Conversas Arte no Tempo

Luís Antunes Pena: entre som e partitura

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Pena LA Nov 2010 72dpi 06 c Tobias BohmReside na Alemanha há dezassete anos, onde tem desenvolvido intensa actividade como compositor. Em Portugal, é visto como um dos mais respeitados compositores da sua geração. A história de Luís Antunes Pena (Lisboa, 1973) está directamente ligada à criação da Arte no Tempo, sendo um dos três fundadores de um dos projectos que conduziram à criação da associação: as Jornadas Nova Música (1997-2001).
Por ocasião da estreia portuguesa do trio que formou em 2010 com o percussionista Nuno Aroso e o violoncelista Francesco Dillon (Ruído Vermelho), cuja digressão acompanha o lançamento do segundo disco monográfico que a Wergo teve este ano ocasião de lhe dedicar, a Arte no Tempo ocupou algumas horas do compositor para se aproximar do seu actual pensamento.


foto © Tobias Bohm 2010  

António Chagas Rosa: singular compositor

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O seu trabalho é marcado por um profundo respeito para com a tradição de que é herdeiro, mas está muito longe de se limitar a reproduzir os modelos. António Chagas Rosa (Lisboa, 1960) é um compositor singular, autor de um conjunto sólido de obras que importa descobrir.
Nas vésperas da estreia de uma obra que escreveu para a Orquestra XXI- com estreia em Madrid, no encerramento da Mostra Portuguesa (16. Dezembro)- e de um concerto em que o Drumming GP interpretará, no Teatro Aveirense (10. Dezembro), a sua épica Mares, para sexteto de percussão, a Arte no Tempo teve oportunidade de conversar com o compositor.
 

foto © Bruno Nacarato 2015   
(Atelier de Composição)   

Isabel Soveral e a electroacústica em Aveiro

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Uma das mais destacadas compositoras nacionais, Isabel Soveral é Professora de Composição, Teoria e Análise Musical no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, desde 1995, onde coordena o grupo de Composição, Teoria e Tecnologias da Música do INET-MD (Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança). Enquanto Directora do CIME (Centro de Investigação em Música Electroacústica da Universidade de Aveiro), criou em 2014 a plataforma Electroacoustic Winds (EAW), perspectivando um conjunto de actividades em Portugal e no estrangeiro, para os próximos anos.
É no âmbito dessa estrutura que surge o Electroacoustic Winds 2015 | I Congresso Internacional de Música Electroacústica de Aveiro, organizado pelo CIME, INET-md e Arte no Tempo.

Nuria Schönberg-Nono: à volta da música

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NuriaSch-Nono

A música faz, desde sempre, parte do cenário em que a sua vida decorre. Em casa dos pais, Nuria Schönberg Nono (Barcelona, 1932) percebeu que o seu caminho não passaria por uma carreira de intérprete, nem de compositora. Com Luigi Nono, permaneceu associada ao mundo da criação musical e da partilha. A sua ligação ao mundo tem funcionado, ao longo dos anos, como desmistificadora ponte para a arte musical.
Por ocasião da estreia britânica de Prometeo - tragedia dell'ascolto, que, em Maio de 2008, encerrou o festival Luigi Nono: Fragments of Venice (no Southbank Centre), a Arte no Tempo conversou com a fundadora do Archivio Luigi Nono.
A edição de 2013 do Música & Revolução, da Casa da Música, levou-nos a abrir o arquivo e trazer a público esta conversa.

Christophe Desjardins ou o intérprete criador

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Cristophe Desjardins
Com um percurso invejável que inclui o lugar de solista num dos míticos agrupamentos dedicados à música contemporânea— o Ensemble Intercontemporain—, inúmeras estreias e muitas obras que lhe são dedicadas pelos compositores que vai conhecendo ao longo do seu incansável trabalho de intérprete e divulgador da nova música, o violetista francês Christophe Desjardins (Caen, 1962) conversou com a Arte no Tempo (AnT) por ocasião da sua última visita a Portugal (em Novembro de 2005).
Aproveitando o seu regresso a Lisboa, para o recital que terá lugar no dia 19 de Janeiro de 2007, na Fundação Gulbenkian, a AnT publica esta entrevista, que se espera a primeira de um ciclo de conversas que pretendemos trazer a este espaço, com uma periodicidade trimestral.