM), que renovou consideravelmente e que dirigiu de 1975 a 1997, no âmbito do INA, em colaboração com a Radio-France e instituições musicais nacionais e internacionais.<br>Esta actividade de animador levá-lo-á a conjugar, sob muitas formas, criação e investigação, prática e teoria, ferramentas de fazer e de ouvir.<br>Ao longo das décadas e das etapas tecnológicas, irão desenvolver-se os resultados colectivos e afirmar-se a sua própria produção criativa. Mantendo-se fiel à atitude concreta, renova as sonoridades e a linguagem através de uma abordagem diferente. A partir de 1974, dedicou-se a teorizá-la, começando por conceber um dispositivo original de projecção sonora aplicável a todas as estéticas: o «acousmonium», fórmula cuja eficácia, aos seus olhos, se assemelhava ao princípio do «desdobramento sinfónico», com as infinitas soluções formais daí decorrentes. Disto resultará, sob a sua direcção, um ciclo de concertos onde serão estreadas cerca de mil obras de várias centenas de autores convidados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como compositor, procurará aprofundar a modalidade — a que chama «acusmátiica» — de uma nova abordagem musical, a do pensamento perceptivo conduzido pelas formas e fundado nos arquétipos. Esta interpretação do mundo dos sons autónomos alimenta-se de bom grado da reflexão temporal dos poetas ou dos filósofos «naturalistas», bem como da perspectiva espacial dos «visualistas», pintores ou cineastas. No entanto, estas considerações são apresentadas pelo seu autor apenas para abrir ou orientar a audição entre a grande variedade das suas obras, muito diversas em termos de efectivos sonoros, formas e durações, texturas e figuras, espaços e movimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.francoisbayle.fr/">francoisbayle.fr</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Abril 2026)</p>
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		<title>Ying Wang</title>
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		<dc:creator><![CDATA[wp_admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 16:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores]]></category>
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					<description><![CDATA[Ying Wang (Xangai, 1976) é uma compositora que vive em Berlim e cujo trabalho se desenvolve na intersecção entre som instrumental avançado, electrónica e pensamento&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/YingWang-2018-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-14795" style="aspect-ratio:1.4992888417882142;width:415px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/YingWang-2018-1-1024x683.jpg 1024w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/YingWang-2018-1-300x200.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/YingWang-2018-1-768x512.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/YingWang-2018-1-1536x1025.jpg 1536w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/04/YingWang-2018-1-2048x1367.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f7.png" alt="📷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Maria Frodl</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ying Wang (Xangai, 1976) é uma compositora que vive em Berlim e cujo trabalho se desenvolve na intersecção entre som instrumental avançado, electrónica e pensamento musico-teatral. A sua música distingue-se por uma excepcional sensibilidade às transições sonoras: entre o tom e o ruído, o gesto físico e a estrutura abstracta, a corporeidade individual e a ressonância social.<br>Como uma das poucas compositoras internacionalmente consagradas com uma experiência profundamente enraizada na cultura sino-europeia, Wang desenvolveu uma posição estética independente, para além de qualquer atribuição cultural. As suas obras combinam precisão sonora com consciência política e social — não como ilustração programática, mas como uma atitude estruturalmente incorporada na própria música.<br>No cerne do pensamento composicional de Ying Wang reside a questão de como o som pode tornar as condições sociais fisicamente perceptíveis, em vez de se limitar a representá-las. A sua música gera espaços sonoros densos, frequentemente marcados pelo ruído, nos quais a ambiguidade, o atrito e os processos energéticos se sobrepõem. A composição é entendida menos como uma narração linear e mais como um sistema perceptivo que reorganiza a audição, a percepção e a atenção.<br>Característica do seu trabalho é o manuseamento confiante de formas sonoras híbridas: as texturas instrumentais são expandidas através de camadas electrónicas, frequências de batimento e elementos baseados no ruído. O ponto de partida é frequentemente a dimensão física da produção sonora — respiração, pressão, resistência, instabilidade — conferindo à sua música uma pronunciada presença gestual e performativa.<br>Ying Wang nasceu na China, no final da Revolução Cultural, em 1976. Filha do compositor chinês Wang Xilin, cuja biografia foi marcada pela perseguição política, desenvolveu desde cedo uma consciência da tensão entre a liberdade artística e a realidade social. No seu trabalho, porém, esta experiência não funciona de forma narrativa, mas sim estrutural — como uma sensibilidade acentuada à ruptura, às relações de poder e às ordens frágeis.<br>A sua formação levou-a para a Alemanha e França (2003–2012), onde estudou composição, música electrónica e práticas interdisciplinares. Descreve este período como uma mudança radical de perspectiva — uma experiência que moldou de forma decisiva a sua abertura artística e rigor formal.<br>Desde 2013, Ying Wang lecciona no Conservatório de Música de Xangai, onde ensina composição, bem como disciplinas teóricas e artísticas relacionadas. Encara a pedagogia como uma extensão da sua prática artística: um espaço para a independência estética, o pensamento crítico e o desenvolvimento de linguagens composicionais individuais num contexto global.<br>As obras de Ying Wang têm sido interpretadas em todo o mundo por orquestras, agrupamentos e solistas de reconhecido mérito, apresentadas nos principais festivais internacionais. O seu trabalho foi distinguido com inúmeros prémios, incluindo o Prémio de Composição da Cidade de Estugarda, o Prémio de Compositores de Heidelberg e o Prémio Irino.<br>Em 2025, o seu álbum monográfico RE:WILDING foi lançado pela editora Kairos, documentando a amplitude do seu leque estético — desde música orquestral e de câmara até obras para cena e composições electroacústicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.yingwang.de">yingwang.de</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: Abril 2026)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
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		<title>Chaya Czernowin</title>
		<link>https://artenotempo.pt/chaya-czernowin/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=chaya-czernowin</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 15:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores]]></category>
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					<description><![CDATA[Chaya Czernowin (Haifa, 1957) nasceu e cresceu em Israel. Aos 25 anos, prosseguiu estudos na Alemanha (bolsa DAAD), E.U.A., tendo posteriormente vivido em Tóquio (bolsa&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="400" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/czernowin-by-Astrid-Karger.jpg" alt="" class="wp-image-14545" style="width:429px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/czernowin-by-Astrid-Karger.jpg 600w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/czernowin-by-Astrid-Karger-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f7.png" alt="📷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Astrid Karger</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Chaya Czernowin (Haifa, 1957) nasceu e cresceu em Israel. Aos 25 anos, prosseguiu estudos na Alemanha (bolsa DAAD), E.U.A., tendo posteriormente vivido em Tóquio (bolsa Asahi Shimbun e bolsa NEA americana) e na Alemanha (bolsa na Akademie Schloss Solitude). <br>A sua música tem sido interpretada um pouco por todo o mundo, pelos mais prestigiados intérpretes e agrupamentos de música contemporânea. <br>Foi professora na UCSD e foi também a primeira mulher a ser nomeada professora de composição na Universidade de Música e Artes Performativas de Viena (2006-2009), ensinando na Universidade de Harvard desde 2009, onde é professora de música Walter Bigelow Rosen. <br>Com Steven Kazuo Takasugi e Jean-Baptiste Jolly, director da Akademie Schloss Solitude, fundou a Academia de Verão em Schloss Solitude, um curso semestral para compositores, perto de Estugarda, 2003-2019. Takasugi e Czernowin também leccionaram no Tzlil Meudcan, curso internacional com sede em Israel, fundado por Yaron Deutsch.<br>A produção de Czernowin inclui música de câmara e orquestral, com e sem electrónica. As suas obras têm sido tocadas em grande parte dos mais importantes festivais de música contemporânea. Compôs quatro obras de grande escala para cena. <em>Pnima…ins Innere</em> [2000, Bienal de Munique] foi eleita a melhor estreia do ano pela revista Opernwelt, e recebeu o prestigioso Bayerischer Theaterpreis. <em>Adama</em> [2004/5], com Zaide de Mozart (Festival de Salzburgo 2006) tem uma segunda versão, escrita com Ludger Engles, com um coro adicionado que foi apresentado no Freiburg Stadttheater (2017). A ópera <em>Infinite Now</em> [2017] foi uma encomenda conjunta da Vlaamse Opera Belgium, IRCAM Paris e Mannheim Stadtheater. A peça combina/sobrepõe materiais da Primeira Guerra Mundial (peça teatral de Luk Perceval “FRONT”) com o conto <em>Homecoming</em>, de Can Xue e também esta foi eleita estreia do ano pela Opernwelt. Em 2018/2019, Czernowin escreveu o texto e a música para <em>Heart Chambe</em>r, estreada e encomendada pela Deutsche Oper Berlin, sob a direção de Claus Guth, com grande aclamação da crítica e do público. Czernowin foi nomeada Artista Residente no Festival de Salzburgo em 2005/6, no Festival de Lucerna em 2013, e no Festival de Huddersfield em 2021.<br>Além de inúmeros outros prémios, Czernowin representou Israel no Rostrum de Compositores da UNESCO em 1980; recebeu a bolsa DAAD (1983-1985); Stipendiumpreis (1988) e Kranichsteiner Musikpreis (1992), no Darmstadt Ferienkurse; comissão do painel de leitura do IRCAM (1998); bolsas do SWR Experimental Studio Freiburg (1998, 2000, 2001, etc); prémio de compositor da Fundação Siemens (2003); Fundação Rockefeller (2004); nomeação como membro do Wissenschaftkolleg Berlin (2008); Prémio da Fundação Fromm (2009); bolsa da Fundação Guggenheim (2011); Heidelberger Kunstlerinen Preis (2016); o seu portrait CD da WERGO, <em>The Quiet</em> (5 peças orquestrais), recebeu o Prémio Trimestral da Crítica Discográfica Alemã (2016). Foi eleita membro da Akademie der Künste em Berlim, em 2017, e membro da Academia Bávara de Belas Artes, em Munique, em 2021. Em 2022, recebeu o prémio GEMA Authors na categoria Musiktheater (nova ópera).<br>A obra de Czernowin é publicada pela Schott e está gravada nas editoras Mode Records NY, Wergo, Col Legno, Deutsche Gramophone, Kairos, Neos, Ethos, Telos Naxos e Einstein Records. <br>Vive perto de Boston com o compositor Steven Kazuo Takasugi e é cidadã israelo-americana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2026)</p>
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		<title>Gustavo Costa</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 21:49:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O percurso de Gustavo Costa (Porto, 1976) caracteriza-se por uma constante permeabilidade a vários estilos musicais, mas com um denominador comum: a experimentação e o&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="778" height="1024" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/Gustavo-Costa-778x1024.jpg" alt="" class="wp-image-14520" style="aspect-ratio:0.7597619592584115;width:261px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/Gustavo-Costa-778x1024.jpg 778w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/Gustavo-Costa-228x300.jpg 228w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/Gustavo-Costa-768x1011.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/Gustavo-Costa-1167x1536.jpg 1167w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/Gustavo-Costa-1556x2048.jpg 1556w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/Gustavo-Costa.jpg 1728w" sizes="auto, (max-width: 778px) 100vw, 778px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O percurso de Gustavo Costa (Porto, 1976) caracteriza-se por uma constante permeabilidade a vários estilos musicais, mas com um denominador comum: a experimentação e o constante desejo de renovação estilística. Activo na cena underground desde o início dos anos 90, manteve um interesse e actividade paralela no meio académico, estudando percussão, tecnologias musicais, sonologia, teoria, composição e media digitais, e leccionando em várias instituições de ensino superior em Portugal. <br>Num período de 30 anos, fez parte de inúmeras bandas e formações de vários espectros estilísticos, colaborando com centenas de músicos em inúmeros espectáculos distribuídos por vários pontos do globo. <br>Nos últimos anos, tem concentrado grande parte da sua actividade na Sonoscopia, colectivo e associação da qual é fundador e onde se dedica à exploração sónica através de vários formatos de criação e colaboração. </p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2026)</p>



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		<title>Guilherme Costa</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 02:22:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores]]></category>
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					<description><![CDATA[Guilherme Machado da Costa (Porto, 1995) é compositor e guitarrista de jazz. A sua actividade profissional centra-se actualmente no universo da música contemporânea de tradição&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="753" height="1024" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/Guilherme-Costa-2-753x1024.jpg" alt="" class="wp-image-14428" style="aspect-ratio:0.7358272056258633;width:209px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/Guilherme-Costa-2-753x1024.jpg 753w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/Guilherme-Costa-2-221x300.jpg 221w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/Guilherme-Costa-2-768x1044.jpg 768w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/Guilherme-Costa-2-1130x1536.jpg 1130w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/Guilherme-Costa-2-1507x2048.jpg 1507w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/Guilherme-Costa-2-scaled.jpg 1884w" sizes="auto, (max-width: 753px) 100vw, 753px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Guilherme Machado da Costa (Porto, 1995) é compositor e guitarrista de jazz. A sua actividade profissional centra-se actualmente no universo da música contemporânea de tradição erudita, tendo estreado, em 2025, a sua primeira obra, <em>Esquiço</em>, para 11 instrumentistas, no âmbito do projeto “East meets West” (um projecto com músicos e compositores de diversas nacionalidades, que propunha o cruzamento da cultura ocidental e oriental). Paralelamente ao trabalho de composição, Guilherme Costa é ainda um músico activo na área do jazz, tendo colaborado na gravação do disco “Eixo do jazz ensemble meets João Paulo Esteves da Silva”, lançado em 2024.<br>Guilherme Costa é mestre em música, variante jazz, pela Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), tendo a sua tese de mestrado incidido sobre o trabalho do compositor argentino Guillermo Klein. Para além da sua formação na área do jazz, licenciou-se em composição pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE), onde foi orientado pelos professores Telmo Marques, Filipe Vieira e Daniel Moreira. <br>Ao longo do seu percurso académico, frequentou diversas masterclasses com nomes reconhecidos do jazz internacional e nacional tais como Chris Cheek, Jorge Rossy, Ohad Talmor ou André Fernandes e mais recentemente com os compositores Dimitris Papageorgiou, Michaelis Lapidakis e Onur Dulger.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2026)</p>
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		<title>José Miguel Fayos Jordán</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 19:46:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores]]></category>
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					<description><![CDATA[José Miguel Fayos Jordán (Valência, 1980) é Professor de Composição no Conservatorio Superior de Música “Joaquín Rodrigo”, em Valência, onde dirige o Departamento de Composição e&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="477" height="358" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/image.png" alt="" class="wp-image-14398" style="width:364px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/image.png 477w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2026/01/image-300x225.png 300w" sizes="auto, (max-width: 477px) 100vw, 477px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">José Miguel Fayos Jordán (Valência, 1980) é Professor de Composição no Conservatorio Superior de Música “Joaquín Rodrigo”, em Valência, onde dirige o Departamento de Composição e Sonologia. Ensinou no Conservatorio Superior de Música, em Alicante, e no Conservatorio Superior de Música de Castilla-La Mancha, também enquanto Professor de Composição e chefe do Departamento de Composição. <br>Estudou Composição no Conservatorio Superior de Música de Valência, formando-se com o &#8220;Prémio Extraordinário&#8221;. É Mestre em Pesquisa Musical pela Universidade Internacional de Valência e obteve um Doutoramento pela Universidade Politécnica de Valência com a mais alta distinção (Cum Laude). Prosseguiu estudos em composição com J. M. López López, J. M. Sánchez-Verdú, C. Halffter, R. Bischof, M. Sotelo, P. Billone, R. Lazkano, R. Cendo, G.F. Haas e Alberto Posadas, recebendo bolsas do IVM (2009-2011) e do European Musical Creation Workshop (2013). <br>No campo da Direcção, estudou com o maestro José R. Pascual-Vilaplana e frequentou cursos com o maestro Jan Cober. <br>Tem dirigido Agrupació Musical de Pego (Alicante), Orquesta y Banda de la S.A.M. La Nova de Xàtiva (Valência), Ateneu Musical de Cocentaina (Alicante) e Societat Unió Musical de Ontinyent (Valência).<br>Tem recebido diversas distinções, entre as quais o 1º Prémio no 2º Concurso Internacional de Composição “City of Torrevieja” (2005), um prémio no Concurso para Jovens Compositores “Hui, hui música” (2006), 1º Priémio no 1º Concurso Ibero-Americano de Composição “Villa de Ortigueira” (2006), no 3º Seminário Permanente de Composição do IVM, Prémio do European Creation Musical Workshop (2013), Selecção Oficial Coups de Vents (France, 2015) e, por duas vezes, o Prémio “Carmelo Alonso Bernaola” da SGAE-CNDM Foundation Young Composers Award (em 2013 e 2014).<br>A sua música tem sido interpretada e estreada em festivais como ENSEMS, Hui hui musica, New Music Festival (Louisville, USA), Festival Internacional de Música de La Mancha, Mostra Sonora, WASBE Conference (California 2015, Utrecht 2017), em auditórios como o Palau de la Música de Valencia, Auditorio Nacional de Música (Madrid), Casa da Música (Porto), Palau de Les Arts, Auditorio 400 MNCARS, em países como França, Eslovénia, Itália, Portugal, E. U. A., Colômbia e Alemanha. Tem recebido encomendas e sido tocado por grupos como Ensemble Art&#8217;s XXI, Grup Instrumental de Valencia, Banda Sinfónica Portuguesa, Pulsar Ensemble, Espai Sonor, Feedback, Quintet Vergel, Wasbe Youth Wind Orchestra, Orchestre d&#8217;Harmonie Conservatoire Strasbourg, Banda Sinfónica da Juventude Colombiana, Banda da Força Aérea Eslovena, Orchestra Alpe Adria, Brixiae Harmoniae, Orchestra di Fiatti della Brianza (Itália), Orquestra Filarmónica da Universidade de Valência, Orquestra Nacional de Espanha e grande parte das bandas profissionais espanholas.<br>É regularmente convidado a orientar master classes de composição e proferir conferências, tendo trabalhado com instituições como a Haute École des Arts du Rhin (Estrasburgo), Conservatório “Giuseppe Verdi” (Milão), Seminario Galego de Dirección de Banda, Academia de Direcção da Orquestra da Costa Atlântica, Corsi Internazionale di perfezionamento instrumentale (Spilimbergo, Itália), University of Louisville-New Music Festival (E. U. A.), IFOB (Pamplona, ​​2019) e WASBE Conference (2019).</p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2026)</p>
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		<title>Iván González Escuder</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diana Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 15:28:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compositores]]></category>
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					<description><![CDATA[Iván González Escuder (Valência, 1979) estudou composição com Ramón Ramos Villanueva, no Conservatório Superior de Música da sua cidade natal. Depois de se formar, mudou-se&#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="800" src="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/12/Ivan-Gonzalez.jpg" alt="" class="wp-image-14329" style="aspect-ratio:1.1250156949734231;width:265px;height:auto" srcset="https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/12/Ivan-Gonzalez.jpg 900w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/12/Ivan-Gonzalez-300x267.jpg 300w, https://artenotempo.pt/wp/wp-content/uploads/2025/12/Ivan-Gonzalez-768x683.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Iván González Escuder (Valência, 1979) estudou composição com Ramón Ramos Villanueva, no Conservatório Superior de Música da sua cidade natal. Depois de se formar, mudou-se para Estugarda para fazer um mestrado com Caspar Johannes Walter, de 2009 a 2011, recebendo uma bolsa da Fundação Alexander von Humboldt para o ano lectivo de 2010/2011.<br>Após os estudos em Estugarda, mudou-se para Basileia (Suíça), onde concluiu um segundo mestrado em composição com o professor Georg Friedrich Haas, entre 2012 e 2014. Complementou os seus estudos com um curso avançado em electrónica no estúdio da mesma cidade, com o professor Erik Oña. Ao regressar a Valência, em 2019, concluiu a sua tese de doutoramento na Universitat Politècnica de València (UPV), obtendo um doutoramento cum laude.<br>Recebeu o segundo prémio no concurso de composição vocal Amics del Liceu (Barcelona), em 2008, o primeiro prémio de composição (Prémio Philharmonie Essen) no prestigiado Deutscher Musikwettbewerb 2010, organizado pelo Deutscher Musikrat (Alemanha), o primeiro prémio no Concurso de Jovens Compositores da Fundación Autor &#8211; CNDM (Espanha) e o terceiro prémio no XVII Concurso de Composição de Música de Câmara Weimarer Frühjahrstage (Weimar, Alemanha).<br>As suas obras têm sido interpretadas por grupos e artistas como o Phoenix Ensemble (Basileia), Ensemble Le Balcon (Paris), Ensemble Nostri Temporis (Kiev) e Taller Sonoro (Sevilha), entre outros, em festivais como Unerhörte Musik (Berlim), Gaudeamus Music Week (Amesterdão), Musik Der Jahrhunderte (Estugarda) e Festival de Música Española (Cádis), entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.ivangonzalezescuder.com/">ivangonzalezescuder.com</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">(última actualização: 2025)</p>
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